Análise de experimento – Dinâmica

Colégio Pedro II – Campus Centro

Matéria: Física      Professor: Sérgio Ferreira de Lima

Alunos: Caio Gentil                                  nº.: 02                   Turma: 1203

João Marcos                                              nº.: 15

Leonardo Cattari                                      nº.: 21

Leonardo Sayão                                         nº.: 22

 

Introdução

 

Neste ano de 2015 os alunos do segundo ano do ensino médio começaram a estudar cinemática e as Leis de Newton (dinâmica). No dia,foi feito um experimento no laboratório de física, a fim de que os alunos possam aprender de uma maneira diferente alguns conceitos relacionados à cinemática e às Leis de Newton (dinâmica).

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O experimento consiste em um sistema composto por dois corpos (A e B), uma roldana e um fio/corda/cabo. Como ilustra a figura o corpo B pode ficar em cima de uma mesa e preso ao corpo A pendurado pela roldana na parte de fora da mesa. A massa de A fará com que o corpo A se desloque para baixo com aceleração “a” e percorrerá a distância “h”. Do mesmo jeito, (mas horizontalmente) por causa da massa de A, o corpo B vai acelerar para a direita com a mesma aceleração “a” e vai percorrer a mesma distância “h”, mas devido à inércia do movimento de B (um corpo que está em movimento tende a continuar em movimento até que outra força atue sobre ele) ele vai continuar seu movimento da esquerda para direita com aceleração retardada (freando) “ a’ “ até que a força de atrito o pare, tendo percorrido a mais que “h” a distância “x”. Será medido o tempo “t” do deslocamento de A até o chão.

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Dado o funcionamento do experimento foram estipulados como objetivos pelo professor:

  • Determinar o coeficiente de atrito cinético;
  • Comparar aceleração teórica com a experimental;
  • Analisar a propagação de erros em experimentos.

 

Para atingirmos esses objetivos vamos:

  1. Usar as Leis de Newton para deduzir (a) em função da massa de A, massa de B e g (aceleração da gravidade);P – T = Ma x aMa.g – T = Ma x a 

    T – Fat = Mb x a

    T – µ.Mb.g = Mb x a

    Somatório da Equações:

    Ma.g – µ.Mb.g = Mb x a + Ma x a

    g(Ma – µ.Mb) = a(Mb + Ma)

    a = g(Ma – µ.Mb / Mb + Ma)

  2. Usar a Equação de Torricelli para deduzir a velocidade de B quando A toca o chão; Distância hVo = 0Vf = ?

    a = g(Ma – µ.Mb / Mb + Ma)

    Então,

    Vf² = Vo² + 2.g.h.a

    Vf² = 2.g.h.(Ma – µ.Mb / Mb + Ma)

  3. Usar as Leis de Newton para deduzir (a’) em função da massa de B e do coeficiente de atrito μ;Fat = Mb.a’µ.Mb.g = Mb.a’a’ = µ.g
  4. Escrever as equações do Movimento Uniformemente Variado (MUV) para a massa B até parar, percorrendo a distância (x)função horária da velocidadeV = Vo – at0 = Vf trecho h– µ.g.t

    Função horária da posição

    ΔS = Vo.t – at²/2

    x = Vf h.t – µ.g.t²/2

  5. Isolar o “t” (tempo) da equação de velocidade e substituir na equação de posição;Função horária da velocidadeV = Vo – at0 = Vf – µ.g.t

    t = Vf h/ µ.g  (função da aceleração do trecho x com o t isolado)

  6. Substituir a velocidade final do primeiro movimento na inicial do segundo movimento;Função horária da posiçãoΔS = Vo.t – at²/2X = Vfh.t – µ.g.t²/2 → Função da posição no trecho x

    X = Vf h.Vf h/ µ.g – µ.g/2.(Vf/ µ.g)²

    X = Vf ² h/ µ.g – Vf² h/2. µ.g

    X = Vf² h/2. µ.g

  7. Reescrever a equação para que μ fique em função de massa de A (Ma), massa de B (Mb), x e h.x = 2.g.h.(Ma – µ.Mb / Mb + Ma) / 2. µ.gx = H/m.(Ma – µ.Mb / Mb + Ma)µ = h/x.(Ma – µ.Mb / Mb + Ma)

    µ = Ma.h – µ.Mb.h / Mb.x + Ma.x

    µ.Mb.x + µ.Ma.x = Ma.h – µ.Mb.h

    µ.Ma.x + µ.Mb.x + µ.Mb.h = Ma.h

    µ (Ma.x + Mb.x + Mb.h) = Ma.h

    µ = Ma.h / Ma.x +Mb.x +Mb.h

     

    µ = Ma.h / x(Ma + Mab) + Mb.h  (equação de μ em função Ma, Mb, x. e h)

  8. Deduzir a expressão da aceleração de queda em função de (h) e (t);Função horária da posiçãoΔS = Vo.t + at²/2h = at²/2

    a = 2h/t² (equação da aceleração em função de h e t)

  9. Comparar o valor de “a” cinemático com o valor de “a” teórico.

 

Dados coletados no experimento:

  • Ma = (85g ± 1g)
  • Mb = (105g ± 1g)
  • H= (0,44m ± 1m)
  • x = (0,52m ± 1m)
  • t = (0,442s ± 0,001s)

Dados já conhecidos:

  • Aceleração da gravidade – g = 9,8 m/s²

Termos que serão usados nas equações que não foram explicitados acima:

  • Fat = Força de atrito
  • T = Força de tração
  • V = velocidade

 

Cálculo do coeficiente de atrito (µ)

µ = Ma.h / x(Ma + Mab) + Mb.h

µ = 85 +- 1 . 44 +- 0.1 / ( 85 +- 1 + 105 +- 1) 52 +- 0.1 + 105 +- 1 . 44+- 0.1

µ= 3748 +- 52.5 / 14500 +- 177.5

µ= 0.2584 +- 0.0067

 

Cálculos

Acelerações de H 

Teórica:

a = g( Ma- µ . Mb)/ Ma+ Mb

a =9.8 (85-0.26 . 105)/ 105 + 85

a = 9.8 . 57.7 / 190

a = 2.9761 m/s²

Experimental:

A = 2h/t²

A = 0.88 +- 0.01/ 0.195364 +- 0.000884

A= 4.5044 +- 0.071 m/ s²

 

Comparações entre as acelerações (teórica e prática)

Encontramos grande diferença entre as duas acelerações. Esse fato acontece devido as imprecisões que acontecem no experimento como: a falta de instrumento com alta precisão para captar os valores de forma precisa; arredondamento durante os cálculos para que se ache uma resposta mais coerente; etc. Sendo assim, ao chegar no resultado final, encontra-se uma grande diferença entre os resultados.

 

 

 

 

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Experimento de Física

Colégio Pedro II – Campus Centro
Grupo: Ana Beatriz ( nº 2) , Letícia Zisman (nº 16) , Samantha Tavares (nº 26) e Victoria Coeli (nº 30)
Turma : 1207
EXPERIMENTO DE FÍSICA DA 2ª CERTIFICAÇÃO
No laboratório de física, fizemos um experimento no qual havia um bloco B em uma mesa,ligado num bloco A (que estava pendurado distante da mesa e apoiado por uma roldana).
No momento em que soltamos o bloco B, o bloco A desceu uma altura H,que foi percorrida também pelo bloco B. Com a aceleração obtida, o bloco B percorreu uma distância a mais, com relação ao H.
Com a ajuda de um cronômetro automático que marcou o tempo de queda do bloco A, o experimento consiste em medir a altura do bloco A, a distância a mais de B e a massa dos respectivos blocos.
Massa do bloco A = 87g (± 1)g
Massa do bloco B = 105g (± 1)g
H (altura) = 45 cm (± 0,1)cm = 0,45 m (± 0,001)m
T (tempo de queda) = 0,434 seg –> aproximadamente 0,43 (± 0,01)s
X = 44 cm(±0,1)cm = 0,44 m (± 0,001)m

Usamos a equação abaixo para obter o coeficiente de atrito (μ) :
Ma.H/(Ma+Mb).X+Mb.H =
87. 0,45/(87+105). 0,44 + 87. 0,45=
39,15/192. 0,44 + 39,15=
39,15/84,48 + 39,15=
39,15/ 123,63=
0,316 (± o,1)

Foi preciso desenvolver a 2º lei de Newton, para calcular a aceleração teórica:
2º Lei de Newton Fr= m.a
Fat = μ . N >>> Fat = μ . Mb.g
Ma.g –T = Ma . a
T- μ . Mb . g = Mb .a
Ma . g – μ . Mb . g = (Ma + Mb)
a= g(Ma- μ . Mb)/ Ma+ Mb

Botando os valores:
a= 9,8( 87 – 0,316 . 105)/ 87+ 105
a= 9,8. 53,82/ 192
a= 527,436/192
a=2,747 m/s² (± 0,5)

Para termos a aceleração experimental, usamos a equação do MUV, já que nos referimos ao instante em que o bloco B percorre apenas a altura H. Dessa forma:
∆S = H= 0,45m(±0,001)
Vo=0
∆S= Vo.t + at²/2
0,45m= 0. 0,43s + a. (0,43)²/2
0,45= a.0,1849/2
0,45.2 = 0,1849a
0,9 = 0,1849a
a= 4,867 m/s² (± 0,20)

Publicado em 1207, 2-ano, 2015, CP2, Experimentos, Física | 1 Comentário

Análise do experimento de fisica

Rio de Janeiro, 15 de agosto de 2015

Colégio Pedro II-Campus Centro

Alunas: Ana Beatriz Santos, Anna Carolina Alkimin, Letícia Helena Real, Luiza Barreto e Luiza Siqueira

T: 1205       nos: 01, 02, 18, 23 e 24

O experimento: No dia 16 de Julho de 2015 realizamos um experimento, no laboratório de física, onde observamos em cima da mesa um bloco B ligado a um bloco A (como na foto abaixo). Quando o peso que estava no bloco B era retirado de cima dele o bloco A caia, percorrendo uma distância h enquanto o bloco B percorria ao mesmo tempo a mesma distancia h com a mesma aceleração do bloco A. Mas após percorrer a distância h, o bloco B ainda percorria uma distância x freando (a’). No laboratório medimos h, x, t e as massas do bloco B e A já tinham sido medidas anteriormente pelo professor e com essas medidas fomos capazes de deduzir µ e a aceleração com seus respectivos erros.

1 . Usando as Leis de Newton deduzimos a em função de ma , mb e g.

 

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2 . Usando a equação de Torricelli deduzimos a velocidade do blocoB quando blocoA toca o chão.

3 . Usando as Leis de Newton para deduzimos a’ em função de mb e μ.

4 . Usamos a equação do M.U.V. para descobrirmos x percorrido por B até parar. Em seguida reescrevemos a equação de modo que μ fique em função de ma , mb , x e h.

 

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5 . Deduzimos a expressão da aceleração de queda em função de h e t (a experimental) comparado com a teórico. *

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*A diferença entre a aceleração teórica para experimental pode ser explicada pelo fato de que o cálculo da aceleração teórica não leva em consideração as possíveis interferências no experimento (real). Na teoria, por exemplo, alguns fatores podem ser considerados constantes ou não são considerados, enquanto na prática não temos como administrar isso, como a resistência do ar.

 

6 . Usando as regras de propagação de erro para determinamos o erro de μ em função dos erros de x, h, ma e mb.

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Publicado em 1205 | 1 Comentário

Relatório do trabalho da Segunda Certificação.

Colégio Pedro II – Campus Centro

Fabiana Penedo        número: 06

Júlia Dominguez       número: 13

Lívia Lino                   número: 17

Fabiana Penedo         número: 31

Turma: 1207               Física                   Profº Sérgio Lima

Relatório do trabalho da 2ª certificação

1 – Deduzir a em função de Ma, Mb e g.

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2- Deduzir a velocidade de B quando A toca o chão.

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3 – Deduzir a’  em função de b e μ

 

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4 – As equações do MUV para B até parar percorrendo x.

0 = V – a’.t

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Fisica2

5- Isolar o t da equação da velocidade e substituir na da posição

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6 – Substituir a velocidade final do primeiro movimento na inicial do segundo

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7 – Reescreva a equação para que  μ fique em função de Ma, Mb, h e x.

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8 – Deduza a expressão de aceleração de queda em função de h e t.

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O experimento

No dia 14 de julho, no laboratório de física do Colégio Pedro Segundo, foi realizado o experimento para a avaliação da segunda certificação do 2º ano do Ensino Médio.

O experimento constava de um bloco pendurado (A) ligado a um outro bloco parado encostado na mesa (B).

Observamos o bloco A cair e tocar ao chão e o bloco B ser arrastado com ele, mas por causa da inércia o bloco continua seu movimento além do que devia, ou seja, mais do que a altura do bloco A até o chão e por causo da força de atrito, ele para.

Dados coletados no experimento:

  • H = (45,0 +/- 0,1) cm
  • X = (48,7 +/- 0,1) cm
  • Ma = (87 +/- 1)g
  • Mb = (105 +/- 1)g
  • T = 0,437s

Cálculos

Cálculo do μ

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R: 0,27 +/- 0,004

Cálculo da aceleração teórica

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R: 3,05 m/s²

Aceleração experimental

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R: 4,71 +/- 0,052 m/s² 

Considerações finais: A diferença encontrada entre as acelerações pode ser explicada pelo seguinte motivo: a teoria é feita nas condições ideias de contorno, há presunções de verdade que no experimento podem não se tornar verdadeiras. Por exemplo, na teoria não se considera a rugosidade da mesa e do bloco.

No teoria diversas variáveis são consideradas como constantes para que a vaiável em estudo seja percebida, enquanto que no experimento não se tem controle de todas as variáveis que interferem inclusive na variável estudada levando a resultados diferentes. Por exemplo pode se abstrair do fator de atrito entre o bloco e a superfície no estudo teórico, mas indubitavelmente este se fará presente no teste prático.

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