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Roteiro Final – Projeto de Aprendizagem Nº3

08/12/2011 in 2104, Atividade, CP2, Experimentos, Física, Projetos, Projetos-Aprendizagem, Relatório

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Nomes: Amanda P. Fernandes – 3

Carolina Paes Borge – 9

Flavya Peres – 12

Gabriel A. M. Dias – 13

Turma: 2104

 

Cálculos do Experimento:

Fat = μc . N

μc = ma.h / (ma+mb)x + mb. h =

0,0121. 0,09 / (0,0121+0,01).0,069 + 0,01.0,09 =

0,001089/0,0015249+0,0009=

 0,001089/0,0024249=

~0,45

μ = 0,45

N= Pb

N=0,1 

Fat = 0,45.0,1

Fat = 0,045 

Observações (com respostas das questões publicadas pelo professor no fórum):

-> O experimento foi repetido 3 vezes, e após isto, tiramos a média e obtivemos os valores.

-> A simulação computacional de um experimento de física não é equivalente ao experimento real, porque simulações computacionais são produzidas em “condições ideais”, que não existem na realidade.

->Primeiro, medimos as grandezas do experimento, obtendo-as cinematicamente; elas também podem ser encontradas dinamicamente, como fizemos depois, nos cálculos.

-> Na realização do experimento, a aceleração pode ser medida cinematicamente, já que ela é, basicamente, a variação medida da velocidade (Δv) dividia pela variação medida do tempo (Δt).

-> No experimento realizado no laboratório, as condições acabam não sendo como no simulado. Isto é, há fatores externos que podem influenciar no experimento, qu na simulação não existiam, pois a fizemos em condições ideais.

-> As condições externas inteferem no resultado final do experimento, por isso, muitas vezes, acabam até resultando em muitos valores, surgindo erros.

-> Na simulação, observada antes da realização do experimento, não há erros, pois tudo é pensado segundo condições ideais.

-> A trena utilizada gera sempre uma imprevisão nas medidas para as grandezas métricas. O μ também terá uma pequena imprecisão, portanto, será arredondado segundo as regras sugeridas pelo professor.

Roteiro do Projeto Leis de Newton

17/11/2011 in 2108, Atividade, Atividade-Alunos, CP2, Experimentos, Física, Projetos, Projetos-Aprendizagem

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro                                      T.: 2108

Nomes: Cainã Teles   nº3

Daniel Escoralique   nº8

Julia Castro   nº15

Maiyarah Marques   nº21

Materiais para o experimento:

-Duas caixas de madeira: funcionaram no sistema como os blocos A e B, usaremos caixas preferencialmente de madeira, pois tem um peso considerável para a realização do experimento;

-Mesa: funcionara de apoio para a montagem do sistema;

-Fio de nylon: vai ligar o bloco A ao B, funcionara como a corda, usaremos nylon pois acreditamos que esse material tenha menos elasticidade, então, se aproxima mais com uma corda ideal;

-Carretel de esparadrapo vazio: funcionará como a roldana onde o fio de nylon ira passar;

-Balança: com ela podemos descobrir as massas dos blocos A e B, com a massa podemos calcular o peso dos blocos, que é algo determinante para descobrir-se a força de atrito;

-Fita crepe: servirá para prender o carretel a mesa, e para prender o fio nylon aos blocos A e B;

-Cronômetro: serve para calcular o tempo do deslocamentos do sistema;

-Cadeira: servirá para interceptar o bloco A antes que ele caia no chão;

-Calculadora: servira para facilitar os cálculos;

-Trena: servira para medir as distancias percorridas pelos blocos.

Roteiro da realização do experimento:

Primeiramente, iremos montar o sistema com os materiais citados acima postos nas suas devidas funções (também citadas acima), depois iremos por o sistema para funcionar, fazendo com que os blocos se movam, ao mesmo tempo acionaremos o cronômetro para contar o tempo, deixaremos o sistema se mover, e depois de um tempo, vamos interceptar o sistema, após essa etapa calcularemos as distancias percorridas e então calcularemos a Força de atrito (Fat) e todas as outras variáveis usando as fórmulas de MUV e as leis de Newton.

Incertezas:

Algumas medidas não podem ser calculadas com precisão, isso se da por exemplo por:

-arredondamentos feitos para facilitar as contas;

-medidas com pouca precisão, os instrumentos podem conter falhas;

-desprezamento de algumas grandezas, como a massa do fio e da roldana, a elasticidade do fio (apesar de termos escolhido um fio com menos elasticidade, ainda sim não é um fio ideal.

Para minimizar esses erros, iremos repetir o experimento três vezes.

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Roteiro –Projeto Leis de Newton

17/11/2011 in 2102, Atividade, Atividade-Alunos, CP2, Experimentos, Física, Projetos, Projetos-Aprendizagem

Colégio Pedro II-U.E. Centro

Professor: Sergio Lima  – Física

Grupo: Dominique Melo nº : 07 ,Juliana Magalhães  nº:13 , Mariane Bagile nº: 21 , Rachel Andrade nº: 24 , Thais Cristina nº: 29

Turma : 2102

 

-Objetivos do Trabalho :

Para aprofundar o estudo sobre as leis de Newton  e força de atrito , realizaremos um experimento baseado numa simulação computacional, que se diferencia  do experimento real  porque no experimento real , a probabilidade de erro é grande, considerando que no experimento computacional  não haverá erros acidentais , devido a defeitos em equipamentos, negligências (falta de habilidade), erro de leitura em uma escala, etc.

 

-Materiais a serem utilizados:

Fita métrica para medir as distancias  (x, h)

Blocos de madeira (fornecidos pelo professor)

Roldana (fornecida pelo professor)

Fio (fornecido pelo professor)

Balança (fornecido pelo professor)

Cronômetro (fornecido pelo professor)

Fita adesiva colorida para fazer as marcações

-Grandezas físicas a medir:

. As massas dos blocos (serão pesadas na balança)

.Os deslocamentos dos blocos , A(altura ∆h percorrida) e B seu deslocamento ( depois que a tração do fio deixou de atuar ) que serão medidas por uma régua.

A aceleração pode ser calculada cinematicamente através das equações do M.U.V.  e também dinamicamente, através  das leis de Newton , com a equação

Para a equação da aceleração calculada dinamicamente , é preciso antes calcular o coeficiente Mk , com as equações :  ou  para massas iguais

Para calcular a força de atrito : Fr= µ . N

Para calcular a tração: Bloco A -> ma.g –T =ma . a    Bloco B ->  T – Fr= mb .a

Para calcular a velocidade que alcança depois de deslocar-se h, partindo do repouso :

 

-Quais são os erros no experimento?

Podem ocorrer erros na medição da massas com os instrumentos que serão utilizados ; posicionamento, má observação ,erros nas resoluções das equações também podem ocorrer. O grupo fará o experimento 5 vezes (cada integrante do grupo realizara o experimento uma vez ) ,após isso tiraremos a media dos 5 experimentos ou procuraremos utilizar uma formula para calcular as incertezas , que será:

C= A.B então δc = δA . B =B .δA + A .δB (δ representa incerteza)

C=  então δ C = δ () = (B . δA+ A .δB) .() = (B .δ A+ A . δB).C

-Passo a passo :

Após medir as massas dos blocos com uma balança, o grupo fará uma marcação para depois medir com uma régua/fita métrica as distancias percorridas. Depois o grupo calculara o coeficiente de atrito , a aceleração , a tração e a força de atrito com as equações já referidas ;

-Forças que atuam sobre os blocos :

A -> o peso ma.g, a tração da corda T -> T de

B -> o peso de MB.g , a tração da corda T -> T  de = ma . a  ,a normal do plano horizontal -> N =mb . g , a força de atrito Fr=µ . N

 

Licença Creative Commons
Roteiro -Projeto Leis de Newton de Dominique,Juliana,Mariane,Rachel,Thais é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Vedada a criação de obras derivativas 3.0 Brasil.
Based on a work at aprendendofisica.net.

Roteiro do Projeto de Aprendizagem

17/11/2011 in 2011, 2102, Atividade, Atividade-Alunos, Física, Projetos, Projetos-Aprendizagem, Relatório

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro
Relatório do trabalho de Física
Turma 2102   3ª Certificação 2011
Barbara Mello – nº 01
Juan Jullian – nº 11
Maria Clara Vilarde – nº 20
Yago Ítalo – nº 33

1ª Parte: Materiais e instrumentos que serão utilizados.

Para realizar o experimento, devemos utilizar:

• Dois blocos, denominados A e B, de massas diferentes;
• Uma corda, como um fio de nylon, por exemplo, que ligue os blocos;
• Uma mesa ou qualquer outra superfície na qual faremos o experimento;
• Uma polia (roldana ou qualquer corpo circular que suporte a tração da corda e a força de atrito);
• Trena ou fita métrica, para medir a distância percorrida pelos blocos;
• Cronômetro ,para marcar o tempo de realização do experimento;
• Fita adesiva, para marcar o deslocamento;
• Balança, para determinar a massa dos blocos A e B;
• Calculadora científica, para ajudar na precisão dos cálculos do sistema;
• Caderno ou livro, para parar o sistema e delimitar sua altura após o deslocamento;
• Papel/Caneta/Lápis, para anotações.

2ª Parte:  Procedimentos

-  1º Passo:  Montar o sistema com os materiais descritos acima, tendo medido as massas dos blocos A e B com auxílio da balança, e posicionado os blocos ligados pelo fio e pela roldana no ponto inicial para o experimento. Marcaremos também os pontos inicial e final de cada bloco com a fita adesiva;

-  2º Passo:  Acionar o sistema, fazendo com que o bloco B (ligado à corda pela vertical) se movimente para baixo e, pela força de atrito, faça com que o bloco A (ligado à corda pela horizontal) se movimente também, ambos percorrendo a mesma distância, independente da sua componente (vertical ou horizontal);

-  3º Passo:  Calcular as distâncias percorridas pelos blocos A e B, usando a fita adesiva para marcar tal distância e a trena ou a fita métrica para então medi-la;

-  4º Passo:  Calcular o tempo em que ambos blocos levaram para percorrer essas distâncias, usando a calculadora científica para tentar minimizar as possíveis incertezas.

3ª Parte:  Variáveis medidas

Com o sistema montado, nos teremos que medir algumas variáveis. Estas serão medidas pelas leis de Newton e força de atrito, ambas matérias dadas em sala de aula pelo professor Sérgio.

No bloco A:
Todas as forças presentes neste bloco, que são:
Peso do bloco em questão;
Tração da corda.

No bloco B:
Todas as forças presentes neste bloco, que são:
Peso do bloco em questão;
Tração da corda;
Normal;
Força de atrito, pela fórmula Fat = μ . N

Independente dos blocos, teremos que medir (pelas fórmulas dadas em sala de aula):

Aceleração do sistema;
Velocidade do sistema;
Distâncias;
Tempo do sistema em ação.

4ª Parte:  Incertezas

Repetiremos o experimento pelo menos 3 vezes, para que possamos ter certeza das medidas marcadas e do tempo necessário para que o experimento pudesse ser realizado, já que temos que contar com as incertezas de:

01)   Distância – os instrumentos utilizados podem conter diferença, mesmo que imperceptíveis, de milímetro.
02)   Tempo – ao acionar o cronômetro e ao pará-lo pode haver uma diferença de centésimos de segundos. Apesar de que serão desconsiderados, já que o experimento pede números significativos.
03)   Massa – as massas do fio e da roldana são desprezíveis.