Roteiro Projeto Leis de Newton

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Turma: 2104

Grupo: Anna Beatriz Maués

             Bruno Bernhardt

             Stefany Scaler

             Yuri Sousa

Mini-Roteiro Experimental

–  Experimento:  Reprodução desta simulação  no Laboratório de Física, onde mediremos o coeficiente de atrito por deslizamento tendo em vista que uma simulação computacional não equivale à um experimento real, onde existem fatores externos que são impossíveis de serem controlados, como por exemplo, desvios por conta de ondulações na superfície.

Para a realização deste experimento, teremos de medir e determinar grandezas físicas escalares e vetoriais, sendo elas: Massa, Tempo, Comprimento, Forças (Peso, Tração, Normal e Força de Atrito), Aceleração e Velocidade. Tal que, aceleração  poderíamos medir tanto cinematicamente com as equações do M.U.V. quanto pela dinâmica  com o uso das Leis de Newton.

Materiais e Instrumentos a serem utilizados:   

  •  2 Caixas de Madeira Pequenas (Serão nossos “blocos” A e B )
  •  Fio de Nylon (Será nossa “corda” de união dos Blocos que estarão fixadas aos mesmos)
  • Carretel de Esparadrapo, Carretel de Linha de Costura  ( constituirão nossa roldana, de forma que o carretel vazio de esparadrapo deixe correr o barbante)
  • Cronômetro (para medição dos intervalos de tempo)
  • Balança de pequeno porte (para medição das massas dos blocos A e B)
  • Régua Milimetrada e Fita Métrica (para medição dos comprimentos)
  • Fita Crepe (para marcações na superfície)
  • Calculadora 
  • Banco (que interromperá o percurso do “bloco A” antes de tocar o chão e definirá a altura “h”)

(ATUALIZADO)

-> Após esclarecimentos sobre os materiais que  nos poderão ser fornecidos no Laboratório de Física – Unidade Escolar Centro, atualizamos nosso roteiro de modo que fique da seguinte maneira:

  • 2 massas (Serão nossos “blocos” A e B) – Fornecidos e escolhidos (pelos alunos) no Laboratório de acordo com a melhor conveniência
  • Fio de Nylon (Será nossa “corda” de união dos Blocos que estarão fixadas aos mesmos) – Fornecida
  • Roldana ( Terá massa inferior às massas de modo que em relação à ela, torna-se “desprezível”) – Fornecida
  • Cronômetro (para medição dos intervalos de tempo)
  • Balança  (para medição das massas dos blocos A e B) – Fornecida
  • Régua Milimetrada  e Trena (para medição dos comprimentos) – Fornecida
  • Fita Crepe (para marcações na superfície)
  • Calculadora
  • Banco (que interromperá o percurso do “bloco A” antes de tocar o chão e definirá a altura “h”)
  • O próprio Roteiro fará parte do material necessário

Procedimentos:

        Primeiramente, o grupo fará as medições das massas dos “blocos A e B” com o auxilio da balança. Em seguida,  posicionaremos nossa roldana e uniremos nossos “blocos” ao fio de nylon de modo a colocá-lo já passando pela roldana em posição para começarmos o experimento.

        Ao mesmo tempo, marcaremos com a fita crepe em uma superfície no Laboratório, de preferencia uma mesa, o ponto inicial de onde bloco “B” na horizontal partirá. Também faremos uma segunda marcação que será o  ponto “O”,  correspondente ao ponto inicial somado a distância “h”* que o bloco “a” descerá na vertical de forma que será a partir deste ponto (“O”) que marcaremos o tempo com o cronômetro. À seguir, mediremos com a régua milimetrada o espaço “x” percorrido pelo “bloco B” na horizontal após o ponto “O”.

*comprimento este que será medido com o auxilio da fita métrica desde a altura inicial do bloco até aonde o mesmo foi interrompido pelo banco.

            A partir dos dados coletados, calcularemos com a calculadora as medidas indiretas e caso seja necessário,o grupo fará o uso de arredondamentos e/ou utilizará os algarismos significativos.

         Erros e Incertezas:

– O mesmo procedimento será repetido 3 vezes e será feita uma média dentre as medidas coletadas em todas elas, para reduzir ao máximo a incerteza. 

– Neste experimento, ocorrerão  erros sistemáticos, ou seja, erros ocorridos por instrumentos defeituosos e também poderão ocorrer erros aleatórios ou acidentais que decorrem de fatores imprevisíveis de forma que para elimina-los ao máximo, repetiremos o experimento mais de uma vez.

– Outro erro e incerteza presente no experimento, é a utilização de situações ideais,  onde estaremos desprezando a massa da roldana e da corda. Assim como também desprezaremos a elasticidade da corda.


 

 

 

 

 

 

 

 

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