Newton e o ônibus – Atividade de aprendizagem

Gabriela Dias – Número 8 – Turma 2102

Situação:

Todos os dias boa parte das pessoas toma como meio de transporte o ônibus e quase sempre não há assento disponível, e é quando o motorista freia e sem mais ou menos estamos involuntariamente indo para a frente do veículo e quando o motorista torna a acelerar o ônibus, vamos para a parte traseira. Afinal, por que acontece esse movimento involuntário do nosso corpo, como se estivéssemos sendo jogados para frente ou para atrás?

A explicação, segundo a física:

É simples a partir da primeira Lei de Newton que apresenta o seguinte enunciado: Todo corpo em repouso ou movimento retilíneo uniforme continua nesses estados, a menos que seja obrigado a alterá-los por forças aplicadas sobre ele.

Ou seja, se  o ônibus se move em linha reta com certa velocidade constante e de repente breca, o nosso corpo por causa da inércia tenderá a manter a mesma velocidade que o veículo vinha tendo em relação ao solo, sendo assim nos projetando para frente.

Analisemos agora, depois da frenagem, quando nós já estamos em repouso e o ônibus também, o motorista decide dar uma arrancada com o veículo, variando rapidamente a velocidade, o nosso corpo responderá da mesma forma que na frenagem,  tenderiamos a ficar em repouso enquanto ocorre a ação do móvel, nos projetando para trás.

Enfim, nosso corpo diante desses movimentos bruscos tende a permanecer como estava antes desses movimentos, e como a força exercida pela ação dos freios ou do motor é maior que a nossa, somos empurrados tão facilmente de um lado para o outro! E óbvio que isso não ocorre só no ônibus!

Referências:
Enunciado da primeira lei de Newton retirado do livro
“Física Clássica – Dinâmica estática (CALÇADA, C. S.)”
Imagem retirada do Google images (apontando para o site Centro de ensino e pesquisa aplicada).

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O globo da morte

Nome : Amanda Batista – nº 01 – turma : 2104

O globo da morte é uma atração presente em circos e parques de diversões.Consiste em um motociclista movimentando-se no interior de um globo metálico.

À medida que o corpo sobe, tende a perder contato com a pista. Então, ao fazer o percurso na parte superior do globo,  por que a moto não despenca ?

No ponto mais alto da trajetória, as forças que atuam sobre o sistema ( moto-pessoa)  são o peso ( P) e a normal (N). A resultante dessas forças é a resultante centrípeta, pois no MCU, esta se encontra orientada para o centro da trajetória.

Logo,

P + N = Fcp

Fcp = m . acp

P+N = m . V² ⁄ R

Quanto maior a velocidade, maior será a intensidade da força normal do globo, isto é, mais intensamente a moto comprime o globo, não tendo perigo de cair.

Diminuindo a velocidade, a força normal também diminui. Sendo assim, quando Fn é igual a zero, a moto estará na iminência de cair. Nesse momento, a moto terá a menor velocidade possìvel para completar a circunferência, sem perder contato com o globo.

A velocidade mínima pode ser calculada por :

P+N = mv² ⁄ R

P+0 = mv² ⁄ R

m.g = mv² ⁄ R

v² = g.R

v = √g.R 

Assim, o motociclista não despenca, pois sua velocidade será igual a velocidade mínima calculada ou maior que ela.

 

 

 

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Dissecando uma Balança

Caio Martins (09) – Turma 2108

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Trabalho em grupo sobre o experimento no laboratório

Colégio Pedro II- Centro
Trabalho de Física
Julia Marconi  n° 12           
Juliana Lima n° 13
Mariana Carneiro n° 24                            Turma: 2106 – 1° ano E.M.
Mayra Bragança n° 28

Referencial Teórico :
Como pode ser visto no experimento, a física envolvida é a 2ª Lei de Newton,também conhecida como princípio fundamental da dinâmica.
Quando aplicamos uma mesma força em dois corpos de massas diferentes observamos que elas não produzem aceleração igual. A 2ª lei de Newton diz que a Força é sempre diretamente proporcional ao produto da aceleração de um corpo pela sua massa.
Além da força de atrito,sempre que aplicarmos uma força a um corpo, sobre uma superfície, este acabará parando.
Esta força é oposta ao movimento,depende da natureza da superfície (coeficiente de atrito),é proporcional a força normal de cada corpo e transforma a energia cinética do corpo em outro tipo de energia que é liberada ao meio.
Como se pode perceber, a aceleração teórica não corresponde à experimental, o que se deve ao fato de no experimento real o fio não ser inextensível e ao fato de as medidas, como a distancia percorrida, não serem precisas. Podemos considerar também a resistência do ar, mas este fator se torna quase nulo, comparado aos outros fatores causadores de erros

Medidas obtidas:
Altura: 1,372 m (h)
Massas: A= 157 g => 0.157 kg
B= 219 g => 0.219 kg
Distância média do deslocamento: 1, 86 m (x)
Tempo médio de aceleração positiva (o tempo que o pesinho leva pra encostar o “chão”): 1.21 s

Resolvendo:
1)Para saber o coeficiente de atrito:

µk = 0, 157 x 1, 372  / [(0, 157 + 0, 219) x 1, 86 + 0, 219 x 1, 372] =
µk = 0, 215 / (0, 376 x 1, 86 + 0, 3) =
µk = 0,215 / (0,7 + 0,3) =
µk = 0,215
2)Para calcular a aceleração teórica:


a = [(0,157 – 0,215 x 0,219) / 0,157 + 0,219] x 10
a = [(0,157 – 0,047) / 0,376] x 10
a = (0,110 / 0,376) x 10
a = 2,925 m/s²
3)Para calcular a aceleração experimental:
a’= 2x/ t²
a’= (2 x 1,86) / 1,21²
a’= 3,72 / 1,46
a’= 2,54 m/s²
Medidas calculadas:
µk = 0, 215
a = 2 ,925 m/s²
a’ = 2,54 m/s²

Passo a passo :
a)  Coisas a serem medidas:
– As massas dos blocos
– A distância entre a polia e a ”placa” que deixa o bloco A detido para que o bloco B continue a ser puxado.
-  A distância entre o ponto inicial e o outro imã que faz parar o cronômetro
– Tentar medir as distâncias com a maior precisão possível, podendo usar um giz para facilitar a visão na fita métrica
b) Algumas Dicas
. Que o ”imã” que fica no bloco B,fique bem embaixo do que está preso no ponto inicial
. Que o fio que liga os dois blocos esteja bem esticado e passando pela polia
.Fazer o mesmo experimento várias vezes,pois o cronômetro pode falhar, ou seja,não disparar

Esperamos que estas dicas possam ajudar qualquer pessoa a refazer o experimento.

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