RELATÓRIO SOBRE O EXPERIMENTO DOS BLOCOS – 2ª CERTIFICAÇÃO

Colégio Pedro II – Campus Centro

Física – Professor: Sérgio Lima

Integrantes: Leonardo Barbosa de Oliveira nº:15

Lucas Oliveira Pinhel nº :19                                     TURMA:1207

O Trabalho:

O trabalho consistia em um experimento onde dois corpos “A” e “B” estavam presos por um fio ligado em uma roldana. O corpo “A” estava pendurado para fora da mesa, suspenso pelo fio que passava pela roldana e ligava-o no corpo “B” que se encontrava em cima da mesa.

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Soltando o peso que prendia o bloco “B”, este era arrastado pelo fio numa distância h (que é a mesma distancia de “A” para o chão). Quando o bloco A toca o chão, o bloco B ainda continua se movendo, porém agora freando (devido a força de atrito). Este deslocamento é chamado de X. O bloco “A” cai no chão com a distancia h com a mesma aceleração que o bloco “B” percorre h na mesa. Depois, o bloco B freia em X com uma aceleração “ a’ ”.

Medidas:

Para fazer as medidas foram utilizados duas réguas milimetradas e um cronômetro. As medidas não são exatas, pois toda tem um erro. O erro na régua é 1 mm e no cronômetro 0,01s.  As medidas do experimento são:

Massa bloco A = (87 ± 1)g

Massa bloco B = (105 ±1) g

h= (46 ± 0,01)cm = (0,46 ± 0,001)m

X= (58 ± 0,01)cm = (0,58 ± 0,001)m

Tempo (t) = (0,404 ± 0,01) m/s

 

Nesta certificação, o objetivo do trabalho na verdade são três:

  • Determinar o coeficiente de dilatação cinético (µ)
  • Obter e comparar a aceleração teórica (Ateor) e a aceleração experimental (Aexp)
  • Analisar a propagação de erro no experimento.

 

1 – DETERMINAR µ

Para se determinar µ, o coeficiente de atrito, usamos a seguinte equação:

µ= (Ma . h) / (Ma + Mb) . x + Mb . h

Porém, para se chegar nesta equação, é preciso fazer outras equações que levam à ela. Vamos lá?

1.1 – Usar a equação de Torricelli para deduzir a velocidade do bloco B quando o bloco A toca no chão.

V²=V0² + 2.a. Δs

V²=2.h . (Ma – µ . Mb/Ma + Mb).g

mais adiante entenderemos por que a = (Ma – µ . Mb/Ma + Mb).g

V²=2.h.g(Ma – µ . Mb/Ma + Mb)

1.2 – Usar as leis de Newton para deduzir a’ em função de Mb e µ

2ª Lei de Newton: Fr = m.a

µ . Mb . g = Mb . a’

a’= µ.g

1.3 – Escrever as equações do MUV (movimento uniformemente variado) para Mb até parar percorrendo a distância x:

X= V0t – (µ.g.t²/2)

&

0=V0 – µ.g.t

1.4 – Isolar o t da equação da velocidade e substituir na equação da posição:

V= µ.g.t

t=V/ µ.g

x= (V.V/ µ.g) – (µ.g/2) . (V²/ µ².g²)

x= (V²/ µ.g) – (V²/2. µ.g)

x=V²/2. µ.g

1.5 – Substituir a velocidade final do primeiro movimento na inicial do segundo movimento:

x= (2.h.g.(M- µ.Mb/Ma+Mb))/2.µ.g

1.6 – Reescrever a equação para que µ fique em função de Ma, Mb, x e h:

x=(h/ µ) . (Ma- µ.Mb/Ma + Mb)

µ= (Ma . h) / (Ma + Mb) . x + Mb . h

Pronto, agora podemos descobrir µ.

Substituindo os termos temos e colocando seus respectivos erros:

µ=   (87 ± 1) . (0,46 ± 0,001)/((87 ± 1) + (105 ± 1)).(0,58 ± 0,001) + (105 ± 1) . (0,46 ± 0,001)

E resolvendo a equação encontra-se:

µ=     (40,02 ± 0,547)/ ((192 ± 2) . (0,58 ± 0,001)) + (48,3 ± 0,565)

µ=     (40,02 ± 0,547)/  (111,36 ± 1,352) + (48,3 ± 0,565)

µ=     (40,02 ± 0,547)/  (159,66 ± 1,917)

µ=  (0,2506576475 ± 0,0064354)   ≅ 0,251 ± 0,006

 

Vemos que o coeficiente de atrito cinético, neste caso, é aproximadamente 0,251

 

2 – OBTER ACELERAÇÃO TEÓRICA E ACELERAÇÃO EXPERIMENTAL E COMPARÁ-LAS

Aceleração teórica:

Para se obter a aceleração teórica utilizamos a segunda lei de Newton -> Fr=m.a

mA . g – T = mA . a           -> corpo A

T – µ . mB . g = mB . a      -> corpo B

mA . g – µ . mB . g = (mA + mB) . a

a = g (mA – µ . mB) / mA + mB     * não falei que entenderíamos?*

Substituindo…

a= 9,8 ((87 ± 1) – (0,251 ± 0,006) . (105 ± 1))/ (87 ± 1) + (105 ± 1 )

a= 9,8 (60,645 ± 1,881)/ (192 ± 2)

a= 9,8 ( 0,315 ± 0,01)

a= 3,087 m/s²

 

Para se obter a aceleração experimental usamos: a= 2.h/t²

aexp= 2. (0,46 ± 0,001)/( 0,404² ± 0,01)

aexp=  (0,92 ± 0,001)/ (0,17 ± 0,01)

aexp= (5,4 ± 0,3)

aexp= 5,4 m/s²

A aceleração teórica é menor do que a aceleração experimental, e isso se de pelo fato de…

 

3 – ANALISAR A PROPAGAÇÃO DE ERRO NO EXPERIMENTO.

É nítida a diferença entre a aceleração teórica e a aceleração experimental. Isso se dá pelo fato de que nenhuma medida, utilizando-se dos instrumentos usados no experimento, é 100% correta, por conta das incertezas neles contidos. Sem contar os arredondamentos nas contas para facilitá-las (e para torná-las possíveis pois muitos números eram dízimas), e outros fatores também como deformidades na mesa e nos blocos, pressão exercida pelo ar e entre outros.

 Obs: Professor, só consegui postar agora por conta do motivo que te disse.

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Roteiro do Experimento 2ª Certificação

Colégio Pedro II – Campus Centro

Turma 1207

Professor Sérgio

Componentes:

Gabriel Cravo – 08

Igor Pereira – 10

João Pedro Nunes – 12

Marcelo Monte – 21

 

Foi realizado um experimento no laboratório de física, no qual um bloco A, com determinada massa, se encontrava pendurado por uma corda/fio, e, passando por uma roldana, na outra extremidade da corda, se encontrava o bloco B, com massa diferente de A, sob um peso. Quando retiramos esse peso, o bloco A percorre uma altura H, consequentemente, o bloco B percorre essa mesma distância em cima da mesa, mais uma distância X, até parar novamente.

FUNCIONAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Objetivos do trabalho:

I) Determinar o coeficiente de atrito cinético

II) Comparar aceleração teórica com experimental

III) Analisar a propagação de erros em experimentos

 

1ª Parte: Pré-Análise

1

Encontrando a primeira aceleração.

 

2

Após o bloco A entrar em contato com o chão, é preciso saber com qual velocidade o corpo B se encontra; para isso, utilizamos a fórmula de Torricelli.

 

3

Depois que o bloco A toca o chão, a única força atuante no bloco B durante o trecho X é a força de atrito, que por ser uma força resultante, pode ser calculada pela 2ª Lei de Newton.

 

4

A velocidade com que o bloco B termina o trecho H enquanto o bloco A está em movimento, é a mesma velocidade inicial deste quando começa a percorrer o trecho X.

 

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O passo 7 nos faz achar um método de chegar ao valor de μ.

 

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Por fim, o último passo nos dá uma fórmula para calcular a aceleração dinâmica, ou seja, uma aceleração teórica, que será comparada com a aceleração cinemática ao final do trabalho.

 

2ª Parte: Análise experimental

Através das fórmulas que foram acima apresentadas e as medições que foram feitas no dia do experimento, está na hora de calcular o valor de μ e as acelerações teóricas e experimentais.

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a)Obter o coeficiente de atrito cinético (com o erro)

CALCULO DO COEFICIENTE

 

 

 

 

b) Comparar a aceleração cinemática (experimental) com a dinâmica (teórica)

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Podemos observar uma diferença muito grande entre a aceleração teórica e a experimental. Isso acontece por diversos fatores, como por exemplo a imprecisão dos instrumentos de medição, o erro da pessoa que está medindo, ou as massas que são descartadas na hora do experimento; desprezo do ar também interfere diretamente. Ou seja, um conjunto de pequenos fatores que acabam deixando claro no final que fazem toda a diferença, propagando o erro e distanciando o resultado da teoria e experimentação.

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Roteiro do Experimento de Física

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2015

Colégio Pedro II – Campus Centro

Disciplina: Física

Professor:  Sérgio Lima

2º ano do Ensino Médio de 2015

Alunas:   Beatriz  Lopes               Nº: 05             Turma: 1201

Julianne de Brito          N°: 19

Natasha Hermes          N°: 23

Stephanie Fernandes  Nº: 29

 

Relatório do trabalho da 2º certificação

 

O trabalho de física do segundo trimestre consistiu em um experimento sobre as leis de Newton (matéria do trimestre) e posteriormente um relatório descrevendo o mesmo. O dia 16 de julho (quinta-feira), previamente escolhido pelo professor, foi destinado a realização do tal experimento no laboratório de física. Anteriormente a essa data, o professor Sérgio nos forneceu uma aula de preparação e pré analise do experimento, onde ele nos explicou do que se tratava o trabalho e o processo que teríamos de seguir para sua conclusão.

Os objetivos, descritos pelo professor, desse experimento são: determinar o coeficiente de atrito cinético; comparar a aceleração teórica com a aceleração experimental e por fim, analisar a propagação de erros em experimentos.

 

Temos na seguinte imagem a estrutura do nosso experimento:Física 1

 

(Figura 1)

Esse esquema apresenta dois blocos com massas distintas: o bloco A e o bloco B. A informação que nos forneceram é que a massa do bloco A equivale a 85g, com erro de mais ou menos 1g, enquanto a massa do bloco B equivale a 105g, com erro de aproximadamente 1g. Com essas informações, passamos essas medidas para kg :0,1

 

Imagem tirada na hora do experimento

1

(Figura 2 – representação real da figura 1)

 

1ª etapa do trabalho:

No laboratório  tivemos que descobrir 3 incognitas:

  1. h à A medida (altura) do chão até o bloco A, que equivale a distancia em que o bloco B tem que andar para que o bloco A chegue ao chão.
  2. x à A distancia em que o bloco B anda depois do bloco A chegar ao chão.
  3. t à tempo que o bloco A leva para chegar ao chão.

 

Para descobrir essas incognitas precisamos de:

  • um medidor de tempo
  • uma regua

 

 

O medidor de tempo que utilizamos era do laboratório de física do colégio e este tinha o auxilio de dois sensores para detectar o momento exato em que o bloco A chega ao chão. Na imagem abaixo podemos ver os dois sensores (objetos pretos na imagem com luz vermelha):2

(Figura 3)

 

A distância entre os sensores equivale a incógnita h e quando o bloco B sair do primeiro sensor e passar pelo segundo sensor, iremos descobrir o tempo (t) em que o bloco A demora para chegar ao chão.

3

(Figura 4)

OBS: O objeto preto em cima do bloco B é um peso que impede a locomoção do bloco. Isso ajuda a ter um resultado mais preciso do tempo.

 

Passo a passo:

1° passo) Com o auxílio da régua encontramos o valor da incógnita h, que no caso foi equivalente a 45,5 cm. Depois transformamos esse valor para metros, achando o resultado de (0,45 ± 0,005)m

2°passo) Tiramos o peso de cima do bloco B para que ele se movimentasse, desse modo foi possível medir o tempo em que o bloco B passou pelo segundo sensor, o que equivale ao tempo que o bloco A chega ao chão. No nosso caso, o cronômetro (medidor de tempo) posto sob a mesa, marcou 0,451s.

4

(Figura 5)           (Figura 6)

Como esperávamos o bloco B não parou de se movimentar no exato momento em que o bloco A chegou ao chão. Ele continuou a se movimentar devido a sua aceleração e ao coeficiente de atrito da mesa. Essa distância “extra”, como dito anteriormente, é a incógnita x.

 

3°passo) Medimos com a régua de madeira a distância entre o segundo sensor e o local onde o bloco B parou e encontramos 49,5cm. Depois transformamos este valor para metros e encontramos (0,49±0,005)m; e esse será o valor de x.

5

 

Com todas as informações recolhidas pudemos dar continuidade ao trabalho e seguir para a próxima fase do experimento:

 

2ª etapa do trabalho:

Primeiramente o  µ foi calculado. (Para esse experimento o cálculo do erro será importante.)

7

800

 

1ºpasso)

Usamos as Leis de Newton para deduzir a aceleração (a) em função de Ma, Mb e g.

6

Substituindo valores:

804

802
2°passo) Usamos a Equação de Torricelli para deduzir a velocidade do bloco B quando o Bloco A chega ao chão .

8

900

901

902

 

Substituindo os valores encontramos: v = 1,61 ± 0,34

 

3ºpasso) Usamos as Leis de Newton para deduzir (a’) em função de mb e μ (coeficiente de atrito)

9

903

 

 

Substituindo os valores encontramos a’= 2,646(± 0,00138202 m/s²)

 

4º passo) Escrevemos as equações do MUV para a massa B até parar percorrendo a distância x.

805

5ºpasso) Isolamos o tempo (t) da equação da velocidade e substituímos na equação da posição.

806

 

 

6ºpasso) Substituímos a velocidade final do primeiro movimento na inicial do segundo movimento.

 

 

7°passo) Reescrevemos a equação para que μ fique em função de ma, mb, x e h

807

Encontramos:

 

 

10

 

8°passo) Deduzimos a expressão da aceleração de queda em função de h e t

808

 

 

Com essa fórmula podemos calcular a aceleração cinemática, esta que será comparada com a aceleração dinâmica.

809

 

 

 

 

9°passo)

 

 

 

 

 

 

 

 

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Análise do experimento de Física.

Colégio Pedro II
Turma 1207
Alunas:
Ana Carolina -03
Carolina Tatagiba- 04
Lohane Reis- 18
Talita Machado- 28

O experimento feito no laboratório de Física consiste em dois blocos de massas distintas
ligados por uma corda e uma roldana como mostra o esquema abaixo:relatoriodefisica
Tal experimento buscava a encontrar o coeficiente de atrito entre a mesa e o bloco A, em que, as massas foram dadas e era necessário encontrar a distância entre a o bloco B e o chão, chamado de H, a distância percorrida pelo bloco A e também o tempo em que A chega ao chão.
Dados coletados:
Massa do bloco A= 87(+- 0,1) g
Massa do bloco B= 105(+-0,1)
H= 44(+- 0,1)cm
X=44,7(+- 0,1)cm
T=0,544 (+-0,01 )s
Essa análise também tinha como objetivo encontrar a aceleração teórica, que despreza a distância percorrida pelo bloco B além da distância H, e a aceleração experimental que a considera.

A partir da pré-análise feita em sala deduzimos a seguinte equação:

μ = Ma.H/(Ma+Mb).X+Mb.H
μ = 87(± 0,1). 44(± 0,1)/ 87(± 0,1) + 105(±0,1). 44,7 ( ± 0,1)+ 105(±0,1). 44(±0,1)
μ = 3.828(± 13,1)/13.202,4(± 43,04)
μ =0,28 ± 0,043

Aceleração teórica:
A partir da segunda lei de Newton deduzimos:
mA.g-T=mA.a +
T-μ .mB.g=mB.a


a= g (mA-μ.mB)/mA+mB
subistituindo:
a= 9,8.(0,087-0,289.0.105)/0,087+0,105
a=9,8.0,056655/0,192
a=2,891 m/s²

Aceleração experimental:
a= 2h/t²
a=2.0,88/0,544²
a=0,88/0,295936
a= 2,97 m/s²

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