Parte Teórica II

Colégio Pedro II – Campus Centro
Professor Sérgio
Ana Carolina Macariello – 03
Gabriel Romeo – 12
Julia Rossini – 19
Turma/Ano: 1207/2013
Após a realização do experimento, conforme descrito anteriormente em nosso Relatório, o grupo obteve os seguintes dados experimentais:

 1z1s286

Fotos do Experimento: Foto 1: http://oi40.tinypic.com/nx1j05.jpg / Foto 2 : http://oi44.tinypic.com/xf6ekh.jpg

1- Energia Cinética:
Utilizaremos os dados obtidos para calcular a Energia Cinética da corrida, a partir da velocidade média do aluno em uma trajetória pré-determinada e da fórmula:

Ec= mv²/2 (SI) onde;
m= 64 kg
v= s/t ; v= 10 m / 2,3 s ; v= 4,35 m/s²
(MV²)/2 = (64.4,35²)/2 = 1209,83/2 = 604,915 J

2- Energia Potencial Gravitacional:
Utilizaremos os dados obtidos para calcular a Energia Potencial Gravitacional em um salto vertical, quando o aluno alcança a altura máxima de seu salto (onde sua velocidade é 0 e a energia está armazenada para um movimento em potencial). Faremos isso a partir da fórmula:
Epg=m.g.h (SI) onde,
m= 64 kg
g= 9,8 m/s²
h= (altura máxima do salto) – (altura do aluno);
h= 2,10 m – 1,74 m= 0,5 m
Epg= mgh = 64.9,8.0,5 = 313,6 J

Considerações:

1-      É importante ressaltar que a corrida e o salto devem ter sido realizados pelo mesmo aluno durante o experimento, já que o objetivo final desse projeto é comparar a Energia Cinética da corrida e a Energia Potencial do salto vertical, cujas fórmulas possuem a variável m (massa do aluno) em comum, que deve ter o mesmo valor em ambos os casos.

2-       Também é essencial que o aluno realize a corrida e o salto com seus braços na mesma posição, para que haja mínima influência desses nos resultados obtidos.

3-      Durante o cálculo das energias, o grupo fez alguns arredondamentos ao encontrar resultados de contas com muitas casas decimais, a fim de trabalhar com apenas 2 casas decimais, julgado pelo grupo como apropriado para experimento.

Conclusão:

– O aluno saltou 3 vezes, com os braços em 3 posições distintas (braços abaixados, 1 braço levantado e 2 braços levantados), e o grupo obteve a medida da altura máxima de cada um desses saltos. Sabíamos que a cada mudança de posição, o centro de massa corpórea também mudaria de acordo. Ao saltar com ambos os braços levantados, o centro de massa do aluno atingiu uma altura maior do que a altura que o centro de massa atingiu quando tal aluno saltou com os braços abaixados. Isso ocorreu porque seu centro de massa também deslocou-se um pouco para cima ao levantar os braços. Concluímos que a redistribuição de massa corpórea não influencia na altura máxima de um salto vertical; logo, não é necessário achar o centro de massa do aluno para calcular a altura de seu salto, podendo apenas adotar um referencial qualquer em seu corpo, como a cabeça, referencial escolhido por nosso grupo.

-Depois de muito se discutir, debater e pensar. Nosso grupo chegou a conclusão de que os resultados quando parecidos são nada mais nada menos do que acaso. Tentamos primeiro considerar a resistência do ar ou o atrito da quadra, mas logo percebemos que tal fatores não gerariam tamanha diferença nos resultados. Chegamos então a conclusão que a predisposição física do atleta é interfere nos seus resultados nos experimentos, pois existem pessoas que correm rápido mais pulam baixo assim como existem indivíduos que pulam à alturas estratosféricas mas que não correm tão rápido. Por exemplo, para gerar a mesma energia do que em sua corrida, Usain Bolt, o recordista do 100m no atletismo, teria que pular a uma altura de 9 metros. Mesmo mantendo o grau de proporcionalidade com nossos resultados Bolt teria que pular cerca de 2 metros, mais que sua própria altura. Se quiséssemos encontrar um resultado igual teríamos que ajustar a gravidade do planeta, já que só mudaríamos o resultado da Ep, partindo do princípio que a Energia cinética não leva em consideração a aceleração da gravidade.

Referências Bibliográficas:

– http://www.ebah.com.br/content/ABAAABkXkAL/centro-massa

– http://www.if.ufrj.br/~micha/projetos/fisica_esporte.html

– Livro de Física (Helou-Gualter-Newton)- Volume 1-Ensino Médio

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3° Certificação Parte 2 – Salto e Corrida

Colégio Pedro II – Campus Centro

Professor: Sérgio Lima

Alunos:

Diego Cordeiro – n° 06

João Ricardo Magalhães – n° 14

Lua Xavier – n°18

Rafael Batista – n°28

 

Dados Experimentais

  • Massa do aluno(M): 58,2 kg
  • Valor adotado para a gravidade(g): 9,8 m/s²
  • Distancia percorrida(d): 15 metros
  • Altura do aluno (Ai): 1,90 metros
  • Altura máxima atingida pelo aluno no salto (Af): 2,40 metros
  • Variação da altura de um mesmo ponto (Cabeça) do Aluno (Va): 0,50 metros
  • Altura, aproximada, do centro de massa do aluno (Ac): 1,05 metros
  • Tempo de corrida(t): 3,2 segundos

Obs.: Os valores informados já se encontram nas normas do Sistema Internacional de Unidades (S.I). Fizemos três vezes o experimento da corrida para verificar se os tempos seriam próximos, e realmente foram, devido a isto fizemos uma média (somando os três tempos e dividindo por três)que foi o valor informado acima.

Vamos aos Calculos

Calculos e Fórmulas de Energia Cinética, Energia Potencial e Velocidade Média

Calculos e Fórmulas de Energia Cinética, Energia Potencial e Velocidade Média

  • O resultado das medidas pode ser escrito com qualquer quantidade de algarismos?

A quantidade de algarismos influencia diretamente nos cálculos. Deve ser de consenso no grupo a quantidade de algarismos adotadas, se serão apenas duas casas decimais após a virgula ou se serão todas as que aparecerem. No nosso caso fizemos a utilização de dois algarismos após a vírgula para todos os valores que os tivessem.

  • Os valores de energia cinética e energia potencial são muito diferentes?

Sim. Como o grupo percebeu, há uma diferença exorbitante entre os dois valores calculados. Isso é dado a partir do momento em que durante a corrida temos a atuação da força de atrito do corpo com o chão e com o ar (que fora desprezado), além disto, temos que o corpo deve sair de seu estado de inercia e aumentar a sua aceleração gradativamente, devido a estes fatores a energia (neste caso a Cinética) que deve ser exercida é muito maior para a corrida do que quando o aluno tem que saltar e utilizar a Energia Potencial.

  • Este resultado era esperado? Justifique.

Nós já imaginávamos que haveria esta diferença entre os valores, uma vez que a energia cinética possui em sua formula uma incógnita elevada ao quadrado. Outro fator é o que nós explicamos anteriormente: O movimento na perspectiva horizontal será mais dificultado pela ação da força de atrito e o aumento gradual da aceleração do corpo. Enquanto que no salto, uma vez que estamos desprezando o atrito com o ar, o corpo só terá de ir contra a aceleração da gravidade, que é constante.

  • Como os cálculos das medidas foram realizados e quais as incertezas de tais medidas?

Não possuímos equipamentos capazes do fornecimento exato das medidas. Se por exemplo errarmos o valor do deslocamento do corpo no plano horizontal, erraremos consequentemente o valor da velocidade media e consequentemente, também, o da Energia cinética.

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Fase Teórica II – Trabalho de Física “Saltos e Corridas”

Colégio Pedro II – Campus Centro
Prof. Sérgio
Turma: 1205
Grupo:
Juliana Nascimento (15)
Luiz Arthur  (21)
Manuela Samary (22)

Dados

Massa: 53 kg
Altura da aluna: 1,63m
Distância percorrida: 6m
Intervalo de tempo: 2,5s
Altura do salto: 0,315m
Energia cinética da corrida: 152,64J
Energia gravitacional do salto: 163,611J

Resultado

 

Diante dos valores encontrados após a realização do experimento, verificamos que a energia cinética manteve-se proxima, visto que a diferença entre a energia cinética da corrida e a energia gravitacional do salto foi de  10,971J. Os salto foi realizado com o corpo da aluna na mesma posição que esta realizou a corrida, para que não houvesse mudança do centro de massa e assim, uma melhor comparação entre as energias. Percebemos ao observarmos a aluna Manuela Samary pular de diferentes formas, que quanto mais desloca-se o centro de massa para cima, mais alto será o salto.

Referências

http://www.if.ufrj.br/~micha/projetos/fisica_esporte.html

http://www.nutricaoexercicio.com/2012/04/agachamento-mitos-e-verdades-sobre-esse.html

http://www.efdeportes.com/efd140/analise-cinematica-da-corrida-de-100-metros.htm

Mídia

 

 

Juliana Nascimento medindo Manuela Samary

Corrida de Manuela Samary

Salto de Manuela Samary
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Fase teórica II

Colégio Pedro II – Campus Centro

Alunas:  Ana Beatriz Porto Maia – n. 02

Fernanda Lasmar – n. 09

Letícia Oliveira – n. 20

Mariana Campista – n. 23

Turma:  1203

 

Na etapa experimental, executamos os processos destacados na primeira etapa do relatório.

Medimos as energias cinética e potencial da aluna com os braços para baixo, com os braços para cima e com um braço para cima e outro para baixo.

Foram usadas para cálculo as fórmulas  Ep = m.g.h  e Ec = m.V²/2

A distância usada foi o comprimento da quadra de futebol do colégio.

 

Resultados:

Com os dois braços para cima:

Energia Cinética: 53 x (26,5/5,9)² /2  ou seja, aproximadamente 534,6 J

Energia Potencial: 53 x 10 x 0,61 = 323,3 J

Com os dois braços para baixo:

Energia Cinética: 53 x (26,5/6)² /2  ou seja, aproximadamente 516,75 J

1961,96-1,67 Potencial: 53 x 10 x 0,29 = 153,7 J

Com um braço para baixo e um braço para cima:

Energia Cinética: 53 x (26,5/6,3)² /2  ou seja, aproximadamente 468,87 J

Energia Potencial:  53 x 10 x 0,69 = 365,7 J

 

.       fisica

Conclusão:

Pudemos concluir, ao final do experimento, que as diferenças entre os valores dos tipos energias citados foram grandes devido a interferência da altura no cálculo da energia cinética.

Fizemos 3 experimentos devido ao fato do centro de massa mudar quando a posição dos braços muda, já que este depende da distribuição da massa e do centro de gravidade (que também mudará com as diferentes posições).

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