Sobre o SESOP – Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica do CP II/Centro

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Na visita ao SESOP, Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica, fui recebida pela funcionária Marisa Gomes.

Esta seção realiza a triagem dos problemas e faz os encaminhamentos adequados, participa da escolha de alunos representantes e de professores conselheiros e colabora com as reuniões de responsáveis e com os conselhos de classe.

Este setor contribui para a identificação e/ou age nos problemas de indisciplina e de aprendizagem dos alunos e realiza encaminhamento de estudantes com necessidades especiais para o NAPNE (Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas). Cabe destacar aqui que alunos que aparentem ter problemas psicológicos e/ou psiquiátricos também são encaminhados a este núcleo para uma análise mais aprofundada.

Os técnicos do SESOP, que atuam em duas frentes, administrativa e pedagógica, ficam responsáveis por todas as turmas de um determinado ano e atendem às demandas específicas deste ano.

Esta seção também divulga, para estudantes do ensino médio, estágios em diversas instituições de ensino e pesquisa conveniadas ao CPII, mantêm os alunos-concluintes, os do 3º ano do ensino médio, informados sobre tudo que diz respeito ao acesso ao ensino superior e os leva a eventos como universidade de portas abertas, entre outros.

Atende estudantes e responsáveis nos pedidos de saídas antecipadas e justificativas de faltas, permitindo então que sejam solicitadas reposições de avaliações e dispensas de aulas.

E, por fim, é este setor responsável pela distribuição dos livros didáticos a todos os estudantes.

O SESOP atende, portanto, aos discentes, a seus responsáveis e aos docentes.

Marcia Meneguite

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2 respostas para Sobre o SESOP – Seção de Supervisão e Orientação Pedagógica do CP II/Centro

  1. Sérgio Lima diz:

    Opa Márcia,

    Muito bom. Não sei se já comentei, mas o seu texto é muito bom. A sua produção escrita promete.

    • Marcia Meneguite diz:

      Obrigada! Sou de uma geração que aprendeu a escrever e falar razoavelmente bem na escola pública, no meu caso municipal em Realengo.

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