Roteiro de replicação do experimento

Colégio Pedro II

Nomes: André Luiz Magalhães Nº: 02 Turma: 2102 2010

Anne Beatris da Rocha 03   Série: 1º ano

Lorena Cristine Cavalcante 18

Marisol Leitão 22

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No último dia 21/10, nosso grupo dirigiu-se ao laboratório de fisíca na unidade centro do Colégio Pedro II, para efetuar o experimento cujo roteiro já havia sido preparado como avaliação da segunda certificação. Neste este experimento utilizamos: 2 massas (A, cuja massa é de 218g; e B, cuja massa é de 200g), um fio (teoricamente inextensivel, e na prática, extensível), uma roldana, um trena e sensores de movimento ligados ao medidor de tempo (mais conhecido como cronômetro) para efetuar a medição deste tempo.

O experimento, basicamente, consistia em ligar, através de um fio, duas massas (A e B ), e soltar uma dessas massas, dexando-a cair de uma determinada altura “h”, de modo que o fio passasse por uma roldana. Durante a queda da massa, esta arrastava a outra massa, que estava ligada a ela, por uma distancia na mesa, mesa essa que possuia um coeficiente de atrito (o qual será calculado posteriormente). Esta distância pela qual a massa, na mesa, era arrastada (em nosso experimento a massa B, de 200g, foi arrastado pela massa A, de 218g, que caiu de um distancia “h”) é constituída por: h + x. A distância ‘h’ correspondia a altura da queda da massa B, ou seja, distância na qual a massa A sofreu uma força de tração exercida pelo peso B, através do fio. A distância ‘x’ correspondia a inércia (1ª lei de newton), onde, em um experimento ideal a massa B continuaria em movimento, porém a mesa pela qual esta deslizava possuía um coeficiente de atrito ‘µ’, o qual fazia com que a massa B acelerasse negativamente.

Dados obtidos no experimento:

• Altura de queda da massa B (h): h=1 metro 20 cm e 5 mm

• Tempo de queda(t): t1:0,97s t3:0,94s         t5:0,94s

t2:0,94s          t4:0,94s         t médio: 0,946s

• Distância x (percorrida somente com a atuação da força de atrito):

x1:0,832m         x2:0,769m          x3:0,759m          x4:0,85m       x5:0,824m

x medio: 0,806m

Coeficiente de atrito na mesa, definido pela fórmula: µ=ma.h/(ma+mb).x + mb.h

Substituindo os valores: µ=0,218.1,205/(0,218+0,2).0,806+0,2.1,205

µ=0,26269/0,336908+0,241

µ=0,26269/0,577908=0,454 (aprox.)

Aceleração teórica, definida pela fórmula: a= (ma-µ.mb).g/ma+mb

Utilizando g=9,8m/s², substituindo os valores: a=(0,218-0,454.0,2).9,8/0,218+0,2

A=(0,1272/0,418)9,8= 2,98m/s² (aprox.)

Aceleração experimental, definida pela fórmula: a=2h/t²

(h=altura da queda, t=tempo de queda)

Substituindo os valores: a= 2. 1,205/0,946.0,946

a= 2,41/0,894916=2,69 m/s² (aprox.)

Possíveis fontes de erro: Vários problemas podem ocorrer na realização de experimentos. Como por exemplo, erro na medição com a fita métrica, erro na contagem do tempo, fio extensível e etc. Além de falhas humanas na hora das medições, por diversos fatores.

Dicas para realização do experimento: Não utilizar massas de medidas muito diferentes, ter cuidado para que o fio não saia da roldana, e principalmente, arrumar os sensores de movimento para que possam medir o tempo.

 

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A Física no Jet Ski

Você, professor de física, como um homem moderno e radical, já deve ter andando sobre um jet ski. E, pensando nisso (no jet ski, não em você) decidi fazer meu trabalho sobre ele.

Um jet ski basicamente consiste em um mecanismo a jato, onde um impulsor empurra uma grande quantidade de água debaixo do jet ski por meio de um bocal de direção na parte traseira que cria uma poderosa corrente sobre a água, e essa corrente empurra novamente o jet ski gerando o movimento do mesmo. É óbvio e ululante que aí ocorre uma manifestação prática da Terceira Lei de Newton, em que ”Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário”. Ao mudar a direção do jet ski, cabos conectados a direção rodam o bocal na parte traseira. Isso muda a direção da “reação igual e oposta”.


É díficil isso?

Nome: Bruno Francesco Tronco
nº:3                                T.:2104

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Somando Forças

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Trabalho Individual de Fisica(3a certificação)

Sempre que entramos no carro, colocamos o cinto.Por que?Claro, para evitar acidentes, mas talves não tenhamos parado ainda para pensar o porque disso fisicamente. Numa batida ou até mesmo numa freiada brusca somos “lançados” para frente, o cinto impede esse movimento que o corpo faria, da seguinte forma: Pela primeira  lei de Newton, todo corpo permanece em seu estado de repouso ou em movimento retilínio e uniforme, a menos que seja obrigado a mudar de estado por intermedio de alguma força externa, desse modo o corpo que estaria em repouso em relação ao carro e na mesma velocidade do mesmo. Com a força de atrito dos freios ou por meio do choque entre o veículo em outro objeto, ou em outro veículo, a velocidade do automóvel reduz-se drasticamente em um periodo de tempo pequeno,  o corpo que continua na mesma velocidade que estava(a mesma do carro) por algum tempo fazendo com que este corpo seja lançado para fora do carro.

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