Física no futebol

Nome: Ana Carolina Lourenço Magalhães             Nº: 03         Turma:2108

A fisica está presente em tudo, principalmente nos movimentos, e até mesmo na ausência deles. Podemos percebê-la até mesmo no futebol. Ao chutarmos uma bola, os nossos pés aplicam uma força sobre a mesma. A força de reação da bola age sobre o pé do jogador. O pé experimenta um movimento de recuo ou pára quase que instantaneamente.

Ou seja, ao chutarmos a bola fazemos uma força nesta, que, de acordo com a terceira lei de Newton, faz uma força de mesma intensidade, porém sentido oposto, sobre nosso pés. Com isso a bola movimenta-se.

 

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Roteiro de Replicação do Experimento de Física

Alunos: Leonardo Guarino (nº19)

Suzana Scunzi (nº28)

Valdemar Mendes (nº 31)

Vinícius Lobo (nº 34)

Turma: 2104

O experimento em si consiste em dois blocos ligados por um fio ideal que passa por duas roldanas fixas. Um dos blocos se move na horizontal (bloco 1 de massa 200g), em uma mesa com atrito, enquanto o outro bloco se move na vertical (bloco 2 de massa 218g).          
Determinado um ponto de partida, solta-se o bloco 1, que é arrastado pela mesa pelo bloco 2, até que este último atinge uma superfície plana e pára de exercer qualquer força sobre o bloco horizontal, que continua se movendo, devido à inércia, e logo cessa o movimento por causa do atrito da mesa. Então mede-se dois deslocamentos: 1) o deslocamento do bloco  1 sob a ação do fio (X); 2) o deslocamento do bloco 1 depois que o fio deixou de atuar (Y). Logo após isso, calcula-se a altura (h) que o bloco 2 cai até a superfície plana. Tendo em mente as medidas dos deslocamentos X e Y, a altura h, a massa do bloco 1 como Mb, a massa do bloco 2 como Ma e a aceleração da gravidade como g= 9,8m/s2, calcula-se o coeficiente de atrito cinético µ com a seguinte fórmula: “µk= Ma.h/(Ma+Mb).X+Mb.h” e a aceleração esperada com a seguinte fórmula: “a= (Ma – µ.Mb / Ma + Mb).g”.  O tempo de cada deslocamento é medido com a ajuda de um cronômetro posicionado para ser ligado  e desligado automaticamente quando o bloco 1 passar por pequenas tiras de madeira em duas partes distintas do trajeto horizontal.
No laboratório, o experimento não é bem o que está descrito acima: o fio não é ideal, uma das roldanas não é fixa, o atrito da mesa não é constante, o cronômetro nunca liga no mesmo ponto por causa da sensibilidade magnética da peça em cima do bloco 1. Por esses motivos, os valores dos deslocamentos e da altura tiveram que ser arredondados e aproximados a um padrão encontrado pelos grupos que visitaram o laboratório ao mesmo tempo e tiveram resultados de medidas bem parecidos. Abaixo estão listadas as medidas padronizadas:
X = 1,4 m
Y = 0,5 m
h = 1,4 m
Daí podemos resolver os cálculos listados anteriormente e descobrir o µ e a acelereção esperada:
µk= Ma.h/(Ma+Mb).X+Mb.h -> µk= 218.1,4/(218+200).1,4+200.1,4 -> µk= 305,2/585,2+280
-> µk= 305,2/865,2 -> µk= 0,4 (aproximadamente).
a= (Ma – µ.Mb / Ma + Mb).g -> a= (218 – 0,4.200/ 218 + 200). 9,8 -> a= (218 – 80/ 418). 9,8
a= (138/ 418). 9,8 -> a= (0,3301435406698565). 9,8 -> a= 2,9 m/s2  (aproximadamente).

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Trabalho Individual

Barbara Moll, n°: 3;  turma: 2106

Hoje acordei cedo  e me arrumei pra ir ao cinema e vi um casal na sala de exibição se aproximando. Bom, se a menina tem uma massa, e o menino tem outra massa, os corpos deles se atraem, certo? E a força de atração, deve ser proporcional as massas juntas. Então eles se atraem de acordo com nossas massas. Se ela ainda nao chegou nele, e ele se encontra longe da menina, como isso afeta a atração? Bom… se as massas deles juntas formam uma atração, se eles estão separados deve ser o contrário, então a atração deve ser inversamente proporcional ao quadrado (são dois corpos, certo?) da distância entre os centros de massa!

 

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Roteiro do Experimento sobre Leis de Newton

 

Integrantes do grupo: Bruno (3), Gabriel (12), Paulo César (23) e Raphael (24) – Turma 2104.

Situação Inicial:

No início do experimento o sistema está em repouso, e tende a permanecer em repouso, pois a massa A está sendo “travado” por uma “trava” (explicado pela primeira lei de newton). Quando essa trava é retirada o sistema entra em movimento. A massa A percorre uma distância X sendo puxada por uma massa B, que dá aceleração ao sistema e está ligada a massa A por um fio (Força de tração, 2ª Lei de Newton). Essa massa B percorre uma certa altura H até seu movimento ser interrompido por um pote, localizado em cima de uma cadeira, após isso a massa A percorre certa distancia X’ até parar.

Materiais:

– 1 Bloco;
– 1 Régua ou trena;
– 1 Fio inextensível;
– 1 Cronometro;
– 1 Roldana;
– Superfície plana;
-1 Peso.

Montagem:

Amarra-se as extremidades do fio ao bloco (massa A) e ao peso (massa B), feito isso, posiciona-se a massa A sobre a superfície plana e a massa B a uma altura “h”, feito isso o fio deverá ser posicionado de modo que passe pela roldana, fazendo os dois blocos se deslocarem , um na horizontal e o outro na vertical, após a soltura da “trava” que deixa o sistema em repouso. 

Principais fontes de imprecisão:

– Erros na medição;
– Fio extensível;
– A massa e o fio não ficarem retos no momento em que são abandonados, o que faz com que haja imprecisão no tempo;

A proposta:

A proposta do experimento é determinar o μ experimental e a aceleração experimental por meio do deslizamento, que podem ser calculados pelas equações:

Aceleração experimental: x1 = a/2 x t²   

1,4 = a/2 x 0,96² –> 1,4/0,9275 = a/2 –> 1,5 = a/2, e achando a = 3m/s²  (valor aproximado).

x1 = distancia compreendida entre o ponto de partida até onde a massa A se movimenta com a ação da massa B

E para determinar μ experimental: μ = mA.h / (mA + mB)x + mB.h, em que h = ação do fio = distância x1.

218 . 1,4/(218 + 200)1,8 + 200 . 1,4 –> 305,2/1032,4 = 0,295621, aproxidamente 0,3.

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