RELATÓRIO FINAL – PROJETO LEIS DE NEWTON

Colégio Pedro II

Nomes: Carolina Carvalho

Matheus Costa nº: 24

Walnir Araujo nº: 33

Retificação do roteiro

Em relação a polia onde se encontra que a linha deveria deslizar sobre a polia, isso está errado,

pois o modo correto seria que a linha não deslizasse.

Dados :

Ma – 0,276 Kg

Mb = 0,178 Kg

g = 9,8 m/s²

h = 0,24 m

Xm = 0,11 m ( ”x” médio )

Tm = 0,40 seg ( tempo médio )

Fórmulas

a = Ma -  μ.Mb.g/Ma + Mb

μ= Ma.h/(Ma + Mb).x + Mb.h 

S = V Tm²/2

As incertezas

O experimento foi feito duas vezes marcando os tempos 0,38 e 0, 42 seg, tendo como tempo médio o,40 seg. As medidas por mais que se tente medi-las da forma

correta sabemos que haverá a incerteza de milésimos. E a medida x também variou de 0,10 m para 0,12 m, tendo como média 0,11m.

Primeiramente utilizamos a segunda fórmula a fim de calcularmos o coeficiente de atrito.

μ = 0,276 . 0,24 / (0,276 + 0,178) 0,11 + 0,178 . 0,24

μ é aproximadamente igual a 0,013 N/m 

                    Depois nós substituímos este resultado acima na primeira fórmula a fim de calcularmos a aceleração teórica.

a = 0,276 – 0,013 . 0,178 . 9,8 / 0,276 + 0,178

a é aproximadamente igual a 0,562 m/s² 

E para calcularmos a aceleração experimental substituímos os valores conhecidos na terceira fórmula.

  0,24 = a . 0,4 ²

a = 3 m/s²

Para tentar trazer uma maior precisão ( se é que é possível fazer isso ) o grupo realizou duas vezes o experimento, e as medidas de tempo e distância tem suas incertezas também como a marcação do tempo e a própria medição em questão que pode interferir no resultado do experimento.

Podemos observar que as acelerações: teórica e experimental; não são iguais e isso se deve as incertezas, assim como, na aceleração teórica, que não é considerado a resistência do ar.

Roteiro de Replicação do Experimento

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Turma: 2104, 1º ano – 2011

Grupo: Anna Maués

Bruno Bernhardt

Stefany Scaler

Yuri Sousa

  Licença Creative Commons
Relatório do 3º projeto de fisica de Anna Maués, Bruno Bernhardt, Stefany Scaler e Yuri Sousa é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil.

ROTEIRO DE REPLICAÇÃO DO EXPERIMENTO

  • O presente texto, tem como objetivo compor a última etapa do Projeto Leis de Newton, seguindo o roteiro anteriormente publicado, onde teríamos de reproduzir no Laboratório de Física uma simulação com o intuito de  medirmos o coeficiente de atrito entre um bloco e uma superfície, por deslizamento.
  •  A primeira observação a ser ressaltada é a não-equivalência de uma simulação a um experimento real, uma vez que na primeira, trata-se de uma situação ideal, livre de fatores externos e no segundo, torna-se difícil o controle de determinados erros, por serem imprevisíveis.
  • A partir da análise da simulação observamos que:
1. Sob o bloco A atuam o  peso mAg e a tensão da corda T (até o ponto O)
2. Sob o bloco B atuam o  peso mBg, a tensão da corda T (até o ponto O), a reação da superfície N=mBg e a força de atrito Frk·N
A partir desses dados, pode-se estabelecer relações neste sistema, tanto cinematicamente quanto dinamicamente, chegando à fórmula do coeficiente de atrito:
  • Embasados teoricamente sobre o trabalho, parte-se à parte experimental.
  •  No dia 29/12 o nosso grupo elaborou no Laboratório a etapa experimental e fez uso de:
2 massas, uma roldana, mesa, fio de nylon, fita crepe, cronometro, balança e régua milimetrada.
As massas foram pesadas 3 vezes sucessivas e marcaram o mesmo valor:
Ma= 52g=0,52kg
Mb= 50g=0,50kg
h = 8cm=0,08m
A seguir, iniciamos o experimento e medimos o x três vezes a fim de elaborarmos uma média aritmética para reduzir, dentro do possível, os erros.
X1=6,3cm
X2=7,0cm
X3=6,3cm
X médio: 6,7 cm= 0,067m
Substituindo na fórmula enunciada anteriormente:
μk =0,52.0,08 / (0,52 + 0,5 ). 0,067 +0,5 . 0,08
Que ao colocarmos em um supercomputador achamos aproximadamente μk=0,383!
E por último, fazendo o uso dos algarismos significativos, temos: μk= 0,38 aproximadamente.
FOTOS E VÍDEOS


Relatório Trabalho de Leis de Newton

Colégio Pedro II - Unidade Escolar Centro
Turma : 2106
Ellen n :11
Fernanda Torres n: 13
Marcus n: 26
Pedro Ainbinder n :30
Sobre o Experimento:

Para realizar o experimento, que consistia em descobrir o coeficiente de atrito e comparar a 

aceleração teórica e a aceleração experimental, utilizamos dois pesos, A e B, de 100 e 140 gramas 

respectivamente, presos por um fio de nylon, de massa desprezível, para medirmos o 

delizamento, a altura, o tempo e a aceleração. O peso B foi posicionado a 15 cm de um apoio 

feito de livros para que este tivesse um lugar para para-lo e assim medirmos o deslizamento do 

bloco A. O peso A estava posicionado em cima de uma mesa de madeira polida, diminuindo o 

atrito.
Depois que soltamos os pesos, uma pessoa marcou o deslizamento enquanto outra cronometrava. 

Repetimos o experimento três vezes para reduzir as incertezas. As seguintes medidas foram 

tiradas:

Medidas (transformadas para SI):

Bloco a = 100 g  = 0,1 kg
Bloco b = 140 g = 0,14 kg
Distancia percorrida por a = 16 cm = 0,16 m
Distancia percorrida por b = 15 cm = 0,15 m = h
Deslizamento de a = 16 - 15 = 1 cm = 0,01 m
Tempo t = 1,08 s

Resolução:

μ = Ma.h / (Ma+Mb)x + Mb.h
μ = 0,14 . 0,15 / (0,14 + 0,1) . 0,16 + 0,1 . 0,15
μ = (aprox) 0,021 / 0,0384 + 0,015
μ = 0,021 / 0,0534
μ = (aprox) 0,4

Incertezas:

As incertezas se dão através da massa do fio de nylon e/ou força de tração, além de erros nas 

cronometragem e na medição de altura e deslizamento.

Roteiro de Replicação do Experimento

Nome: Guilherme Pereira Coelho –N:15

Turma:2104

 

Eu realizei o experimento no laboratório de física, onde dois blocos de massas diferentes foram ligados por um fio de nylon

 

-Massa do bloco A= 140

-Massa do bloco B= 100

-Deslocamento do bloco B (x)= 42 cm

-Altura h = 42 cm

 

convertendo…..

 

-Massa do bloco A=0,14

-Massa do bloco B=0,1

-Deslocamento do bloco B (x)=0,42

-Altura h = 0,42

 

Fórmula:

 

μ = Ma. h / (Ma+Mb). X + Mb. h

 

Cálculos do experimento:

 

μ =0,14 . 0,42/(0,14+0,1) . 0,42 . 0,42

 

μ =0,0588/0,24 . 0,42 . 0,42

 

μ =0,0588/0,04234

 

μ = 1,38876

 

 

FaT=Mi.N       N=Pb

 

FaT=1,38876 . 0,1

FaT=0,13888

 

Incertezas:

Utilizei régua e fita métrica para medir a distância ( x ) e a altura  (h) o que pode gerar erros de imprecisão dessas medidas. Como o valor de μ depende diretamente dos valores de x e h, este também terá uma imprecisão.

 

 

Observação:

O experimento real não é equivalente à simulação computacional porque simulações computacionais são produzidas em “condições ideais”, que não existem na realidade.

- Primeiro, medimos as grandezas do experimento, obtendo-as cinematicamente; elas também podem ser encontradas dinamicamente, como fizemos depois, nos cálculos.

- No experimento realizado no laboratório, as condições acabam não sendo como no simulador. Há fatores externos que podem influenciar no experimento, que não existiam na simulação, pois a mesma ocorre em condições ideais. As condições externas inteferem no resultado final do experimento podendo muitas vezes gerar erros.