ROTEIROS PARA AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA

Pesquisando referências para uma aula de prática sobre ENERGIA MECÂNICA E SUA CONSERVAÇÃO ou sobre CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO E COLISÕES, encontrei dois sites repletos de roteiros para aulas práticas de física.

O primeiro site apresenta 184 roteiros elaborados pelo Professor Ernest Julius Sporket e pelo então Técnico de Laboratório Luiz André Mützenberg.

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http://ead.liberato.com.br/~mitza/rap.htm

O segundo site apresenta a continuação do trabalho do Professor Luiz André Mützenberg: 96 roteiros revisados e separados por áreas, unidades e capítulos. E, parece que esse número vai crescer muito!

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http://ead.liberato.com.br/~mitza/rap.htm

Últimos acessos em 18/10/2015.

EQUILÍBRIO DA PARTÍCULA E DO CORPO EXTENSO Objetos de Aprendizagem

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Durante a pesquisa por questões sobre Equilíbrio da Partícula e do Corpo Extenso encontrei dois trabalhos muito interessantes sobre o assunto: P.O.N.T.O.S – EQUILÍBRIO DE PARTÍCULAS e EQUILÍBRIO DE CORPOS RÍGIDOS, ambos do mesmo autor, Prof. Dr. Ricardo Fragelli da Universidade de Brasilia.

O primeiro Objeto de Aprendizagem foi elaborado pelo referido professor durante seu doutorado, concorreu e ganhou em 2006 o Concurso da Rede Internacional Virtual de Educação – RIVED. Hoje, este trabalho faz parte do BANCO INTERNACIONAL DE OBJETOS EDUCACIONAIS como Ensino Médio: Física: Animações/Simulações.

Os dois trabalhos se encontram nos dois primeiros links abaixo. E a menção do prêmio obtido por Ricardo Fragelli/UnB está no último link.

http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/843/index.html

http://www.mecanicavetorial.com/equilibrio/

http://www.unb.br/sobre/ft

Últimos acessos em 13/09/2015.

Sobre a Secretaria do CP II/Centro

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Na visita à secretaria fui recebida pela funcionária Elisa Rangel.

A secretaria é a seção responsável pela matrícula dos alunos novos e renovação de matrícula dos antigos alunos. Ao ingressar no CPII, é aberta para cada estudante uma pasta onde toda a vida escolar do mesmo fica documentada, esta pasta somente será arquivada quando o aluno deixar o CPII (por conclusão, transferência ou jubilamento).

Este setor também é responsável pela montagem das turmas, pela confecção dos diários de classe, por seu arquivamento no final do ano letivo e pela confecção das cadernetas.

É nesta seção que são emitidos os boletins, as declarações, os históricos e os certificados. Realiza ainda o trancamento e destrancamento de matrícula e a emissão de guia de transferência.

Na secretaria são recebidos os pedidos de reposição das avaliações e também de suas revisões, de isenção de participação nas aulas de educação física, entre outras solicitações.

Além disso, a secretaria é responsável pelo assentamento (lançamento) das notas e faltas no sistema, arquivamento dos canhotos de notas e faltas elaboradas pelos professores e geração de mapas de notas e faltas para os conselhos de classe, geração de gráficos de desempenhos das turmas, diversos levantamentos com relação aos alunos e o censo escolar.

Por fim, esta seção é responsável também pela galeria de fotos.

Enfim, atende alunos, responsáveis e professores, mas cabe destacar que a secretaria atende às diversas solicitações dos estudantes após a passagem pela Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica – SESOP.

Marcia Meneguite

Sobre o SESOP – Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica do CP II/Centro

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Na visita ao SESOP, Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica, fui recebida pela funcionária Marisa Gomes.

Esta seção realiza a triagem dos problemas e faz os encaminhamentos adequados, participa da escolha de alunos representantes e de professores conselheiros e colabora com as reuniões de responsáveis e com os conselhos de classe.

Este setor contribui para a identificação e/ou age nos problemas de indisciplina e de aprendizagem dos alunos e realiza encaminhamento de estudantes com necessidades especiais para o NAPNE (Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas). Cabe destacar aqui que alunos que aparentem ter problemas psicológicos e/ou psiquiátricos também são encaminhados a este núcleo para uma análise mais aprofundada.

Os técnicos do SESOP, que atuam em duas frentes, administrativa e pedagógica, ficam responsáveis por todas as turmas de um determinado ano e atendem às demandas específicas deste ano.

Esta seção também divulga, para estudantes do ensino médio, estágios em diversas instituições de ensino e pesquisa conveniadas ao CPII, mantêm os alunos-concluintes, os do 3º ano do ensino médio, informados sobre tudo que diz respeito ao acesso ao ensino superior e os leva a eventos como universidade de portas abertas, entre outros.

Atende estudantes e responsáveis nos pedidos de saídas antecipadas e justificativas de faltas, permitindo então que sejam solicitadas reposições de avaliações e dispensas de aulas.

E, por fim, é este setor responsável pela distribuição dos livros didáticos a todos os estudantes.

O SESOP atende, portanto, aos discentes, a seus responsáveis e aos docentes.

Marcia Meneguite

Produção de Disrupção na Escola…

PNLD 2015

Nossos jovens e nós vivemos numa sociedade onde a informação é cada vez mais abundante. Diariamente temos acesso a uma quantidade cada vez maior de informação, e consequentemente uma informação é classificada como antiga cada vez mais rapidamente.

Inúmeras informações de cunho científico que constam dos currículos escolares e que poderiam ser classificadas como antigas, são ainda extremamente importantes no nosso cotidiano, mas acredito que o enfoque deve ser mudado, pois é desejável e útil que nossos jovens compreendam como as coisas funcionam para utilizá-las melhor. Há muitos anos, os documentos oficiais recomendam que os conteúdos programáticos sejam contextualizados e que seja destacado o caráter interdisciplinar de um conteúdo, sempre que for o caso.

Nas escolas públicas, as abordagens do processo ensino-aprendizagem mais comuns ainda são as conservadoras e poucos são os recursos didáticos oferecidos nestas escolas. Acredito que grande parte da mudança deva ocorrer na forma que a aula ocorre. Nesse ponto faço duas observações: podemos verificar que os alunos tem um tempo de concentração cada vez menor e não estão desenvolvendo, conforme o esperado, sua autonomia. Por outro lado, nós os professores estamos acomodados nas abordagens conservadoras a maior parte do tempo, por falta de reflexão e critica sobre nossa própria prática e/ou por conformismo em relação as nossas condições de trabalho. Gostaria de experimentar uma abordagem que despertasse no aluno o interesse pelos conteúdos, destacando o caráter interdisciplinar e contextualizado dos mesmos, e a responsabilidade pelo seu próprio processo de aprendizagem.

Aulas expositivas sempre terão seu lugar, assim como, as avaliações tradicionais (testes e provas escritas), mas um curso em que elas sejam os únicos meios de trabalho dos conteúdos se revela, atualmente, pouco eficiente.

Temos muitas limitações: turmas enormes (às vezes, passa dos 50 alunos), pequena carga horária (2 tempos por semana), laboratórios de ciências e de informática fora de uso, número insuficiente de equipamentos multimídia, ou equipamentos com defeito, ou ainda, a ausência deles, salas de leitura (biblioteca) com pequeno acervo, e por fim, chega a faltar até tinta para nossas canetas (recargas). Mas, também temos opções para tentar melhorar nossa prática: experimentos de baixo custo, blog com textos, pequenos vídeos, fotos, gráficos, entre outros recursos que podem ser acessados em casa (ou em qualquer outro local), e processos mais ativos de ensino-aprendizagem como o método de projetos. 

Utilizo timidamente as redes sociais para me comunicar com os jovens. Através das redes compartilho com eles pequenas biografias de cientistas, avisos de inscrições para os vestibulares e ENEM, exposições, cursos, oportunidades para inserção no mercado de trabalho (programa jovem aprendiz), pequenos vídeos, informações sobre carreiras entre outras tantas coisas. Em 2014, fui à biblioteca da escola e peguei emprestados vários livros paradidáticos de física e de ciências, li e compartilhei nas redes sociais pequenas críticas especificamente para eles, esclarecendo se a leitura era mais leve ou não, se ajudava no entendimento do conteúdo trabalhado em sala, se era mais aprofundado ou mais abrangente, etc. Essa prática despertou o interesse de alguns pelos livros da biblioteca. Mas, acredito que um blog daria uma contribuição mais enriquecedora ao que for trabalhado na escola, que os experimentos de baixo custo demonstrariam concretamente conteúdos tão abstratos (qualitativamente) e que o método de projetos poderia contribuir para desenvolver a autonomia dos jovens. 

Já perguntei se eles gostariam de um blog, alguns responderam que sim, outros se mostravam apáticos, mas acredito que vale a pena fazer um levantamento para verificar realmente o que eles acham. Sondei também sobre o método de projetos e verifiquei que alguns ficaram animados com a possibilidade de um trabalho diferente. Lembro de uma pequena pesquisa sobre motivação e sobre os vários aspectos que influenciam no processo ensino-aprendizagem que poderia ser atualizada e refeita com os jovens.

Sobre a Biblioteca do CP II/Centro

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Na visita à Biblioteca fui recebida pela Funcionária Ângela Velloso. A Biblioteca do CP II funciona das 7:00 às 22:00, para atender aos três turnos da instituição, conta com vasto acervo de livros didáticos e  paradidáticos, de periódicos, de literatura em vários estilos, de apostilas de questões de vestibulares e do ENEM e de gibis.

A biblioteca ainda não é informatizada, funciona com o tradicional sistema de fichas. Os usuários da biblioteca podem realizar empréstimo de até três livros por 15 dias, se não forem os de uso obrigatório, com direito a renovação, e por 7 dias, se forem os de uso obrigatório, e neste caso, não há direito a renovação. O acervo é formado por livros didáticos que fazem e/ou fizeram parte do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático), por livros paradidáticos que fazem e/ou fizeram parte do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), por livros doados por professores, funcionários e alunos, e também, na medida do possível, por livros adquiridos pela instituição de acordo com as sugestões dos usuários.

Os professores incentivam a leitura levando os alunos das séries finais do ensino fundamental à biblioteca e fazendo indicações de leitura para os estudantes do ensino médio. A biblioteca divulga mensalmente suas novas aquisições através de pequenos cartazes e ainda mantém murais com destaques dos principais jornais e revistas na entrada da biblioteca.

A funcionária esclareceu ainda, que o belíssimo salão que atualmente é utilizado como biblioteca tinha a função de salão de baile na construção original. Marcia Meneguite

Sobre o Laboratório de Física do CP II/Centro

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Na visita ao Laboratório de Física fui recebida pelo responsável pelo espaço, o Técnico Felipe Guedes. O Laboratório existe desde a década de 1920, mas passou por um longo período sem ser utilizado, de 1994 a 2014. O Técnico me esclareceu que a grande sala que atualmente é utilizada como Laboratório de Física, parece ter sido utilizada anteriormente como laboratório para as disciplinas de Física, Química e Biologia simultaneamente, isto é, para as Ciências da Natureza. O espaço conta com grande número de equipamentos que abordam os conteúdos dos três anos do ensino médio. A maior parte deles é antiga e importada, portanto com manuais em outras línguas (alemão, francês, etc.), o que dificulta um pouco o trabalho de manutenção e calibração dos mesmos. Por essa razão, eles estão retornando à atividade aos poucos, mas, paralelamente a esse trabalho de colocar em funcionamento esse acervo mais antigo, professores e técnico estão desenvolvendo experimentos de baixo custo. Marcia Meneguite

Primeiros passos no Colégio Pedro II

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Minha primeira observação no CP II foi numa aula no Laboratório de Informática (próximo à portaria). Os alunos trabalhavam em pequenos grupos, utilizando uma simulação dos movimentos uniforme e uniformemente variado no computador e respondiam a problemas que faziam parte de uma avaliação formativa. Para isso, discutiam sobre os problemas, rascunhavam seus cálculos em seus cadernos e depois os transcreviam para um formulário no computador que seria enviado ao professor. Pude perceber nessa oportunidade que os alunos se mostravam muito concentrados na execução da tarefa e tiravam muitas dúvidas com seu professor. Marcia Meneguite