Atividade Individual

Nome: Raphael Félix – Nº24 – Turma: 2104

bengala

Todo dia de manhã eu vejo meu vizinho, um senhor de idade (não é o da imagem acima), saindo para a sua caminhada. Ele tem problemas para andar, e só consegue se locomover com o auxílio de uma bengala. Pensando nisso, resolvi usar esse exemplo nesse trabalho.

A 3ª Lei de Newton diz que toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário. Ou seja, significa dizer que quando um corpo A exerce uma força sobre um corpo B, simultaneamente o corpo B exerce uma força sobre o corpo A de intensidade e direção igual mas em sentido oposto. No caso do meu vizinho, ele exerce uma força sobre a bengala para se apoiar e poder fazer sua caminhada matinal, e com isso a bengala exerce sobre ele – mais exatamente sobre a mão dele – uma força igual e contrária.

É difícil isso? Bem simples né? Entender isso é mais fácil do que mamão com açúcar batido no liquidificador e servido no canudinho.

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A física do beijo

Colégio Pedro II – U.E.C.

Nome: Gabriella Casares

N°: 18

Turma: 2108

http://aprendendofisica.pro.br/alunos/media/blogs/1A-cp2-2009/beijos.jpg

 

Uma situação muito comum entre os casais é o beijo. Em um beijo de língua, dois indivíduos encostam seus lábios e introduzem sua língua na boca do outro, movimentando tanto línguas quanto lábios e a cabeça.

Existem diversos conceitos físicos que podem ser aplicados no ato de beijar. O principal elemento envolvido no beijo de língua, como diz o nome, é a língua. Por isso, as aplicações físicas que citarei serão relacionadas a esta.

A língua de um dos praticantes exerce uma força em relação à outra que, por sua vez, exerce uma força de mesma intensidade e direção, com sentidos opostos. Isso acontece repetidas vezes, podendo a ação partir de qualquer uma das línguas, inclusive simultaneamente.

O nosso objeto de estudo não é uma superfície ideal, ou seja, não liso. Isto faz com que haja atrito entre as línguas. Porém o atrito é reduzido devido à concentração de saliva liberada pelo casal.

 

 

http://aprendendofisica.pro.br/alunos/media/blogs/1A-cp2-2009/gabidudu.jpg

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Roteiro em grupo – 3ª Certificação

Nomes: Andrezza Souza (04)
Julio Fernando Oliveira (21)
Rachel Goulart (29)
Wu Huang Qi (35)

Turma 2108

Na 2ª Certificação, elaboramos um roteiro através de uma página de simulação de um experimento, e chegamos às fórmulas que nos permitiam encontrar o µ, a aceleração teórica (at), e a aceleração experimental (ae). As grandezas medidas seriam as massas dos blocos (mA e mB ), a altura da qual o bloco A cai (h), distância esta que será percorrida pelo bloco B na horizontal, o deslocamento do bloco B após o bloco A parar (x) e o tempo (t).
Inicialmente, o bloco B está parado e travado, e um fio, que passa por duas roldanas, o prende ao bloco A. Durante o trajeto, há dois dispositivos magneticos que acionam e param o cronômetro quando o bloco B passa por eles.
Na hora de medir, alguns cuidados devem ser tomados, para evitar erros, como por exemplo na medida da altura. Não se pode pressionar o peso A, e de preferência, se deve medir sem mexer no fio, para que não haja alteração na medida. O experimento deve ser realizado várias vezes, pois os dados variam, então é melhor utilizar uma medida média. E durante o experimento, podem ocorrer erros, como o cronômetro não parar, o fio sair de uma das roldanas, e etc.

Os dados obtidos foram os seguintes:

mA = 200g
mB = 224g
h = 1,4m

t1 = 1,03s
t2 = 1,09s
t3 = 1,09s
t4 = 1,10s
t5 = 1,10s
T médio = 1,082s

x1 = 0,7m
x2 = o,75m
x3 = 0,67m
x4 = 0,60m
x5 = o,66m
X médio = 0,676m

A partir destes dados e das fórmulas já conhecidas, calculamos o µ:

µ = mA.h/(mA+mB )x + mB.h
µ = 200.1,4/(200+224).0,676 + 224.1,4
µ = 280/286,624+313,6
µ = 280/600,224
µ = 0,4664925094… ~ 0,5

a aceleração teórica (utilizando g = 9,8 m/s²):

at = (mA-µmB/mA+mB ).g
at = (200-0,5.224/200+224).9,8
at = (88/424).9,8
at = 2,0339622641… ~ 2,03 m/s²

e a aceleração experimental:

ae = 2h/t²
ae = 1,4.h/1,082²
ae = 2,391682411… ~ 2,39 m/s²

Este roteiro está licenciado sob uma licença Creative Commons – Atribuição-Uso Não-Comercial.

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Trabalho De Física – Eduardo Fernandes T:104

Colégio Pedro II – UEC

Nome: Eduardo Cardoso Fernandes         N° 09        T:2104

TRABALHO DE FÍSICA INDIVIDUAL-

FREIOS ABS ( sistema de travagem anti-bloqueio )

O freio comum de carros que não é ABS pode travar a roda totalmente no momento da
frenagem , e como o atrito dinâmico é menor do que o estático , ele leva um espaço maior para parar do que com o ABS , que ao invés de travar totalmente a roda , age por meio de um programa de computador que envia sinais descontínuos que não deixam a roda travar , assim ao invés de atrito dinâmico ele ira usar o estático que é maior , mais especificamente a força aplicada nos freios não supera a força de atrito dos pneus com o solo , assim a frenagem fica gradativa e mais ”suave”.

 

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