Roteiro Final – Projeto de Aprendizagem Nº3

Turma : 2108

Alunos : Cloé de Souza – nº 6 

Diego Lopes –nº 10

Igor Felipe-nº 13

Octávio Augusto-nº 27

 

-Baseado no roteiro publicado anteriormente realizamos o experimento,obtemos as medidas e utilizamos a fórmula cedida pelo prof.

Dados do problema :

Bloco A:100g –0,1 kg                                   

Bloco B:90g – 0,09kg

Altura H:28,5cm – 0,0285m

Distancia  X:6,5cm – 0,0065m

Agora utilizamos os valores na fórmula:

µ = Ma.h / (Ma + Mb). x + Mb.h

µ = 0,1.0,0285/(0,1.0,09).0,0065+0,09.0,0285

µ = 0,00285/0,001235+0,002565

µ=0,00285/0,0038

µ=0,75

Incertezas:Há a imprecisão milimétrica nas medidas obtidas na distância (x) e a altura (h) pela régua utilizada,e como µ depende de tais valores também terá uma imprecisão.

 

Roteiro de Replicação do experimento

Colégio Pedro II – U.E. Centro

Nomes: Cainã Teles n°3

Daniel Escoralique n°8

Julia Castro n°15

Maiyarah Marques n°21

Para iniciar o experimento, escolhemos dois corpos A e B de massa respectivamente igual a 90g e 140g, montamos o sistema e repetimos o experimento três vezes, nas três vezes verificamos, com os instrumentos descritos no roteiro, que ‘h’ é 29cm e ‘x’ é 38cm.
Com essas informações fizemos os seguintes cálculos.
Grandezas:
h(altura)=29cm
x(distancia que Ma percorre)=38cm
Ma=90g
Mb=140g
Fórmula Usada: μ=(Ma.h)/Mb+Ma).x+Mb.h
μ=(0,09.0,29)/(0,14+0,09).0,38+0,14.0,29
μ=(0,0261)/(0,23).0,38+0,0406
μ=0,0431+0,0406
μ=0,0837

μ≈0,08

Incertezas: Como já descrevemos no roteiro, as incertezas são dadas pelos cálculos, que por uma questão de bom senso, temos que aproximar e também pelas medidas, que podem ter sido feitas com alguns erros.

Roteiro de Replicação do Experimento

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro
Relatório do trabalho de Física
Turma 2102   3ª Certificação 2011
Barbara Mello – nº 01
Juan Jullian – nº 11
Maria Clara Vilarde – nº 20
Yago Ítalo – nº 33
Depois de criarmos o roteiro do experimento e o termos realizado no laboratório, chegamos ao relatório final, que será apresentado a seguir. Para melhor compreensão, o dividimos em etapas.
1ª Etapa:Medição dos blocos A e B e das distâncias percorridas por eles no sistema.

Massa bloco B =  190g (90g do bloco acrescido de 100g de dois “pesinhos” de 50g cada).
Massa bloco A =  165g (115g do bloco acrescido de 50g de um “pesinho”).
Distância d percorrida pelo bloco B  =  58 cm.
Distância (ou melhor, altura) h percorrida pelo bloco A  =  72 cm.
Altura dos livros que pararam o sistema em relação ao solo  =  7 cm.

Obs.: A massa do fio de nylon e da roldana que também estavam presentes para a realização do experimento são desprezíveis.

 

2ª Etapa: Realização do experimento.

Situação-problema: Dois blocos A e B ligados por um fio de nylon de massa desprezível e inextensível. Para que o sistema funcione, o bloco B está em cima de uma mesa, na horizontal, e o bloco A pendurado, na vertical, sendo que o fio de nylon passa por uma roldana na borda da mesa. Devemos calcular o coeficiente de atrito. O sistema está apresentado na imagem a seguir:

Então, temos que saber as forças atuando nos blocos.
No bloco A, temos:
Peso (P= mA .g)
Tração do fio de nylon (T = PA- mA .a)

No bloco B, temos:
Peso (P= mB .g)
Tração do fio de nylon (T = PB + μ .mB. g)
Reação horizontal de N = mB .g;
Força de atrito: r = μ k · N
 
 

3ª Etapa: Cálculo do coeficiente de atrito

Calculamos pela fórmula:
 

μ k =  Ma.h / (Ma+Mb)x + Mb.h
 
μ k =  0,165.0,72 / (0,165 + 0,190)0,58 + 0,190.0,72
 
μ k ≈ 0,346

Sendo:
mA= 165g
mB= 190g
h= deslocamento bloco A= 72cm
x= deslocamento bloco B= 58cm

Incertezas:
O que pode variar são as medidas das massas (mesmo pesadas na balança) e a medida das distâncias percorridas pelos blocos A e B, na vertical e horizontal respectivamente, já que pode haver erro de milímetros na trena.

Observações:
A massa da roldana e do fio de nylon são desprezíveis, ou seja, não alteram o resultado final.

 

Licença Creative Commons
Roteiro de Replicação do Experimento de Maria Clara Vilarde é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Brasil.

Roteiro Final – Projeto de Aprendizagem Nº3

Colégio Pedro II – Unidade Escolar Centro

Nomes: Amanda P. Fernandes – 3

Carolina Paes Borge – 9

Flavya Peres – 12

Gabriel A. M. Dias – 13

Turma: 2104

 

Cálculos do Experimento:

Fat = μc . N

μc = ma.h / (ma+mb)x + mb. h =

0,0121. 0,09 / (0,0121+0,01).0,069 + 0,01.0,09 =

0,001089/0,0015249+0,0009=

 0,001089/0,0024249=

~0,45

μ = 0,45

N= Pb

N=0,1 

Fat = 0,45.0,1

Fat = 0,045 

Observações (com respostas das questões publicadas pelo professor no fórum):

-> O experimento foi repetido 3 vezes, e após isto, tiramos a média e obtivemos os valores.

-> A simulação computacional de um experimento de física não é equivalente ao experimento real, porque simulações computacionais são produzidas em “condições ideais”, que não existem na realidade.

->Primeiro, medimos as grandezas do experimento, obtendo-as cinematicamente; elas também podem ser encontradas dinamicamente, como fizemos depois, nos cálculos.

-> Na realização do experimento, a aceleração pode ser medida cinematicamente, já que ela é, basicamente, a variação medida da velocidade (Δv) dividia pela variação medida do tempo (Δt).

-> No experimento realizado no laboratório, as condições acabam não sendo como no simulado. Isto é, há fatores externos que podem influenciar no experimento, qu na simulação não existiam, pois a fizemos em condições ideais.

-> As condições externas inteferem no resultado final do experimento, por isso, muitas vezes, acabam até resultando em muitos valores, surgindo erros.

-> Na simulação, observada antes da realização do experimento, não há erros, pois tudo é pensado segundo condições ideais.

-> A trena utilizada gera sempre uma imprevisão nas medidas para as grandezas métricas. O μ também terá uma pequena imprecisão, portanto, será arredondado segundo as regras sugeridas pelo professor.