Fim do NING e Bem Vindo

Introdução

Nós criamos uma rede social no NING (http://aprendendofisica.ning.com) e lá desenvolvemos um experimento com o uso de redes sociais em Educação (aprendizagem/ensino de física) de 2008 até julho de 2010. Todo o conteúdo que foi publicado por lá está guardado no meu computador e, na medida do possível e da pertinência, será migrado, manualmente, para cá.

Escolhemos, na época, o NING porque era gratuito, baseado em código aberto e bem flexível. Inafortunadamente o NING mudou seu modelo de negócio e passou a ser pago. Por isso migramos para este espaço aqui…

Se você está se perguntando: Por que uma rede social para aprender/ensinar física? Dê uma lida no nosso sobre!

Bem Vindo e etc

Se você está chegando agora, crie a sua conta, clicando aqui ou ali no menu lateral (esquerdo).

Poderia ter criado automaticamente uma conta para todos que já tinham cadastro no NING. Mas, por vários motivos, achei melhor que cada um decida se faz sentido estar aqui novamente ou não :-)

Temos aqui, algumas vantagens e desvantagens em relação ao NING. Por enquanto, as novas contas não tem permissão de escrita e criação de blogues, porque existem muitos ataques de robos para fazer spam.

Desejando ter um blogue aqui para seu e-portifólio é só mandar uma mensagem para o Prof. Sérgio Lima (clique no apontador e escolha “send private message”).

Querendo enviar um imagem, áudio ou vídeo sobre física, ciência e/ou aprendizagem/ensino de física use o “Mídias do Aprendendo Física“, que pretende ser um blogue colaborativo para mídias.

Tendo dúvidas sobre como e porque este rede social, use os comentários para pensarmos juntos sobre este tema :-)

Seja muito bem vindo a rede social do Aprendendo Física!

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Mini-Roteiro Atividade de Aprendizagem sobre Leis de Newton

Colégio Pedro II – U. E. Centro
Prof.: Sérgio F. Lima
Turma:2102
Grupo: Maria Carolina                        Nº: 20
       Mario Manoel                                           23
       Rafael Accácio                                         31
       Raphael Reisinger                                  32

 

 

 Mini-Roteiro Atividade de Aprendizagem sobre Leis de Newton


      1)Já com o esboço do sistema em mãos primeiro identificamos as forças que atuam nos blocos:
      Bloco A => Peso e Tração
      Bloco B => Peso, Normal, Tração e Força de atrito (Peso anula a normal neste caso)
      Depois formamos as equações a partir das Leis de Newton:
      Para o Bloco A => Pa – T = Ma.a
      Para o Bloco B => T – Fat = Mb.a

      Resolvendo o sitema…  Pa – Fat = Ma.a + Mb.a = a(Ma + Mb)
      Aceleração a = Pa – Fat/Ma + Mb
      Pa = Ma.g     
      Fat = μc.Mb.g
      logo a = Ma.g – μc.Mb.g /Ma + Mb => a = (Ma – μc.Mb)g/Ma + Mb

      2)Depois de montar o sistema em lab como indicado no site veremos que enquanto o bloco b sofre a força de tração, ele
se desloca h de distância e depois quando o bloco a está em repouso e o bloco b não sofre tração, pela lei da conservação de movimento, o bloco continua a se deslocar x até que a força de atrito o acelera negativamente até o bloco b parar. Após fazer as medições necessárias (tempo dos deslocamentos, e as distância dos deslocamentos) iremos colocar todos esses dados em
equações de MUV => Aceleração achada através das Leis de Newton, O tempo decorrido entre o início do experimento e o fim, e as distâncias percorridas pelo bloco b com a força de tração e quando ela deixa de atuar.

    V² = 2(Ma – μc.Mb)g.h/Ma + Mb  (derivado de V²=V0² + 2aΔs)
 
para apenas o bloco b

   0 = v – μc.g.t  (derivado de V=V0 + at)
   x = vt – μc.g/2.t²     (derivado de S =So+ V0t + at²/2)

      Depois mesclarmos os dados das equações e fazermos os tais malabarismos (pega de um lado, joga para o outro, passa dividindo entre outros)
teremos tal equação: 
            μc = Ma.h/(Ma + Mb)x + Mb.h

onde:

      μc – Coeficiente de atrito cinético
      h  – deslocamento do bloco b enquanto tração ainda atua no mesmo
      x  – deslocamento do bloco b enquanto tração não mais atua no mesmo
      Ma – massa de a
      Mb – massa de b

Caso ocorra erros no experimento e não consigamos, teremos que visualizar todas as variáveis que possam acarretar erros:
1 A pessoa que estiver efetuando a medição pode se enganar no número obtido por possuir problemas de leitura como dislexia,

miopia etc e pode prejudicar na medição;
2 A pessoa pode realizar cálculos errados ou se enganar na hora dos arredondamentos e do uso da notação científica (confundir o símbolo do Micron μ com o do Mega M etc);
3 Os Aparelhos podem estar defeituosos (Régua sem marcação, ou com marcação inadequada, Balaça desregulada, crônometro com botões “duros”, com mau contato, ou com contagem errada etc);
5 Ao aparecer números extraordinariamente grandes ou pequenos e usar o arredondamento (para duas casas decimais se necessário) e notação científica, um pequeno(?) erro (dependendo das dimensões do arredondamento) será acrescido ao resultado;
6 Acurácia (Precisão) dos equipamentos. Equipamentos de baixa qualidade tendem a ter uma tolerância de medição alta e baixa precisão

Após observar quais erros foram cometidos e retirar os causadores o melhor será repetir o experimento e evitar a repetição do erro.

Obs: Lembremos que a maior dificuldade para o aluno não é a física em si, e sim a matemática envolvida.

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Mini-roteiro experimental

Integrantes: Bruno (07)                  Turma: 2108
Caio (09)
Mateus (26)
Tommy (33)

Grandezas físicas:

– Massa do peso na vertical (A) – Medido pela balança
– Massa do peso na horizontal (B) – Medido pela balança
– Distância percorrida pelo peso na horizontal até o peso na vertical cair (x) – Medido por régua
– Distância percorrida pelo peso na horizontal após o peso na vertical cair (h) – Medido por régua
– Tempo que o peso na vertical demora para cair – Medido pelo cronometro

Física envolvida no experimento:
As grandesas físicas estão relacionadas apartir da fóruma feita apartir das Leis de Newton, da fórmula desenvolvida apartir das fórmulas do M.U.V:

Leis de Newton
I       -   Um corpo que esteja em movimento ou em repouso, tende a manter seu estado inicial.
II     -   A resultante das forças de agem num corpo é igual ao produto de sua massa pela aceleração adquirida.
III   -   Para toda força aplicada, existe outra de mesmo módulo, mesma direção e sentido oposto.

Fontes de erro:
– Imprecisão nas medidas de x e h
– Imprecisão nas medidas do tempo
– Imprecisão nas medidas das massas dos pesos na horizontal e na vertical
– Desconsiderar o peso da corda
– Desconsiderar possível elasticidade da corda
– Desconsiderar um possível atrito na roldana
– Arredondamento dos dados

A aceleração experimental será a aceleração calculada apartir da seguinte fórmula:

A aceleração esperada será a aceleração calculada apartir da seguinte fórmula e de alguns dados do experimento:

Peso na horizontal -   B
Peso na vertical      -   A


O coeficiente de atrito será calculado a partir da seguinte fórmula e
de alguns dados do experimento:

Peso na horizontal –   B
Peso na vertical      -    A

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Mini-roteiro 2ª Certificação

 

Paulo César – 23                               Turma: 2104

Raphael Félix – 24

Bruno Francesco – 3

Gabriel Portugal – 12

 

Grandezas físicas que precisarão ser medidas:

– Massas dos blocos usados. (já foram dadas)

– O tempo que os blocos levam para se deslocar h e x.

– As distancias percorridas pelos blocos durante o deslocamento.

– As velocidades nos diferentes momentos (momento em que a tração atua sobre o Bloco B e o momento em que a tração deixa de atuar sobre o Bloco B ).

– As forças que atuam nos blocos (Peso, Normal, Tração e Atrito).

– A Aceleração do sistema.

 

Como as grandezas se relacionam:

Grandezas físicas se relacionam porque, a partir de uma certa grandeza é possível calcular outras, o que é normalmente expresso por fórmulas. Nessa situação:

– A força Normal se relaciona com a força Peso (no caso do Bloco B ), sendo P = N. (P = m.g)

– Atrito é a força normal multiplicado pelo coeficiente de atrito.

– Tração se relaciona com a força Peso e atrito (no caso de superfícies)

– a Aceleração se relaciona com atrito, força Peso e tração (relativo as leis de newton) e se relaciona com as grandezas de MUV, velocidade e tempo, relativo a cinemática.

 

Maiores de Fontes de “Erro”:

– Imprecisão dos instrumentos (cronometro, régua, balança, etc.)

– Arredondamento das medidas

– Desconsiderar dados  (como a massa da roldana, resistência do ar, elasticidade da corda, entre outros.) ou se valer de situações ideais.

 

Como medir a aceleração experimental e a esperada:

– Aceleração experimental (calculada cinematicamente) pode ser conhecida por MUV. Utilizando S= So + VoT + AT²/2, que pode ser tanto utilizada quando existe e quando não existe tração atuando no bloco B, as grandezas que serão utilizadas serão medidas na hora do experimento, e aplicadas na fórmula.

– Aceleração esperada (calculada dinamicamente) será calculada pelas equações de movimentos que estão no link, fazendo um sistema de equações, após isso, descobriremos a aceleração esperada.

 

Como o coeficiente de atrito será calculado a partir dos dados do experimento:

– Conhecidos as distâncias h e x e as massas dos blocos A e B, o coeficiente de atrito será calculado pela fórmula: μ = mA•h / (mA + mB )x + mB•h.

 

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