Relatório de Replicação: IVª Atividade de Aprendizagem – Leis de Newton

1.Cabeçalho
Colégio Pedro II – U.E.Centro
Daniel Viegas nº9
Fábio Cortes nº11
Mirza Cristina nº 26
Thamyres Pereira nº 31
Turma: 104

  1. Licença:

Atividade IV is licensed under a Creative Commons Atribuição-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.

  1. Materiais necessários:
    – Bloco A de massa 0,34 kg
    – Bloco B de massa 0,145 kg
    – Fio de nylon
    – Polia fixa
    – Cronômetro e Régua

µe = 0,5 = µ estático
µd = 0,4 = µ dinâmico
x = Cateto Oposto
y = Cateto Adjacente
d = dispersão
T = tempo
S = Espaço = 50cm

-> Nosso trabalho e o trabalho de componentes Thadeu, Natan, Alessandra e Luan podem conter semelhanças, pois usamos o mesmo bloco para medirmos a Força de Atrito e as mesmas 3 medidas, por consequência, mesmo µe e µd

-> No laboratório, encontramos um µ estático de 0,5 e, como consideramos que o µ dinâmico = 0,8. µ estático, achamos como µ dinâmico 0,4. Achamos esse µ através de 3 medições (já que o µ é igual a cateto oposto/cateto adjacente) apresentadas abaixo :

X1 = 44,5cm
X2 = 42,0cm
X3 = 37,5cm

Xmédio = [x1+x2+x3]/3
Xmédio = [44,5 + 42,0 + 37,5]/3
Xmédio ≈ 41,3cm

-> A dispersão dos catetos e a dispersão média nós adquirimos através das contas.

X1 – xmédio = d1 = |44,5 – 41,3| = 3,2
X2 – xmédio = d2 = |42,0 – 41,3| = 0,7
X3 – xmédio = d3 = |37,5 – 41,3| = – 3,8

Dmédio = [d1+d2+d3]/3
Dmédio = [3,2 + 0,7 + 3,8]/3 ≈ 2,6

-> Então deduzimos que o cateto oposto é 41,3 ± 2,6cm. Uma vez achado isso, mais o cateto adjacente, que é 80 cm ± 0,1 cm (imprecisão do instrumento), podemos calcular a incerteza de µ, que é:

dµe = [(dx)/x + (dy)/y] . x/y
dµe = [(y . dx + x . dy) / x.y] . x/y
dµe = [y . dx + x . dy]/y²
dµe = [80 . 2,6 + 41,3 . 0,1]/6400
dµe = [208 + 4,13]/6400 ≈ 0,03
µe = 0,5 ± 0,03

dµd = dµe . 0,8 + d0,8 . µe
dµd = 0,03 . 0,8 + 0 . 0,5
dµd ≈ 0,02
µd = 0,4 ± 0,02

-> Para achar um tempo médio, fizemos a medição, fizemos a medição 5 vezes e calculamos o tempo médio e a dispersão média :

T1 = 1,1
T2 = 1,0
T3 = 1,1
T4 = 1,1
T5 = 1,2
Tmédio = [T1+T2+T3+T4+T5]/5 = [1,1 + 1,0 + 1,1 + 1,1 + 1,2]/5 = 1,1 segundos

T1 – Tmédio = d1 = 1,1 – 1,1 = 0,0
T2 – Tmédio = d2 = 1,0 – 1,1 = -0,1
T3 – Tmédio = d3 = 1,1 – 1,1 = 0,0
T4 – Tmédio = d4 = 1,1 – 1,1 = 0,0
T5 – Tmédio = d5 = 1,2 – 1,1 = 0,1

Dmédio = [d1 + d2 + d3 + d4 + d5]/5 = 0,04
Tmédio ± dmédio = 1,1 ± 0,04 segundos

-> A aceleração esperada, medida dinamicamente, é achada através da identificação das forças do sitema, que ficaria Pb – Fat = mt . a que simplificando temos :

a = [g(m2 – µ . m1)]/m1+m2
a = [9,8(0,145 – 0,4 . 0,34)]/0,485
a = 0,0882/0,485 ≈ 0,2m/s² ou 20cm/s²

-> Para acharmos a aceleração cinematicamente, a aceleração que encontramos no laboratório, usamo uma formula que será apresentada abaixo, junto com seu cálculo de propagação de erro :

a = 2s/t²
a = 1/1,21 ≈ 0,8 m/s² ou 80 m/s²

da = [(ds)/s +(2dt)/t] . 2s/t²
da = [(t . ds + 2 . dt . s)/s . t] . 2s/t²
da = [2 . t . ds + 4 . dt . s]/t³
da = [2 . 1,1 . 0,001 + 4 . 0,04]/1,1³
da = [0,0022 + 0,08]/1,331 ≈ 0,1

-> Então descobrimos que a aceleração do laboratório é 0,8 m/s² ± 0,1m/s². A diferença da aceleração se deve a vários fatores, tais como a polia e o fio não serem ideais e a medição ser sem precisão, pois quem realiza são humanos, e humanos cometem erros.

  1. Passo a passo:
    Primeiro escolhemos o valor das massas que seriam utilizadas. Utilizamos algumas massas que estavam no laboratório já com valores previamente estabelecidos. Separamos o material necessário: réguas, relógio, tabela dos dados, massas, etc.

Procedemos de maneira devida para determinar o atrito, medimos cinematicamente a aceleração e estimamos os erros experimentais.
Descobrimos o valor teórico esperado, aceleração determinada dinamicamente.
Usamos blocos de madeira com massa previamente estabelecidas onde amarramos um fio de nylon e passamos o mesmo pela polia fixa onde amarramos alguns pesos, escolhidos por nós para que o movimento fosse estabelecido. O bloco ficava sobre uma superfície que exercia força de atrito e devíamos estabelecer a massa dos dois corpos presentes no esquema para poder encontrar a força de atrito ideal a partir de uma medida a ser percorrida escolhida também pelo grupo. Para medir o µ levantamos o plano horizontal e medimos seu cateto até chegar ao ponto em que o bloco de madeira se movimentasse. A aceleração foi medida de forma cinemática a partir da fórmula A = 2s/t² depois calculamos a dispersão de erro dos cálculos e concluímos nosso trabalho.

Um erro que pode acontecer facilmente nese trabalho é o µd ser o que será usado na formula para adquirir a aceleração dinamicamente e o µe ser o que achamos no laboratório, através da eminência do bloco quando inclinavamos o bloco, uma dificuldade vencida através do raciocínio ;)

Prof. Sérgio Lima, em Tiradentes, apontando para uma da igrejas ao fundo.

Sobre Prof. Sérgio Lima

Prof. Física no Colégio Pedro II, entusiasta de aprendizagens colaborativas e de Recursos Educacionais Abertos.
Esta entrada foi publicada em Física. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

To respond on your own website, enter the URL of your response which should contain a link to this post's permalink URL. Your response will then appear (possibly after moderation) on this page. Want to update or remove your response? Update or delete your post and re-enter your post's URL again. (Find out more about Webmentions.)