Momento de Força nas portas de dobradiça.

No nosso cotidiano, realizamos ações tão corriqueiras que nem percebemos toda a física envolvida nela. Uma dessas ações é o fechar e o abrir de um porta.Para isso é necessário uma maçaneta, certo? Mas….por que ela sempre se encontra na posição mais afastada do eixo?
Para explicar, vou fazer uso de uma pequena experiência que fiz quando era menor e questionei sobre sobre o assunto:

Quando tinha 9 ou 10 anos de idade, reparei que em todas as portas de casa e de qualquer lugar que fosse, as maçanetas eram sempre no mesmo lugar: o mais longe do eixo e bem ao centro do comprimento da porta. Sempre me perguntava porque nunca era perto do eixo, assim fiz uma experiência simples: posicionei duas ventosas na porta de um dos quartos da minha casa – uma, perto da dobradiça e outra longe desta – ao mesmo nível.Primeiramente, puxei a ventosa que se localizava mais longe da dobradiça: a porta se moveu da mesma forma como se tivesse sido puxada por uma maçaneta. Logo após, puxei a ventosa que se localizava mais perto da dobradiça:  a porta se movimentou muito pouco -em relação ao experimento com a ventosa longe da dobradiça- e a vetosa se soltou da superfície.

Na época, é claro, desconhecia a explicação física para o porquê de uma maçaneta próxima ao eixo ser pouco eficiente em relação a que está longe, porém é bem simples: Essa posição distante ao eixo é escolhida porque é nessas condições que conseguiremos abrir a porta fazendo a menor força.A equação M= F x d, nos dá o Momento De Força, fornecido pela força F, atuando a um distância d (Perpendicular ao eixo de giro) do eixo de giro de rotação em torno do qual irá girar o objeto. Então, para obtermos certo Momento (necessário para abrir a porta), quanto maior for a distância d, menor será a força F a ser utilizada para mover a porta.

Imagens:

http://aprendendofisica.pro.br/alunos/htsrv/viewfile.php?root=collection_12&path=porta.jpg&viewtype=image

O que são ventosas?  http://aprendendofisica.pro.br/alunos/htsrv/viewfile.php?root=collection_12&path=ventosas.jpg&viewtype=image

Tipo de ventosa utilizada no experimento: http://aprendendofisica.pro.br/alunos/htsrv/viewfile.php?root=collection_12&path=ventosa.jpg&viewtype=image

Nome: Wu Huang Qi

Nº: 35

Turma: 2108

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Explicação física para as marteladas

Aluna: Thaís Pereira  nº36    Turma:2106

Na natureza existe uma tendência de não se alterar o estado do movimento de um objeto, ou seja, na ausência de forças, se um objeto está em repouso, ele tende a permanecer em repouso naturalmente. Porém, se um objeto possui velocidade constante, ele tende a permanecer com velocidade constante.

Essa tendência natural de tudo permanecer em repouso ou com velocidade constante, dependendo do caso, é conhecida como Inércia, ou 2ª Lei de Newton.

De acordo com a Mecânica, Newton enunciou:” Qualquer corpo em movimento retilíneo e uniforme(ou em repouso) tente a manter-se em movimento retilíneo e uniforme(ou em repouso).”

Um exemplo da Inércia são as marteladas.

Através da Inércia é possível explicar esse movimento. POis uma vez que o martelo está em movimento, ele tende a manter-se em movimento, ou seja, quando se martela um prego na parede, por exemplo, ele (martelo) “ganha movimento” pois está sendo aplicada uma força sobre o martelo na parede, sendo assim sua tendêcia, “é óbvio ululante” (=D), permanecer em movimento.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Leis de Newton no Futebol

Thiago Rossi, nº30, turma 2104

Ao deixar para fazer o trabalho em cima da hora (como sempre, risos), as idéias que eu tive anteriormente já não eram mais inéditas. Então resolvi juntar uma coisa que eu gosto de fazer, com uma coisa que eu tenho que fazer. Por isso vou falar sobre as Leis de Newton na vida dos goleiros. Mais precisamente numa defesa conhecida como ponte.

Quando o goleiro vai em direção à bola, ele salta, ou seja, ‘empurra’ o solo, no caso o gramado, com uma força F1, que pela 3ª Lei de Newton ‘devolve’ a mesma força F1 deslocando o goleiro pra o alto e para o lado. Além de precisar fazer uma força F1 com os pés, o goleiro precisa realizar, com as mãos, uma força F2, a fim de tirar a bola de sua trajetória e impedi-la de entrar (no bom sentido, risos).

É por esse e outros motivos, que o goleiro sofre bastante. Porque enquanto o mesmo precisa realizar duas forças simultaneamente, o atacante precisa realizar apenas umas: chutar a bola.

Saudações Vascaínas !   /+/

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A Física no Elevador

Nome: Lívia Biagio - nº 17 – Turma 2106

 

 

 

Nos dias de hoje, principalmente nas grandes cidades, é difícil não se deparar com edifícios altíssimos. É claro que o uso de escadas não é obsoleto, mas dependendo do andar em que queremos chegar, talvez seja mais rápido e menos cansativo chegar até o nosso objetivo por meio de um elevador.

Qualquer um que já andou de elevador já percebeu que temos a sensação de sermos “comprimidos” contra o chão no momento em que o elevador começa a subir, mas assim que ele começa a parar, sentimos como se estivéssemos nos “desprendendo” do mesmo. Mas qual seria a explicação física para isso, se quando saímos do elevador, tanto nós quanto ele continuamos intactos, sem nenhuma alteração aparente?

 

Explicação:

Para fazer esta explicação, será usada a 2ª Lei de Newton (F=m.a).

Assim que o elevador começa a subir, ele apresenta a aceleração (logo, também a Força Resultante) para cima, o que leva, consequentemente, à Força Normal ser maior que a Força Peso (Fr = Fn-P). Sendo assim, é possível concluir que a reação do chão do elevador exercida sobre nós (Força Normal) é maior, e por isso sentimos como se estivéssemos sendo comprimidos contra o chão.Agora, no momento em que o elevador desacelera, sua aceleração e força resultante estão voltadas para baixo. Deste modo, a Força Peso se torna maior que a Força Normal (Fr=P-Fn). Sendo P maior, Fn tem uma intensidade menor, ou seja, a reação do chão contra nossos pés é menor, dando a impressão de que estamos nos desprendendo dele, como se já não tivesse tanto efeito sobre nós. Na descida, as reações são as mesmas, só que em momentos contrários (P>Fn quando o elevador começa a descida, e Fn>P quando ele desacelera).

Durante o trajeto, há um momento onde parece não haver sensação diferente, e isso seria quando o elevador está se movimentando em uma velocidade constante. Como não apresenta nenhuma aceleração, a Força Resultante é nula, ou seja, a Força Normal é igual a Força Peso. Deste modo, é possível concluir que sentimos apenas a força da gravidade (Peso) e a Normal, estando acostumados com ambas.

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