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Relatório do Projetor

                                                 Relatório de Replicação

                                                 Projetor de celular

Colégio Pedro II-Unidade Centro                                                        6/12/2014

Alunos: Felipe Andre Silveira Pratti               n: 07                                1º ano E.M.

                Talita de Lyra Machado                   n: 30                                 Turma: 2108

 

 

 

Utilizamos como material:

-Uma caixa 36cm comprimento, 28cm largura, 14 profundidade

-Uma lente convergente, como de uma lupa, diâmetro 10cm

-Tinta preta fosca

-Isopor

 

Primeiro cortamos o cabo da lupa para termos somente a lente.

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Depois cortamos na caixa, em sua profundidade, o tamanho da lente, para em seguida, colarmos.

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Então, pintamos toda a parte interna com tinta preta fosca. Pintamos também a parte de fora, mas é pura estética, não interfere no funcionamento.

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Por último, montamos com isopor um suporte para o celular. Medimos, cortamos e montamos de forma que aparecesse o máximo da tela.

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Está pronto. Posicione o projetor, coloque o celular no suporte, apague as luzes e regule a localização do suporte em cima do foco. Se não souber o foco, procure vendo onde fica mais nítida a imagem.

A imagem do celular funciona como objeto para a lente, que projeta a imagem real na parede. O celular deve ficar em cima do foco da lente para, além de mais nítida a imagem, ela ser real, invertida e maior.

A tinta serve para que não tenha reflexão da caixa, atrapalhando na nitidez da imagem.Quanto maior a lente, maior será a imagem, mas também será necessário uma fonte luminosa maior.

Vídeo referêcia para replicação

http://www.manualdomundo.com.br/2013/05/projetor-caseiro-com-celular/

 Manual do mundo- Iberê Thenório

Calculo do foco, imagem e objeto

Foco=?

P=  35 cm

P’= 200 cm

1/f = 1/35 + 1/200

1/f = 47/1400

F= 29,787cm

Resultado final, considerando medidas aproximadas

Foco = 30 cm

Distância do objeto= 35cm

Distância imagem=200 cm

 

 

Licença de Distribuição

Licenza Creative Commons

Roteiro projetor diFelipe Pratti è distribuito con LicenzaCreative Commons Attribuzione – Non commerciale – Non opere derivate 4.0 Internazionale.

Roteiro de replicação do forno solar (quase tão quente quanto a Carol Castro)

Colégio Pedro II – Campus Centro – Física – 2014 – Turma: 2108 – 1º Ano do E.M.

Amira Gayatri El Assad Hempel – Nº34

Enrico Almada Furtado – Nº5

João Pedro Lomba Grandinetti – Nº11

 

 

Roteiro de replicação do forno solar proposto pelo professor Sérgio F. Lima

Baseado no roteiro do Solar Cookers International que pode ser encontrado em http://www.solarcooking.org/portugues/minimum-pt.htm

 

Material utilizado:

  • Uma caixa de papelão com as seguintes medidas: 50 x 45 x 50 (Altura x Largura x Comprimento)

  • Uma segunda caixa de papelão com as seguintes medidas: 35 x 35 x 40 (Altura x Largura x Comprimento)

  • Uma placa de papelão de 68 x 82 (Largura x Comprimento)

  • Um rolo e meio de papel alumínio

  • Cola a gosto (Branca e SuperBonder)

  • Jornal

  • Tinta guache preta

  • Um pincel (quanto maior, mais eficiente)

  • Lápis / Pilot

  • Tesoura

  • Estilete

  • Alicate

  • Plástico para churrasco “Assarápido”

  • Fita adesiva larga

  • Um pedaço de arame forrado.

 

1 – Feche a caixa maior, mas não cole (para facilitar o corte posteriormente e porque ainda vamos forrar ela).

2 – Apoie a caixa menor sobre a parte de cima da maior e trace o contorno. (Procure deixar aproximadamente o mesmo tamanho entre lados paralelos).

3 – Retire a caixa menor de cima da maior e corte (de preferência com estilete) no contorno traçado.

4 – Penetre (no bom sentido) a caixa menor no buraco recém-cortado da caixa maior. Se não entrar, é só aumentar um pouco o buraco e ter carinho.

5 – Dobre as abas da tampa da caixa menor sobre a caixa maior e corte o que fica para fora.

6 – Retire a caixa menor de dentro da outra.

7 – Forre o interior das duas caixas com papel alumínio, e, também, o que restou da tampa da maior. Cole pelo lado fosco, de forma que o lado brilhante fique exposto. Levando em conta nossa experiência, recomendamos o uso de cola branca.

8 – Dobre novamente o que restou da tampa da maior e cole. Recomendamos o uso de fita adesiva.

9 – Amasse várias folhas de jornal e coloque no fundo da caixa maior, para dar apoio para a caixa menor.

10 – Penetre (novamente, no bom sentido) a caixa menor na caixa maior, dobre as abas (já cortadas no tamanho certo) e cole-as no que restou da tampa da maior.

11 – Enquanto isso, na sala de justiça, partimos para a tampa. Pegue a placa de papelão.

12 – Coloque sobre a base do forno (as caixas). Dobre dois lados (paralelos) por vez sobre a base. Desdobre.

13 – Em cada um dos cantos da placa vai existir um retângulo formado pelos vincos das dobras. Recorte um dos lados de cada retângulo.

14 – Dobre em todos os vincos e cole esses retângulos nos lados recortados, de maneira a formar uma tampa.

15 – Trace um retângulo aproximadamente do tamanho da base da caixa menor no interior da tampa. (O nosso ficou com 37 x 34, uma diferença tão pequena não afeta no resultado final).

16 – Corte três lados desse retângulo, formando uma aba.

17 – Forre o interior dessa aba com papel alumínio, como fez com o interior das caixas.

18 – Vire a tampa e cole uma folha de plástico próprio para churrasco na abertura recém-cortada da tampa. (Também pode-se utilizar uma placa de vidro ou plástico filme, mas o material utilizado vai influenciar no resultado final)

19 – Pegue um pedaço de arame forrado de aproximadamente 30cm, e com ajuda de um alicate desencape as duas pontas, aproximadamente 4cm de cada lado.

20 – Dobre cada ponta para um lado de forma que fique no formato aproximado de um Z. Este será o suporte da tampa.

21 – Encaixe o suporte de forma que o ângulo da aba permita que os raios de sol batam nesta e reflitam para dentro da caixa.

22 – Pinte toda a superfície externa do forno com tinta guache preta.

23 – Coloque um recipiente (de preferência metálico) com água dentro do seu forno e coloque no sol.

24 – Deixe o professor medir a temperatura final da água do seu trabalho. O nosso, depois de aproximadamente duas horas e meia, chegou a 70ºC. Espere um resultado final de pelo menos 57ºC.

25 – Ganhe um ponto na média da certificação.

26 – Comemore.

 

Licença Creative Commons
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Projeto de aprendizagem #2 – Roteiro de replicação do forno solar #FornoSolar2014

Colégio Pedro II- Campus Centro 2014

1° Série do Ensino Médio    – Turma 2106

Matéria: Física            Professor: Sérgio Lima

Integrantes:

Ayla Mello Dias Queiroz                                 N°-03

Cássio Puzanovsky Magalhaes                     N°-08

Lucas Guimarães da Motta Correa Pinto       N°-19

Suzana C. Oliveira Barbosa                N°-32

 

Introdução

Nessa certificação, nós fizemos um forno solar, que é um projeto muito interessante pois podemos utilizá-lo no nosso dia a dia, economizando o dinheiro que seria gasto na compra de um forno, e ainda economizando energia!

Funcionamento

O forno solar não usa gás, nem lenha, nem energia elétrica: o calor que cozinha o alimento vem diretamente do sol, cujos raios multiplicam-se ao encontrar as superfícies espelhadas do forno, formando um efeito estufa.

foto 1

Claro que, apesar de atingir temperaturas surpreendentes, o forno solar é totalmente dependente da condição climática e, portanto, não dá para achar que um dia todas as pessoas terão um casa. Mas, em regiões pobres, principalmente na África, onde o sol é constante e a lenha responde por quase 100% da energia consumida, os fornos solares podem provocar uma verdadeira revolução. O forno solar não só é capaz de cozinhar sem poluir como também esteriliza a água quando atinge 65 ºC, a temperatura necessária para matar todos os microorganismos capazes de causar alguma doença. E o melhor é que cada pessoa pode construir o próprio forno solar, gastando quase nada.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.

Botando a mão na massa

Para a realização trabalho primeiramente nos reunimos na casa de um dos integrantes do grupo. Tivemos alguns problemas de interpretação das instruções, então quando terminamos o forno percebemos que não estava funcionando porque nós esquecemos o principal: o isolante térmico. Na realização do primeiro forno, não sabíamos como era seu o funcionamento, não percebendo também que ele precisaria de um isolante térmico.

Depois do erro, procuramos tirar nossas dúvidas sobre o funcionamento do forno com outros alunos e com o professor, e conseguimos entender seu funcionamento. Então nós nos reunimos novamente na casa de outro integrante, e recomeçamos a fazer o forno, desta vez com consciência de seu funcionamento. E deu certo!

MATERIAIS:

  • 2 caixas de papelão, sendo que uma tem q ser maior do que a outra, e é recomendado que tenha um espaço de 2,5cm entre elas (nós fizemos com 3,0cm de dois lados e no fundo, e 4,5cm dos outros dois lados). E a caixa maior de papelão precisa ter uma tampa que encaixe perfeitamente nela.
  • 1 tesoura/estilete
  • 1 rolo de papel alumínio
  • 1 pote pequeno de tinta preta não tóxica.
  • 1 folha média de acetato (pode se substituir a folha de acetato por outro material fino e transparente)
  • 2 placas de isopor

INSTRUÇÕES:

1°- Primeiro nós pegamos a maior caixa e fechamos ela. Em seguida, colocamos a caixa virada pra cima, e a caixa menos em cima da maior. Depois de posicionar a caixa, marcamos o contorno da caixa menor na caixa maior e cortamos a caixa maior de acordo com o contorno (usamos o estilete que dá maior precisão). Assim, uma caixa vai entrar perfeitamente na outra.

2°- O próximo passo foi colar o papel alumínio em todo o interior da caixa menor (é preciso que a parte mais refletora fique exposta)

3°-Em seguida, começamos a colocar o isopor dentro da caixa maior, de maneira que, quando a caixa menor for colocada dentro da maior, não sobre nenhum espaço entre elas (lembrando que elas precisam se encaixar uma dentro da outra e ficar da mesma altura).

4°- Agora, nós pegamos a tampa, e fizemos como no 1° passo: colocamos a caixa menor em cima da tampa e marcamos o contorno. E depois disso cortamos o contorno com estilete.

5°- Depois disso, recortamos a folha de acetato de modo que ela ficasse um pouco maior que o buraco feito na tampa e colamos nela, não deixando nenhum espaço entre as duas (a folha e a tampa).

6°- Nesse passo usamos o pedaço de papelão que retiramos da tampa e colamos papel alumínio em um de seus lados. Nessa parte tentamos ser os mais cuidadosos possível, para que o papel alumínio ficasse o mais liso possível.

7°-Depois de colar o alumínio no papelão, fixamos o mesmo na tampa, de modo que a parte de alumínio ficasse virada para o acetato e em um ângulo um pouco maior que 90°, como na foto abaixo. Também colocamos duas pequenas bases de papelão nas bordas da parte com alumínio, para garantir melhor equilíbrio.

Tampa finalizada

Tampa finalizada

8°-Com a tampa finalizada, encaixamos a caixa menor dentro da maior, fixando com um pouco de durex

Foto após a fixação da caixa menor dentro da maior.

Foto após a fixação da caixa menor dentro da maior.

9°- Agora, lembra daquele pedaço de papelão que foi retirado da caixa maior no primeiro passo? Então, usamos ele para fazer uma bandeja que ficará dentro da caixa menor. Para fazer a bandeja pintamos um dos lados de preto, e cortamos um pouco a extremidade para que a bandeja entre com facilidade na caixa menor (o lado preto virado pra cima). É só colocar a bandeja dentro da caixa menor e pronto, acabou!

Forno com a bandeja dentro

Forno com a bandeja dentro

 

Forno finalizado

Forno finalizado

Testando

Tínhamos testado o forno em casa, e aparentemente tinha funcionado, já que havia vapor no acetato, só não medimos a temperatura porque não possuíamos o termômetro. No total foram feitas duas medições de temperatura. A primeira no dia do trabalho, onde o forno apresentou uma temperatura de 68°C . A segunda medição foi feita um dia depois da apresentação, pois no dia da apresentação observamos um trabalho que ultilizou como recipiente para a água uma lata de nescau( que por dentro era metálica ). O nosso grupo tinha ultilizado uma panela com fundo preto, e achamos que esquentaria mais com um recipiente com superfície metálica . Então testamos novamente com uma lata de nescau e medimos a temperatura com um termômetro que outro grupo nos emprestou. A temperatura foi de 72,3°C comprovando nossa hipótese de que esquentaria mais como era uma superfície metálica.

temperatura do forno na segunda medição.

temperatura do forno na segunda medição.

FINALIZAÇÃO

Em geral, o grupo gostou bastante do projeto feito, pois o forno feito é uma coisa bem útil para nosso dia a dia. Além disso aprendemos que errando também se aprende, já que o nosso primeiro projeto do forno foi um fracasso, e depois disso buscamos entender melhor o funcionamento do mesmo. Isso foi fundamental para o funcionamento do nosso segundo forno., e também para a aprendizagem.

Uma vida gasta cometendo erros não é apenas mais honrosa, mas mais útil que uma vida não fazendo nada.”
GEORGE BERNARD SHAW

Licença de distribuição do Roteiro :

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http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/