ROTEIROS PARA AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA

Pesquisando referências para uma aula de prática sobre ENERGIA MECÂNICA E SUA CONSERVAÇÃO ou sobre CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO E COLISÕES, encontrei dois sites repletos de roteiros para aulas práticas de física.

O primeiro site apresenta 184 roteiros elaborados pelo Professor Ernest Julius Sporket e pelo então Técnico de Laboratório Luiz André Mützenberg.

Mutzenberg 2

http://ead.liberato.com.br/~mitza/rap.htm

O segundo site apresenta a continuação do trabalho do Professor Luiz André Mützenberg: 96 roteiros revisados e separados por áreas, unidades e capítulos. E, parece que esse número vai crescer muito!

Mutzenberg 1

http://ead.liberato.com.br/~mitza/rap.htm

Últimos acessos em 18/10/2015.

Seminário de Área – PRD 2015

Aqui vou centralizar as informações sobre o seminário de área que ocorrerá no dia 07/11/2015 – sábado em São Cristóvão!

  • Apenas os professores que expuserem seus trabalhos receberam certificado de apresentação, não bastando encaminhar a intenção de apresentar.
  • Este seminário fornecerá 15 horas de atividade de Seminário, em três turnos de 5 horas cada, com listas de presença independentes (portanto não esqueçam de assinar a lista de presença).
  • No link você baixa o modelo do banner a ser apresentado no dia 07/11/2015
  • O modelo do banner está formatado com 120 cm de comprimento por 90 cm de largura mas, como agora cada grupo (ou residente) será responsável pela elaboração e impressão do seu, podem optar pelos tamanhos associados a preços mais convenientes nas gráficas que procurarem que apresentem bem seus trabalhos. Lembro que no dia 07/11/2015 os residentes devem chegar para pendurar seus banners no local reservado e, retirá-los ao final do evento. Aqueles que participarem da elaboração dos banners receberão 5h além das 15 possíveis pela presença nos 3 turnos do no seminário.
  • Sobre o Banner pode ser um por supervisor ou um por residente. Portanto, temos que decidir isso com uma certa urgência!

EQUILÍBRIO DA PARTÍCULA E DO CORPO EXTENSO Objetos de Aprendizagem

Fragelli 1Fragelli 2

Durante a pesquisa por questões sobre Equilíbrio da Partícula e do Corpo Extenso encontrei dois trabalhos muito interessantes sobre o assunto: P.O.N.T.O.S – EQUILÍBRIO DE PARTÍCULAS e EQUILÍBRIO DE CORPOS RÍGIDOS, ambos do mesmo autor, Prof. Dr. Ricardo Fragelli da Universidade de Brasilia.

O primeiro Objeto de Aprendizagem foi elaborado pelo referido professor durante seu doutorado, concorreu e ganhou em 2006 o Concurso da Rede Internacional Virtual de Educação – RIVED. Hoje, este trabalho faz parte do BANCO INTERNACIONAL DE OBJETOS EDUCACIONAIS como Ensino Médio: Física: Animações/Simulações.

Os dois trabalhos se encontram nos dois primeiros links abaixo. E a menção do prêmio obtido por Ricardo Fragelli/UnB está no último link.

http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/bitstream/handle/mec/843/index.html

http://www.mecanicavetorial.com/equilibrio/

http://www.unb.br/sobre/ft

Últimos acessos em 13/09/2015.

Oficina Projetos de Aprendizagem – dia 01

A oficina

Os detalhes de como a oficina será realizada se encontram aqui.

Apresentação da Oficina

Tarefas para o 2º Encontro

  • Preencher o Formulário on-line;
  • Cadastrar no Fórum;
  • Publicar dentro do cronograma o projeto de aprendizagem;
  • Apresentá-lo no nosso próximo encontro;
  • Avaliarmos os projetos de aprendizagem;

Cronograna da Oficina

  • 07/07/2015 – 1º Encontro Presencial (apresentação dos objetivos) da Oficina
  • 17/07/2015 – Determinação/Redação dos itens 1, 2 e 3 do roteiro.
  • 24/07/2015 – Determinação/redação dos itens 4, 5 e 6 do roteiro.
  • 31/07/2015 – Determinação/Redação do item 7 do roteiro.
  • 06/08/2015 – 2º Encontro Presencial (apresentação/avaliação dos Projetos desenvolvidos)

Referências Acadêmicas

Artigos acadêmicos sobre Projetos de Aprendizagem acessíveis a um clique do mouse podem ser vistos aqui.

Sala de Aula Invertida

SALA DE AULA INVERTIDA Aula invertida é todo tipo de aula que utilize recursos pedagógicos diferenciados facilitadores para que o aluno consiga estudar anteriormente sozinho e ao chegar na sala de aula já conheça o assunto abordado, ao contrário das aulas tradicionais, visto que o professor será apenas uma pessoa que vai organizar o pensamento do aluno, levar atividades como: exercícios, tirar dúvidas, propor desafios, fazer debates, dentre outros e, não apresentar o conteúdo durante as aulas como é feito nas aulas tradicionais. A preparação de uma aula invertida é preparada pelo professor com antecedência para que o aluno estude para o dia da aula, sendo que o professor utiliza os recursos pedagógicos mais variados possíveis podendo utilizar vídeos, simulações ou jogos como ferramenta para explorar os conteúdos de maneira mais dinâmica e interativa como incentiva Vygotsky. Que define uma aula completa a partir da qual o professor utiliza todos os recursos pedagógicos disponíveis como um todo e se puder criar recursos novos será ainda mais rica a abordagem do conteúdo. Ainda que para esta elaboração consuma um tempo maior no seu planejamento.

Já a entrevista postada no blogue, define aula invertida com um enfoque somente em vídeos com simulações de curta duração, para que o aluno não perca o foco ou se distraia, visto que os alunos não permanecem concentrados em nenhuma atividade com duração superior a 10 minutos e foi falado também que o melhor resultado são de vídeos com duração de 5 a 8 minutos. E a melhor estratégia para atrair os alunos a assistirem os vídeos é quando o próprio professor monta os vídeos e sem editá-los.

Contudo, em pesquisas científicas que tratam o trabalho sobre aula invertida utilizarem todos os recursos pedagógicos como um bom método de abordagem científica mais próxima da realidade e vivência do aluno e baseando-se na teoria de Vygotsky e a entrevista da revista utilizada no blogue que fala apenas do recurso do vídeo, podemos concluir que o exemplo acima citado é apenas uma única parte do método em questão. Então, quando um professor enriquece suas aulas utilizando estas ferramentas que a tecnologia nos proporciona, diminuímos a distância entre a linguagem formal da escola e a informal trazida pelo aluno. Não podemos deixar de citar se uma aula invertida funcionaria em um contexto como o das escolas estaduais de ensino, o que torna um desafio utilizá-la como recurso pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento

Leitura para o embasamento teórico: ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DE DEMONSTRAÇÕES EM SALA DE AULA: Uma análise segundo o referencial da teoria de Vygotsky

PRD-Centro: Um freio de arrumação

Introdução

O contexto: Esta é minha segunda experiência de orientação (primeira com colegas professores) e o PRD é um projeto novo! Assim temos desafios e possibilidades!

Desafios

  • Em junho (dia 07 precisamente) tenho que apresentar um balanço das horas de atividades dos Professores Residentes. Então preciso sentar com cada uma de vocês para fecharmos essa “contabilidade”!
  • Temos que “vislumbar” o que será feito na Escola de Vocês! Mas ainda não temos o levantamento do perfil das suas comunidades!
  • Ainda não temos os referenciais teóricos que vocês pretendem seguir!
  • O uso do blogue não tem sido muito eficiente na nossa comunicação/produtividade! 🙁

Possibilidades

Gostaria de perguntar a vocês (respondam nos comentários) se preferem algo mais estruturado?

  • Seria melhor encontros individuais, presenciais e com um pauta bem definida?
  • É desejável/necessário mais (ou menos) propostas de atividades e/ou tarefas?
  • Após esse nosso período inicial, o que vocês julgam que temos que mudar para que, em dezembro de 2015 as duas tenham um projeto de intervenção na escola de vocês realizado e pronto para ser escrito e posteriormente (fevereiro de 2016) defendido?

Sobre a Secretaria do CP II/Centro

secretaria

Na visita à secretaria fui recebida pela funcionária Elisa Rangel.

A secretaria é a seção responsável pela matrícula dos alunos novos e renovação de matrícula dos antigos alunos. Ao ingressar no CPII, é aberta para cada estudante uma pasta onde toda a vida escolar do mesmo fica documentada, esta pasta somente será arquivada quando o aluno deixar o CPII (por conclusão, transferência ou jubilamento).

Este setor também é responsável pela montagem das turmas, pela confecção dos diários de classe, por seu arquivamento no final do ano letivo e pela confecção das cadernetas.

É nesta seção que são emitidos os boletins, as declarações, os históricos e os certificados. Realiza ainda o trancamento e destrancamento de matrícula e a emissão de guia de transferência.

Na secretaria são recebidos os pedidos de reposição das avaliações e também de suas revisões, de isenção de participação nas aulas de educação física, entre outras solicitações.

Além disso, a secretaria é responsável pelo assentamento (lançamento) das notas e faltas no sistema, arquivamento dos canhotos de notas e faltas elaboradas pelos professores e geração de mapas de notas e faltas para os conselhos de classe, geração de gráficos de desempenhos das turmas, diversos levantamentos com relação aos alunos e o censo escolar.

Por fim, esta seção é responsável também pela galeria de fotos.

Enfim, atende alunos, responsáveis e professores, mas cabe destacar que a secretaria atende às diversas solicitações dos estudantes após a passagem pela Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica – SESOP.

Marcia Meneguite

Sobre o SESOP – Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica do CP II/Centro

sesop

Na visita ao SESOP, Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica, fui recebida pela funcionária Marisa Gomes.

Esta seção realiza a triagem dos problemas e faz os encaminhamentos adequados, participa da escolha de alunos representantes e de professores conselheiros e colabora com as reuniões de responsáveis e com os conselhos de classe.

Este setor contribui para a identificação e/ou age nos problemas de indisciplina e de aprendizagem dos alunos e realiza encaminhamento de estudantes com necessidades especiais para o NAPNE (Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas). Cabe destacar aqui que alunos que aparentem ter problemas psicológicos e/ou psiquiátricos também são encaminhados a este núcleo para uma análise mais aprofundada.

Os técnicos do SESOP, que atuam em duas frentes, administrativa e pedagógica, ficam responsáveis por todas as turmas de um determinado ano e atendem às demandas específicas deste ano.

Esta seção também divulga, para estudantes do ensino médio, estágios em diversas instituições de ensino e pesquisa conveniadas ao CPII, mantêm os alunos-concluintes, os do 3º ano do ensino médio, informados sobre tudo que diz respeito ao acesso ao ensino superior e os leva a eventos como universidade de portas abertas, entre outros.

Atende estudantes e responsáveis nos pedidos de saídas antecipadas e justificativas de faltas, permitindo então que sejam solicitadas reposições de avaliações e dispensas de aulas.

E, por fim, é este setor responsável pela distribuição dos livros didáticos a todos os estudantes.

O SESOP atende, portanto, aos discentes, a seus responsáveis e aos docentes.

Marcia Meneguite

Produção de Disrupção na Escola…

PNLD 2015

Nossos jovens e nós vivemos numa sociedade onde a informação é cada vez mais abundante. Diariamente temos acesso a uma quantidade cada vez maior de informação, e consequentemente uma informação é classificada como antiga cada vez mais rapidamente.

Inúmeras informações de cunho científico que constam dos currículos escolares e que poderiam ser classificadas como antigas, são ainda extremamente importantes no nosso cotidiano, mas acredito que o enfoque deve ser mudado, pois é desejável e útil que nossos jovens compreendam como as coisas funcionam para utilizá-las melhor. Há muitos anos, os documentos oficiais recomendam que os conteúdos programáticos sejam contextualizados e que seja destacado o caráter interdisciplinar de um conteúdo, sempre que for o caso.

Nas escolas públicas, as abordagens do processo ensino-aprendizagem mais comuns ainda são as conservadoras e poucos são os recursos didáticos oferecidos nestas escolas. Acredito que grande parte da mudança deva ocorrer na forma que a aula ocorre. Nesse ponto faço duas observações: podemos verificar que os alunos tem um tempo de concentração cada vez menor e não estão desenvolvendo, conforme o esperado, sua autonomia. Por outro lado, nós os professores estamos acomodados nas abordagens conservadoras a maior parte do tempo, por falta de reflexão e critica sobre nossa própria prática e/ou por conformismo em relação as nossas condições de trabalho. Gostaria de experimentar uma abordagem que despertasse no aluno o interesse pelos conteúdos, destacando o caráter interdisciplinar e contextualizado dos mesmos, e a responsabilidade pelo seu próprio processo de aprendizagem.

Aulas expositivas sempre terão seu lugar, assim como, as avaliações tradicionais (testes e provas escritas), mas um curso em que elas sejam os únicos meios de trabalho dos conteúdos se revela, atualmente, pouco eficiente.

Temos muitas limitações: turmas enormes (às vezes, passa dos 50 alunos), pequena carga horária (2 tempos por semana), laboratórios de ciências e de informática fora de uso, número insuficiente de equipamentos multimídia, ou equipamentos com defeito, ou ainda, a ausência deles, salas de leitura (biblioteca) com pequeno acervo, e por fim, chega a faltar até tinta para nossas canetas (recargas). Mas, também temos opções para tentar melhorar nossa prática: experimentos de baixo custo, blog com textos, pequenos vídeos, fotos, gráficos, entre outros recursos que podem ser acessados em casa (ou em qualquer outro local), e processos mais ativos de ensino-aprendizagem como o método de projetos. 

Utilizo timidamente as redes sociais para me comunicar com os jovens. Através das redes compartilho com eles pequenas biografias de cientistas, avisos de inscrições para os vestibulares e ENEM, exposições, cursos, oportunidades para inserção no mercado de trabalho (programa jovem aprendiz), pequenos vídeos, informações sobre carreiras entre outras tantas coisas. Em 2014, fui à biblioteca da escola e peguei emprestados vários livros paradidáticos de física e de ciências, li e compartilhei nas redes sociais pequenas críticas especificamente para eles, esclarecendo se a leitura era mais leve ou não, se ajudava no entendimento do conteúdo trabalhado em sala, se era mais aprofundado ou mais abrangente, etc. Essa prática despertou o interesse de alguns pelos livros da biblioteca. Mas, acredito que um blog daria uma contribuição mais enriquecedora ao que for trabalhado na escola, que os experimentos de baixo custo demonstrariam concretamente conteúdos tão abstratos (qualitativamente) e que o método de projetos poderia contribuir para desenvolver a autonomia dos jovens. 

Já perguntei se eles gostariam de um blog, alguns responderam que sim, outros se mostravam apáticos, mas acredito que vale a pena fazer um levantamento para verificar realmente o que eles acham. Sondei também sobre o método de projetos e verifiquei que alguns ficaram animados com a possibilidade de um trabalho diferente. Lembro de uma pequena pesquisa sobre motivação e sobre os vários aspectos que influenciam no processo ensino-aprendizagem que poderia ser atualizada e refeita com os jovens.