Projeto Leis de Newton – Roteiro

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Turma: 2108

Grupo: Alice Emery (1);

Juliane Fernandes (16);

Norine Ferraz (26);

Pâmella Borges (28);

Thaís Santiago (30).

 

Roteiro Experimental:

Materiais:

2 blocos de madeira (blocos A e B)

Balança (para pesar os blocos)

Fio barbante (para ligar os blocos)

Carretel (para o fio)

Fita crepe (para colar o fio nos blocos)

Cronômetro (para medir o tempo de deslocamento do bloco B)

Fita métrica (para medir o deslocamento)

Mesa (para apoiar o conjunto)

Cadeira (para servir de limite do bloco)

Folha, caneta e lápis (para anotação de dados)

Calculadora (para auxílio nos cálculos)

Procedimentos:

Primeiramente, vamos pesar os blocos A e B com uma balança.

Em seguida, vamos posicionar o bloco B em cima da mesa e o bloco A pendurado pelo fio de barbante colado ao bloco B passando pelo carretel. Com um lápis, vamos marcar a posição inicial de B e em seguida, soltá-lo. Quando o bloco A atingir a cadeira, mediremos a nova posição do bloco B. Dessa forma, com a fita métrica, mediremos o deslocamento do bloco B (x).

Anotamos todos os dados em uma folha para utilização posterior.

Variáveis:

a (aceleração)

x (deslocamento do bloco B)

h (deslocamento do bloco A)

t (tempo de deslocamento dos blocos A e B)

T (força de tração)

Fat (força de atrito)

Incertezas:

De acordo com as fórmulas que utilizaremos, estaremos considerando, um fio inextensível e de massa desprezível. Além disso, as medidas são incertas. Outra incerteza se dá por considerarmos desprezíveis a ação do vento e outros fatores exteriores.

Por isso, utilizaremos dois cronômetros e o resultado será aproximado.

Procedimentos das medidas:

deslocamentos: fita métrica

tempo: crônometro

peso: balança

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Roteiro de Aprendizagem – 3º certificação

Colégio Pedro II  – U.E. Centro

Grupo: Carolina do Nascimento Carvalho  nº 04        Turma 2108

Matheus Costa Tavares nº 24

Walnir Araujo Ferreira nº 33

 

1-Os materiais e instrumentos que serão utilizados na realização do experimento:

-Dois blocos de madeira de massas conhecidas

-Linha de pipa com cada extremidade ligada a um dos blocos

-Régua

– 2 Cronômetros

-Carretel de nilon ou outro objeto que possa servir como polia, de modo que a linha de pipa deslize sobre ele

-Giz, caneta, fita adesiva ou qualquer outro marcador que possa indicar lugares específicos no espaço

 

2-Os procedimentos que serão seguidos na realização do experimento:

Primeiramente, os blocos serão colocados de forma que um fique sobre uma mesa (bloco B) e outro( bloco A) fique pendurado pela linha passando pela polia, conforme fora demonstrado.  A seguir, será marcada a localização inicial do bloco B sobre a mesa, e ao soltá-lo inicia-se a cronometragem. No instante(y) em que o bloco A, por ação da gravidade, tocar o chão, será parada a cronometragem, iniciada outra e marcada novamente a localização do bloco B, que por inércia, continuara em movimento; A última marcação será feita no instante em que, por ação da força de atrito, o bloco B se encontrar em repouso (v=0) e nesse mesmo instante será finalizada a cronometragem.

 

3-As variáveis que serão medidas e como:

No fim do experimento, teremos algumas medidas:

mA  (massa do bloco A)

mB   (massa do bloco B)

gravidade experimental  = 9,8 m/s²

t 1= medida marcada pelo primeiro cronômetro

t2=medida marcada pelo segundo cronômetro

h= distância entre as duas primeiras marcações

x=distância entre a segunda e a terceira marcação

A partir dessas medidas aplicadas em fórmulas já conhecidas, poderão ser calculadas algumas variáveis:

Coeficiente de atrito = μ

A velocidade alcançada até o instante y

aceleração do sistema formado pelo bloco A e o bloco B

 

4- As incertezas (medidas, estimadas ou calculadas):

Pode-se repetir o experimento para minimizar as incertezas, que no caso seriam :

-O instante em que o cronometro dispara e é parado não mostra exatamente o tempo que se quer medir, geralmente, com uma diferencia de centésimos de segundos que não fazem tanta diferença no resultado;

-O fio e a polia geralmente geram atrito por mais lisas que sejam suas superfícies, como diz o nome, para não gerar atrito elas seriam idéias e não(no caso) reais;

-As massas do fio e da polia, apesar de desprezível, no caso do experimento em questão, podem causar pequenas interferências nos resultados.

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Gravitação

Alguns Recursos para aqueles que desejarem aprender mais sobre o tema:

Outros endereços serão acrescentados!

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Roteiro – Projeto Leis de Newton

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro
Turma: 2106
Grupo: Ellen Corrêa – 11
Fernanda Torres – 13
Marcus Cabral – 26
Pedro Ainbinder – 30

Roteiro de Replicação do Experimento

No experimento será feita uma reprodução da simulação ilustrativa publicada no site pelo professor Sérgio Costa, e a partir de tal reprodução feita no laboratório de física, mediremos grandezas físicas escalares e vetoriais, que são : Tempo, massa , forças (tração, peso, força de atrito e normal), comprimento, velocidade e aceleração.

Materiais e instrumentos a serem utilizados:

– 2 caixas de madeira
– fio de nylon para ligar os blocos
– mesa que será utilizada como base do experimento
– cronômetro
– calculadora para ajudar na precisão dos cálculos no experimento
– balança
– régua e fita métrica para medir o deslocamento dos blocos
– cadeira ou banco que será utiizado para parar o sistema de blocos e determinar a altura após o deslocamento.
– roldana (carretel de esparadrapo vazio)

Procedimentos:

Partes:
1) Com a balança, iremos pesar as massas dos blocos “A” e “B”
2) Montaremos o sistema em cima da nossa base (mesa), posicionaremos os blocos, interligados pelo fio de nylon e a roldana, e posicionaremos também o banco/cadeira para determinar a altura “h”.
3) Com uma fita crepe ou giz de quadro, iremos marcar na nossa base (mesa), o ponto inicial do bloco “B” *que será nosso B1* , em seguida iremos medir a altura “h” em que se encontrará o bloco “A”
4) Faremos com que o sistema entre em movimento e “A” vai descer a altura “h” e irá puxar o bloco “B” e iremos marcar um B2 que é aonde “B” se encontra no momento em que “A” para de puxá-lo, e por uma questão de lógica, esse B2 será o nosso B1 somado a “h” que é a distância que “A” percorre. Após “A” parar de puxar o “B”, “B” ainda percorrerá uma distância “x” por conta do deslize, marcaremos B3 no momento que “B” parar de deslizar, e “x” será a distância de B2 para B3 que será medida por uma fita métrica ou régua. O tempo que deve ser cronometado será a distância que B1 demorou para chegar até B2.
5) Em cada bloco iremos medir as variáveis, utilizando conceitos das Leis de Newton.
No bloco “B” iremos medir o peso do mesmo, a normal, a tração na corda (fio de nylon) e a força de atrito (Fat = μ . N)
No bloco “A” iremos medir também seu peso, e a tração na corda.
E no sistema em geral, devemos calcular : aceleração e velocidade do mesmo, distâncias e o tempo do em que o sistema permanece em ação.

Erros e Incertezas:
O experimento deverá ser repetido no mínimo 3 vezes e será calculada uma média nas medidas, para que haja o mínimo de incerteza nas mesmas.
Em relação ao tempo, teremos a incerteza da demora parar acionar e parar o cronômetro, cuja diferença será desprezada já que o experimento é significativo. Em relação as distâncias percorridas, podem haver diferenças milimétricas entre os instrumentos utilizados para a medição. E a massa da roldana e do fio de nylon serão desprezíveis

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