Trabalho Individual de Física

Nome: Breno de Souza Mendes        Nº:5         T:2018

Considere a seguinte situação:

Duas pessoas de qualquer sexos, estão de mãos dadas, uma em frente para a outra. Cada uma empurra a outra para frente.

Na situação acima,pode-se observar a 3ª ler de newton,  que diz respeito a ação e reação.

Quando uma das pessoas empurra a outra, exercendo uma força sobre essa, esta última exerce uma força de mesma direção e intensidade, e sentido oposto sobre a primeira.

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Trabalho individual de física (Rute Bomfim)

Nome: Rute Oliveira do Bomfim
Número: 27
Turma: 2104

Efeito da força do vento em uma torre de telecominicações.
Podemos analisar atuação da força do vento em uma torre de telecomunicações,
de uma forma tal que, a velocidade do vento, faz com que surja uma força “F” no plano horizontal,
que atua em um mastro com um anteparo na extremidade (torre e antena parabólica).
Dependendo da velocidade do vento, a força que atuará sobre a torre poderá derrubá-la,
pois quanto maior a velocidade do vento, maior será a força “F”.
Para evitar a queda da torre coloca-se na mesma 3 cabos de sustentação,
cada um fazendo entre si um ângulo de 120º (plano horizontal) e 30º(plano vertical) com relação ao mastro (torre).
a força que atuará sobre a torre, fará surgir uma componente no plano horizontal,
e consequentemente outra componente sobre cada cabo de sustentação.
A força exercida em cada cabo de sustentação, será tal que evitará a queda do mastro (torre),
e determinara a tração que o cabo de sustentação deve suportar para que não se rompa.
Demostração na foto e vídeo da simulação da situação (ambos postados).

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Pulando num colchão de molas

Daniel Rosso nº12 T.2108

colchao

Como todos devem saber, um colchão de molas é composto por várias… Molas. Todos também devem saber que é divertido pular sobre um colchão. Mas até nisso, assim como em tudo nesse mundo, há física envolvida.

Vamos supor que uma criança está pulando sobre um colchão:

colchao

Quando ela toca o colchão, a mola é espremida e cria energia potencial (que é aquela que pode vir a ser utilizada no futuro), que depois vai impulsionar a criança para cima novamente.

colchao

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Trabalho de Física em Grupo da 3ª Certificação

Colégio Pedro II – Unidade Centro

T ª 2106

1º ano do ensino Médio

Bruno Cesar nº4

Lucas Greco nº20

Matheus Popoff nº25

Nelio Barroso nº31

Roberto Mattos nº33

Situação:

Quando fomos ao laboratório de Física fazer esse trabalho que está sendo publicado vimos um experimento que possuía dois blocos ligados por um fio considerado inextensível, tal que o mesmo ficava preso por duas roldanas fixas, cuja suas massas foram desprezadas. Logo percebeu-se que o sistema montado só ficaria em repouso caso alguma força maior que a força peso, feita pelo bloco 2 (vertical), seja exercida sobre bloco 1 (horizontal). Como o bloco 1 esrava se movendo na horizontal sobre a mesa, sofria uma força de atrito contária ao sei movimento, ao contário do bloco 2 que só sofria resistência do bloco 1, através da força de tração. Para qie nenhum dos blocos se mova, foi usada uma “trava”viva ( a mão de uma pessoa segurando), que anula o movimento do bloco 1. No momento do movimento , a força peso do bloco 2 é maior que a força de atrito do bloco 1, movendo o sistema com ace leração constante ( 2ª Lei de Newton). Depois de um certo tempo o bloco 2 percorre sua distância h até bater no banco que estava sendo usado como “barreira”, tendo a força normal um módulo maior que a força peso. Ao contrário do bloco 1, que continuou se movendo, conforme a 1ª Lei de Newton, e só parou por causa da força de atrito contrária ao seu movimento, percorrendo a distância x2.

Comparação do experimento com a simulação:

Muitos podem se perguntar qual seria a diferença entre uma simulação e um experimento de uma mesma situação. A diferença básica é que na simulação os resultados serão sempre os mesmos, desde que os dados da situação se mantenham inalterados, ao contrário do experimento, em que podedm ocorrer diversos “err0s”, imprecisões, por conta de limitações humanas, equipamentos não tão precisos etc. Essas imprecisões podem ser revertidas com a repetiçao do experimento, para que sejam obtidos dados mais consistentes.

Passo a Passo:

 Materiais: 1 bloco, 1 peso, um fio inextensível, um cronômetro, um instrumento para medir distâcias, 2 roldanas fixas e uma superfície que tenha atrito.

Sistema:

Ligue o bloco e o peso com o fio ( se asegure que os dois estão bem presos), passando o mesmo pelas roldanas, de modo que a distância X (x1+x2) seja igual a altura h em módulo.

Medidas a serem feitas:

As massas dos blocos 1 e 2, as medidas x1 (distância que o bloco 1 fica acelerado) e x2 (distância que o bloco 2 fica desacelerando), o coefiente de atrito, as acelerações teórica e experimental, o tempo que o bloco fica acelerado.

Resultados:

Tempo acelerado= 1,00 s

Distância x1(h)= 1,17 m

Distância x2= 0,43 m

Coeficiente de atrito: Mi = (m1.h)/[x(m 1+m2)+(m2.h]= (0,200.1,6)/[1,17.(0,200+0,224)+0,224.1,6]=0,42

Aceleração teórica: a = [ma-mi.mb/ma+mb].g= 2,59m/s², considere g=10m/s²

Aceleração experimental: a = 2.x1/t² = 3,2m/s²

Dicas:

Para que os eventuais “erros” citados na parte comparação x experimento não aconteçam, é viável os uso de sensores para uma maior precisão nos tempos, a repetição do experimento, com a finalidade de tornar as medidas mais confiáveis, ve rificar se as roldana estão deslizando bem para que não tenha atrito.

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