Rede Social do Aprendendo Física

Conectando-se para aprender Física

Rede Social do Aprendendo Física - Conectando-se para aprender Física

Projeto Bebedouro

Versão 1.2 Essa atividade é FACULTATIVA e vale até 1,0 ponto

Introdução

Jato dágua

Jato dágua


Como atividade de aprendizagem de física vamos aplicar um pouco do que aprendemos (ou estamos aprendendo) sobre CINEMÁTICA para estimarmos a velocidade de lançamento de moléculas de água num jato oblíquo.

Objetivos

Entre os objetivos gerais deste projeto de aprendizagem temos:

Gerais

  • Aprender como se aprende Física;
  • Trabalhar colaborativamente e em grupos;
  • Gerenciar informações e transformá-las em conhecimento;
  • Usar as TICs como ferramentas de aprendizagem;
  • Aprender em Redes Colaborativas de Aprendizagem.
  • Conectar-se a outras pessoas ou base de dados para aprender

Específicos

Entre os objetivos específicos deste projeto podemos citar:

  • Estimar, experimentalmente, velocidades de lançamentos oblíquos;
  • Avaliar, com base na teoria, o que precisa ser mensurado para a determinação de uma dada grandeza física;
  • Planejar uma medição física;
  • Refletir criticamente sobre resultados experimentais, com base na teoria estudada (ou que se está aprendendo!).

A Atividade

O grupo (entre 2 e 4 alunos) deve estimar qual o módulo da velocidade de saída de um jato de água (pode ser de um bebedouro ou de uma mangueira de jardim). Para isso devem discutir, entre si, que grandezas devem ser medidas, como essas grandezas serão mensuradas (metodologia e instrumentos) e implementar a medida para realizar a estimativa.

A discussão pode ser feita entre os integrantes do grupo (presencialmente) e/ou entre os vários grupos (usando os comentários desse texto ou nosso fórum). Pode-se discutir as propostas de execução do projeto com o professor, no horário do apoio ou nos últimos 15 minutos da aula de física.

Os grupos devem publicar (no blogue) um breve roteiro sobre como vão estimar o módulo da velocidade de saída do jato de água. Esse breve roteiro deve, obrigatoriamente, conter:

  • Quais grandezas físicas são importantes para a estimativa da velocidade de lançamento (justificando teoricamente!);
  • Quais os procedimentos que serão utilizados para a medição dessas grandezas, justificando-os;
  • Que instrumentos serão necessários para as medições;
  • Como os dados coletados serão tratados matematicamente (modelo físico utilizado);

Para simplificar as coisas, não faremos a propagação de erros das medidas! Assim, o que teremos é apenas uma estimativa rudimentar desse valor!

É incentivado que os grupos interajam entre si, discutindo as suas propostas (via comentários neste texto ou usando o fórum), criticando-as, mas cada grupo deve elaborar o seu roteiro para publicá-lo aqui no blogue!

Cronograma

  • Até 16 de maio de 2013 d.C, publicar no blogue (aqui) (com o cabeçalho padrão) o roteiro do experimento. (caso não façam essa etapa neste prazo a atividade não será avaliada!)
  • Até 28 de maio de 2013 d.C, publicar no blogue (aqui) (com o cabeçalho padrão) a estimativa encontrada, com os dados experimentais e uma sucinta discussão de como o resultado foi obtido.

Outros

Este projeto terá nota máxima de 1.0 ponto. Até 0,5 ponto para a originalidade e correção física do roteiro e até 0,5 ponto para o resultado final (publicado no blogue dentro do prazo! O processo (aprendizagens) é mais importante que o produto (nota)!

Dúvidas, sugestões e reclamações (nesta ordem) usem os comentários.

Projeto de Aprendizagem #1 – Velocidade Média

Introdução

Este é nosso primeiro projeto de aprendizagem de 2011. A ideia básica é determinar velocidades médias de corrida de uma pessoa para distâncias diferentes e aplicar um pouco do método científico para investigar a seguinte hipótese: “A velocidade média de uma mesma pessoa tende a diminuir para distâncias maiores”. Este projeto é uma remixagem deste aqui: Caminhada, Corrida e a Determinação da Velocidade, dos autores:Emerson Santos, Luís Paulo Piassi e Rui Vieira.

Projeto Velocidade Média em 2009

Objetivos

Gerais

Entre os objetivos gerais deste projeto de aprendizagem temos:

  • - Aprender como se aprende Física;
  • - Trabalhar colaborativamente e em grupos;
  • - Gerenciar informações e transformá-las em Conhecimento;
  • - Usar as TICs como ferramentas de aprendizagem;
  • - Aprender em Redes Colaborativas de Aprendizagem.
  • - Conectar-se a outras pessoas ou base de dados para aprender

Específicos

Entre os objetivos específicos deste projeto podemos citar:

  • - Determinar experimentalmente velocidades médias;
  • - Entender o conceito de velocidade média e instântanea;
  • - Compreender a necessidade de estimar erros em medidas experimentais;
  • - Compreender o significado de Algarismos Significativos;
  • - Desenvolver a habilidade de apresentar resultados e ideias físicas;

A Atividade

Cada grupo de 4 alunos vai preparar um roteiro (publicado aqui no blogue, na categoria: Atividade-Alunos e 2011! até o dia 04/04/2011) para a determinação experimental de velocidades médias correndo de um dos integrantes do grupo para, pelo menos, 3 distâncias diferentes.

O roteiro deve, obrigatoriamente, indicar:

  • - Quais grandezas físicas são importantes para a determinação das velocidades;
  • - Quais os procedimentos que serão utilizados para a medição dessas grandezas, justificando-os;
  • - Quais as incertezas das medidas e como estimá-las;
  • - Que instrumentos serão necessários para as medidas;
  • - Como os dados coletados serão tratados matematicamente;

É incentivado que os grupos interajam entre si, discutindo as suas propostas (via comentários neste texto ou usando o fórum), criticando-as, mas cada grupo deve elaborar o seu roteiro para publicá-lo aqui no blogue!

O Experimento

As medidas experimentais serão feitas na Escola, no horário da aula de física, provavelmente na quadra de esportes (dias 05/04 e 07/04). Maiores detalhes sobre as atividades deste dia, serão publicadas aqui!

Publicando os Resultados

Os resultados experimentais deverão ser publicados aqui no blogue nas categorias “experimentos, “relatório” e “sua turma” (2102 ou 2104 ou 2106 ou 2108) seguindo, obrigatoriamente, a seguinte estrutura:

  • - Identificação dos Integrantes (Escola, Nome e Turma);
  • - Tabela com os dados experimentais medidos e com as velocidades calculadas (com o número correto de algarismos significativos);
  • - Análise/confrontação da hipótese com os dados experimentais. Aqui os alunos “tentarão inferir se é possível” com os dados experimentais refutar ou corroborar a hipótese levantada, justificando.
  • - Licença de Distribuição do Trabalho. Os alunos deverão escolher uma das licenças Creative Commons para a publicação do trabalho. Mais sobre este item leiam aqui e aqui.

Cronograma

Cada uma destas etapas deverá seguir o prazo para a realização dos mesmos!

  • - Primeira etapa: Elaborar o roteiro do experimento – até 04/04/2011 d.C.;
  • - Segunda etapa: Efetuar o Experimento – 05 e 07/04/2011 d.C.;
  • - Terceira etapa: Redigir o Relatório do Experimento até 12/04/2011 d.C.

Não deixem para a última hora!

Nota, este câncer da Escola

Embora o objetivo da atividade seja aprender física, aprender a pesquisar e aprender a aprender, há uma necessidade formal de se atribuir uma nota para produção dos alunos! A avaliação do que os alunos aprendem neste projeto deveria ser feita no processo de interação do professor com os alunos e com a produção destes.

Isto não é de modo algum fácil na nossa estrutura de massa (muitos alunos para o professor atender)! Não obstante a isto, a atribuição da nota desta atividade será assim realizada:

  • Até 1,0 ponto para os roteiros do experimento do grupo. Será avaliado coerência e correção conceitual.
  • Até 1,0 ponto pela participação na realização efetiva do experimento. Compreensão do que se está fazendo será observada, na medida do possível.
  • Até 1,0 ponto pela qualidade conceitual e escrita do Relatório do experimento.

Deveria ficar óbvio que a avaliação é uma coisa diferente da atribuição de notas! Cada um deveria se encarregar de avaliar, a si próprio, sobre o que aprendeu ou não aprendeu!

Ao professor cabe tentar identificar, grosseiramente, as aprendizagens que ficam explícitas nas atividades do grupo e atribuir a isto uma nota. É o que farei :-)

Referências

Os apontadores/links abaixo são referências para os alunos pesquisarem e estudarem na elaboração e realização deste projeto de aprendizagem:

Dúvidas? Reclamações? Sugestões? Use o formulário de comentários aqui em baixo!

Sobre a Relatividade dos Movimentos e os Mapas

O conhecimento só é útil se pode resolver um problema real ou se produz prazer estético ou cognitivo” Prof. Sérgio F. Lima

Mafalda e os Mapas Suleados

Mafalda e os Mapas Suleados

A parte da Física que estuda a descrição dos movimentos é a Cinemática. A maior parte dos textos de física começam seu estudo a partir de formalizações “abstratas” dos conceitos que utilizamos para descrever os movimentos: posição, velocidade, aceleração, trajetórias, referenciais.

Alunos (e professores) resolvem questões e problemas (acadêmicos) de cinemática mas deixam passar despercebido uma aplicação prática da cinemática: Os Mapas.

Por isso, começamos nossa discussão de cinemática com a discussão sobre os mapas e como, no Brasil, a maior parte das pessoas faz um uso “cinematicamente inadequado” dos mapas, por ignorar o conceito fundamental. Toda descrição de movimentos (posições, no caso dos mapas) é relativa e depende do observador (referencial).

Logo dois observadores diferentes (usando referenciais diferentes) devem fazer descrições diferentes da mesma posição. Não faz sentido, para o uso de mapas (nem na prática nem na teoria) s eusar os mapas da mesma forma em pontos diferentes do espaço.

Para uma descrição mais completa e formal (com exemplos) desta questão, que começamos na sala de aula, sugiro que leiam este texto: Cinemática dos Mapas.

Ainda neste ano, retomaremos a este tema para uma atividade prática de aprendizagem. Permaneçam ligados.