Mapa Politico do Brasil Suleado

mapa

 

Escolhemos o mapa do Brasil como o nosso objeto de trabalho pelo fato de se encaixar melhor na nossa realidade. Queríamos ressaltar nosso patriotismo e brasilidade colocando o Brasil invertido em relação à visão tradicional, o que, num mapa Mundi, seria colocá-lo no alto.
O nosso mapa político brasileiro suleado foi feito à partir de um Atlas escolar do IBGE, copiado com o uso de papel vegetal, transferido para uma folha comum e colorido à mão. Como percebemos que não ficaria muito legível se escrevêssemos também à mão os nomes dos estados, escaneamos o mapa e digitamos tudo o que seria escrito. Adaptamos uma rosa dos ventos que encontramos no google para o padrão suleado e a anexamos.
A conclusão que podemos tirar a partir da elaboração desse mapa é que seria mais correto utilizar em cada país mapas adaptados à sua localização. Por exemplo, os australianos deveriam levar em consieração mapas suleados e em que a Austrália se localize no centro, já que em cada país a geografia deveria ser estudada tendo-se como base a sua própria soberania, e não a dos “criadores” dos mapas.

Juliana Lima
Mariana Carneiro

Turma 2106

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Mini-roteiro Experimental

 

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Trabalho de Física – Professor Sérgio Lima

Alunos: Ana Beatriz Paes  - nº02

Daniel Luiz – nº07

Danilo Pontes – nº08

T:104

 

Grandezas físicas a serem medidas:

– Utilizaremos as as Leis de Newton (Inércia; Fr = ma, para as equações de movimento, onde também “utilizará” Ação e reação, permitindo assim, o cálculo das trações); fórmulas do MUV de velocidade, tempo e posição, além da fórmula da força de atrito: Fat = N x μ (coeficiente de atrito Mi). No bloco, teremos a tração T para frente, a Fat para o lado oposto ao movimento relativos da superfície, N para cima com o mesmo valor do peso Pa para baixo.

Fat= Mi x N

então,

Fat= Mi x P

– Aceleração do sistema, a partir das equações de movimento de cada bloco, será calculada através de um sistema de equações (consequentemente a tração na corda); pode ser calculada (cinematicamente) também, através das equações do MUV; distâncias dos blocos (iniciais e após o experimento) e o peso dos mesmos.

Incertezas:

– Tempo: ao acionarmos e desligarmos o cronômetro teremos uma incerteza que pode ser calculada pelo tempo médio que a pessoa levará para acioná-lo e desligá-lo logo em seguida.

– Massas: a balança apresenta um certo número de algarismos significativos

– Distância: assim como a balança, a régua também possui uma divisão máxima, gerando assim uma incerteza.

 

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Roteiro Experimental

César Souza   n°: 04

Guilherme Cabral n°:

Thammirez Donadia  n°:29

– Grandezas Físicas que serão medidas:

* Massa dos blocos A e B em Kg. (balança)

* Altura “h” (régua ou trena) em cm.

* Deslocamento “x”(régua ou trena) em cm.

* Velocidade com que os blocos se movimentam.

* Aceleração do conjunto.

* Força de atrito de B em relação a superfície.

* tempo de deslocamento em segundos.

– Grandezas Físicas envolvidas no experimento:

1° lei de newton – soma das forças é igual a zero.

2° lei newton – força resultante é igual a massa vezes a aceleração.

3° lei de newton – ação e reação.

– 1° lei de newton pode ser notada no bloco B (peso = normal)

– 2° lei de newton pode ser notada no bloco A( Fr = m.a  ou seja P -T = m.a)

– 3° lei de newton pode ser notada atraves da tração.Onde o bloco A faz a ação da tração sobre o bloco B,e este faz a mesma força em forma de reação.

* Maiores Fontes de Erros:

As maiores fontes de erros são geradas pelas incertezas do material que utilizamos para medir a altura “h” e o deslocamento “x”

* Aceleração Experimental:

Para calcularmos a acelaração experimental cinematicamente será preciso saber o peso existente do bloco A,a força de atrito presente e as massas dos blocos (A e B).Tendo tais informações aplicaremos na seguinte fórmula:

a = (mb – ma.µ).g/ma+mb

Para calcularmos a aceleração esperada dinamicamente utilizaremos a 2° lei de newton(força resultante é igual a massa vezes a aceleração)onde aplicaremos em um dos blocos.

T – µ(ma.g)= mA.a  ou

Mb.g- T =mB.a

Fórmula para calcular o coeficiente de atrito:

– Conhecidos x e h e os valores das massas A e B podemos determinar o coeficiente de atrito cinético (µk)

µ = (ma.h)/(ma+mb)x + mb.h

– Quando as massas são iguais Ma=Mb para determinar o coeficiente µk somente é necessário medir as distâncias  h e x.

µ = h/h+2x

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