Olá pessoal, clique no link para baixar a lista de exercícios da 1º Lei da Termodinâmica.
Dúvidas, na próxima aula!
Olá Pessoal,
Seguem abaixo algumas considerações sobre os relatórios dos experimentos!
Tenho que fazer um “mea culpa”: No próximo trabalho experimental vou explicitar exatamente o que será avaliado no relatório!
No mais, comparado com os relatórios do experimento do bebedouro, quase todos melhoraram! Assim, fiquei convencido de fechar o ano letivo com uma outra atividade experimental com análise de dados para que possamos chegar mais próximo de um bom relato de experimento :-)
No link abaixo uma planilha para o cálculo do coeficiente de atrito com seu respectivo erro (usando a propagação de erros simplificada). Na mesma está indicada como foram feitos os cálculos. Vocês podem usá-la para verificar os dados de vocês.
Depois vou acrescentar as incertezas das duas acelerações!
Clique aqui para ir para planilha no google (editável). Só altere a linha com os valores experimentais!
Colégio Pedro II – Campus Centro
Laura Kobler – 14
Margarida Andrade – 22
Mariane Barbosa – 23
Mylena Fernandes – 24
Turma 1207
Relatório do experimento de dinâmica



Os alunos realizaram um experimento no laboratório de física do colégio que será relacionado com o conteúdo de dinâmica e cinemática aprendido em física no segundo ano. O sistema consistia em dois blocos, A e B, ligados por uma corda em uma roldana. O bloco B estava apoiado na superfície de uma mesa com um peso em cima com o objetivo de fazer com que o sistema permanescesse em repouso. A corda ligada à B passava pela roldana e era ligada à A, que estava pendurada a alguns centrímetros do chão.
Quando o peso era retirado de cima de B, o peso do bloco A fazia com que fosse para baixo, atingindo o chão. Devido ao movimento de A, o bloco B percorria a mesma distância com a mesma aceleração sobre a mesa, porém, percorria mais uma determinada distância “x” (pelo princípio da inércia) até que parava devido ao atrito.
Realizamos o experimento citado e encontramos os seguintes valores:
Altura “h”: 45cm
Tempo: 0,398s
Distância percorrida por B: 56cm
Massa de B: 105g
Massa de A: 87g
Aceleração da gravidade: 9,8m/s²
Temos como objetivo determinar o coeficiente de atrito (µ), comparar a aceleração teórica com a experimental e analisar a propagação de erros em experimentos. Para isso iremos realizar os seguintes passos:
1) Usar as Leis de Newton para deduzir a em função de g e da massa de A e B.
T = mA . a
mA . g – T = mA . a
T – Fat = mB . a
T – µ . mB . g = mB . a
mA . g – µ . mB .g = mB . a + mA . a
g (mA – µ . mB) = a (mB + mA)
a = g (mA – µ . mB / mB + mA)
2) Usar a Eq. de Torricelli para deduzir a velocidade de B quando A toca o chão.
V² = Vo² . 2 . a . ΔS
V² = 2 . h . g (mA – µ . mB / mB + mA)
3) Usar as Leis de Newton para deduzir a’ em função de µ e da massa de B.
Fat = mB . a’
µ . mB . g = mB . a’
a’ = µ . g
4) Escrever as eq. do MUV para a massa de B parar até percorrendo a distância x.
ΔS = Vo . t + a . t² / 2
x = V . t – µ . g . t² / 2
5) Isolar o t da eq. Da velocidade e substituir na eq. da posição.
V(t) = Vo + a . t
0 = V – µ . g . t
t = V / µ . g
6) Substituir a velocidade final do primeiro na inicial do segundo movimento.
ΔS = V . t + a . t² / 2
x = ( V . V / µ . g ) – µ . g . V² / 2 . µ . g²
x = V² / µ . g – V² / 2 ( µ . g )
x = V² / 2 . µ . g
7) Reescrever a eq. para que µ fique em função de x, h e massa de A e B.
µ = mA . h / x ( mA + mB) + mB . h
Cálculo do µ
µ = (45 ± 0,1) (87 ± 1) / (56 ± 0,1) (87 ± 1 + 105 ± 1) + (105 ± 1) (45 ± 0,1)
µ = 0,2529 ± 0,0064
8) Deduzir a expressão de aceleração de queda em função de h e t.
h = a . t² / 2
a = 2 . h / t²
9) Comparar o valor do a experimental com o a teórico.
Valor de a teórico:
a = 9,8 (87 + 0,25 . 105) / 105 + 87
a = 3,0982 m/s²
Valor de a experimental:
a = 2 . 0,45 ± 0,1 / 0,398 ± 0,001
a = 5,6816 ± 1,328 m/s²
Quando comparadas as acelerações foram muito diferentes. Devemos isso a falta de instrumentos precisos de medição e arredondamentos feitos nos cálculos.
Colégio Pedro II – Campus Centro
Alunos: Jefferson Rodrigues – nº 14
Juliana Correia – nº 20
Luiza Calixto – nº 26
Mª Eduarda Feijó – nº 27
T: 1203
Experimento:
O experimento consiste em dois blocos de massas conhecidas e diferentes: o bloco B está em cima da mesa preso por um peso e ligado por uma corda ao bloco A que está suspenso do chão a uma altura h. Ao tirarmos o peso do bloco B, o bloco A percorreu essa distância h até chegar o chão com o tempo t (calculado através de um cronômetro do laboratório). Devido à lei da inércia, o bloco B andou a mesma distância e mais um pouco (o que chamaremos de x).
experimento realizado no laboratório
Assim, achamos os seguintes resultados:
h =(46,0 ± 0,1)cm
x=( 51,3 ±0,1) cm
t=(0,456 ±0,001)s
mA=( 85 ± 1)g
mB=(105 ± 1)g
alunas do grupo medindo h – a altura que o bloco A estava do chão
Objetivos do trabalho:
1) Determinar o coeficiente de atrito cinético
2) Analisar a propagação de erros em experimentos
3) Comparar aceleração teórica com experimental
Primeiro achamos a aceleração dinâmica pela 2º lei de Newton
g – T = mb. A
T- µ.mb.g=mb.a
a=g(ma- µ.mb)/ma+mb
Depois achamos através da fórmula de Torricelli a velocidade a qual o corpo B se encontra quando A toca o chão (é a aceleração cinemática que chamaremos de A2)
V²=0²+2.A2.h
V²=2.A2.h
0²=Vo²-2.A2.x
0=2ah-2A2.x
A2=x/ah
Através da 2ª Lei de Newton pudemos calcular a aceleração dinâmica em função de mb e µ. É necessário fazer isso para ajudar no cálculo de fat, já que durante que depois que o bloco A chega ao chão e o bloco B percorre x, essa é a única força que está atuando no bloco B:
µ. mbg = mb. a2
µ. mb. g/mb = a2(dinâmica)
Nessa parte, através das leis do MUV achamos a velocidade com que o bloco B tem no trecho h (que é a mesma velocidade inicial de quando ele começa a percorrer o trecho X)
V = Vo – at (eq. horária da velocidade)
0 = Vf – µg.t
S=So+Vot.a.t²/2 ( eq. horária da distância)
x = 0 + Vf . t – µg. t²/2
*isolamos t para podermos substituir a velocidade final do primeiro movimento na inicial do segundo na equação da posição, ficando:
t = V/ µ.g
x= Vf . Vf/ µ.g – µ.g. (V/ µ.g)²/2
Logo,
x= Vf²/ 2µ.g
Reescrevemos a equação para ela ficar em função de ma, mb, x e h
X = 2gh [(ma – µ.mb)/ ma+mb] / 2 µg =
µ=ma.h/(ma+mb)x +mb.h
Finalmente achamos aceleração teórica que é a aceleração da queda em função de h e t (dinâmica).
S=So+Vot.A.t²/2
H = At²/2
A = 2h/t²
A aceleração dinâmica será comparada com a cinética ao final do trabalho.
*Sabendo que: g = 9,8m/s²
Nessa parte do experimento notamos que a aceleração teórica é bem menor que a experimental. Essa diferença se dá por vários fatores, entre eles: imprecisão de medidas devido a erros em algumas medições, superfície de materiais desconsiderados (que alteraria o fat), desprezo do ar, entre outros.
Notamos que dessa vez a aceleração dinâmica foi bem maior que a cinemática.