Relatório de Física – Fase Teórica II (Final)

 

Colégio Pedro II – Campus Centro

 Grupo: Carolina Alves – nº 03

Natalia Martins – nº 24

Tiago Araújo – nº 31

Viviane Thais – nº 33

 Turma: 1203

Professor: Sérgio Lima

2º ano do Ensino Médio – 2013

 

Dados coletados:

Δs

Δt

Δh com os dois braços abaixados

Δh com um dos braços levantados

Δh com os dois braços levantados

Massa

Aceleração da gravidade

Localização do Centro de Massa*

6,5 m

2,61 s

0,27m

0,25m

0,22m

45,2kg

  9,78 m²/s

0,92 m

 

*a localização do centro de massa foi obtida com a aluna deitando em uma gangorra de forma horizontal, o ponto que ficou no centro da gangorra e fez com que a aluna ficasse em equilíbrio foi determinado como centro de massa. Através de pesquisas, também, descobrimos que o centro de massa em pessoas se localiza próximo a região do umbigo.

  • Qual a influência da mudança do centro de massa na altura máxima de um salto vertical?

               Como podemos perceber através dos dados coletados, com os dois braços abaixados a aluna atingiu uma altura maior em relação ao chão, isso acontece devido a posição do centro de massa. Com os dois braços abaixados o centro de massa se localiza à 0,92 m do chão, com um dos braços levantado sobe um pouco, atingindo aproximadamente a metade do corpo e com os dois braços levantados sobe ainda mais, alcançando a região do peito. Podemos concluir, então, considerando que a aluna tenha pulado com o mesmo impulso inicial, que quanto menor é a altura do centro de massa, maior é a altura alcançada em relação ao chão.

  • Como os cálculos das medidas foram realizados e quais as incertezas de tais medidas?

Calculamos a velocidade média e a energia cinética média da aluna com as seguintes fórmulas:

Velocidade média:

V= Δs / Δt

V= 6,5 m /2,61s

V ≅ 2,49 m/s

Energia Cinética Média:

Ec= mv²/2

 Ec= 45,2. 2,49² / 2

Ec ≅ 45,2 . 6,2 /2

Ec ≅ 280,24 / 2

Ec ≅ 140,12 J

 

 Calculamos a energia potencial da aluna com a seguinte fórmula:

 Ep = m.g.h

Ep = 45,2. 9,78. 0,27

Ep  ≅ 119,35 J

Os dados obtidos não apresentam precisão por falta de instrumentos profissionais na realização do experimento.  

  • O resultado  das medidas pode ser escrito com qualquer quantidade de algarismos?

Não. Todos os algarismos utilizados devem possuir um significado, portanto, devem corresponder as medidas feitas da forma mais precisa possível. Como os algarismos que correspondem as medidas utilizadas não são exatos (são números decimais), essa representação significa que há imprecisão. A medida 2,61 segundos, por exemplo, significa que a imprecisão (a dúvida da medida) está no último algarismo “1”. Está errado escrever que 2,61 s = 2,61 s , pois neste último caso a dúvida está no milésimo de segundo e não em centésimo como no primeiro caso.

  • Os valores da Energia Cinética e Potencial são muito diferentes?

Não.

  • Este resultado já era esperado?

Sim, já era esperado essa pouca diferença. Ao iniciarmos nossos estudos de Termodinâmica um dos princípios que logo conhecemos é o de conservação da Energia Mecânica, resultado da soma da Energia Potencial que um corpo carrega com a energia que depreende ao entrar em trânsito, a então Energia Cinética. O valor dessa nova energia em medidas, é tido ao entendermos que ela é proveniente da transformação gradativa da força em potência, em movimento – é no percorrer de uma trajetória qualquer que há a passagem da 1ª para a 2ª. Deduz-se, por sua vez, que quando cessa a 1ª não haverá mais transferência, modificações na 2ª. Se não por efeitos como a resistência do ar e imprecisão ao captar metricamente as medidas alcançadas pela nossa Usaina Bolt e Maurren Maggi (ao mesmo tempo!), os valores obtidos tenderiam a ser mais próximos, ou mesmo num mundo ideal adiabático anti-dispersivo dos cálculos físicos, iguais.  

Fontes consultadas:

http://www.infoescola.com/mecanica/aceleracao-da-gravidade/

 http://www.ifi.unicamp.br/~turtelli/apost1.html

http://descomplica.com.br/fisica/equilibrio,-momento-e-centro-de-massa/teorema-de-lamy-e-centro-de-massa#_=_ (só para assinantes)

http://www.if.ufrj.br/~micha/projetos/fisica_esporte.html

Licença Creative Commons Este obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

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Segundo Relatório do experimento da 3ª certificação que foi realizado no dia 31 de outubro de 2013

Colégio Pedro II – Campus Centro

Departamento de Física

Professor: Sérgio Lima

Turma: 1207

Alunos: Guilherme Ribeiro            Nº13

Ítalo Santos                       Nº:15

João Gabriel Norberto     Nº17

Su Li Hang                           Nº31

 

Segundo Relatório do experimento da 3ª certificação que foi realizado no dia 31 de outubro de 2013:

 

  • Dados extraídos das experiências:

Distância percorrida pelo atleta: 7,10 metros

Tempo  para percorrer 1,91 segundos

Massa do atleta 58 kg

Altura do atleta: 1,78m

Gravidade: 9,8m/s²

Altura do Salto: 0,77m

 

Instrumentos:

Balança;

Trena;

Balança;

Cronômetro de celular;

Um membro do grupo

 

Observação Importante: Iríamos calcular a altura do salto filmando e analisando o ponto mais alto atingido em relação a uma fita métrica que se localizava verticalmente paralela ao corpo do atleta. Porém, vendo o vídeo não conseguimos enxergar a numeração na trena. Logo, filmamos e utilizamos os “quadradinhos” da parede da Quadra Poliesportiva para achar um valor aproximado do salto (Quadradinho = 0,085m, intervalo maior dos quadradinhos = 0,07 e intervalo menor dos quadradinhos = 0,030 – lembrando que todos esses estão em valores aproximados).

 

 

  • 1ª Experiência – Energia Cinética da Corrida

 

  • Primeiramente foi preciso achar a velocidade do atleta, como fizemos isso?! Utilizando a fórmula: ΔS/ ΔT (distância percorrida sobre distância de tempo).

 

Velocidade Média = 7,1/1,91 ≅ 3,7m /s

 

  • Em seguida, calculamos a corrida. Utilizando a fórmula (MV²/2 – massa vezes velocidade ao quadrado sobre dois).

Corrida = 58x(3,7)²/2 ≅ 397J

 

  • 2ª Experiência – Energia Potencial Gravitacional do Salto:

 

  • Para calcular o salto do atleta. Utilizamos a fórmula MGH (massa vezes gravidade vezes altura).

 

Salto = 58×9,8×0,77 ≅ 437,7J

 

  • 3ª Experiência – Centro de Massa:

Não temos um cálculo específico para o centro de massa, porém com pesquisas identificamos que o centro de massa encontra-se um pouco acima do umbigo e abaixo do peito, isso com os para baixo na posição “normal”. Quando se eleva os braços, o centro de massa sobe mais um pouco chegando perto dos peitos. Podemos levar em conta o senso comum em uma situação em que se tenta equilibrar o corpo em uma grade com o corpo perpendicular a ela(mesmo não sendo um ponto, é uma ideia muito próxima de onde se localizará o centro de massa do corpo).

Conclusão:

O grupo concluiu que a energia cinética e a energia potencial gravitacional se encontram muito próximas, já que se trabalha com uma massa em comum (mesmo em tais condições, o resultados podem ser encontrados com diferenças maiores, porém proporcionais às novas medidas com altura, gravidade e velocidade).

Neste experimento não foi usado um cronômetro de precisão, tendo como consequência uma possível margem de erro que alteraria minimamente os resultados.

O centro de massa se desloca na mesma medida em que o corpo salta o chão, logo a altura do salto é a altura do deslocamento do centro de massa.

ps: não possível enviar fotos

 

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Segundo Relatório do experimento da 3ª certificação que foi realizado no dia 31 de outubro de 2013 está licenciado sob uma licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 3.0 Brasil.

 

 

 

Publicado em 1207, 2-ano, 2013, Atividade, CP2, Relatório | Deixe um comentário

Roteiro Teórico II – Projeto de Aprendizagem “Saltos e Corridas”

Dados - CorridaDados - CorridaLogo_novo_P_II

Colégio Pedro II – Campus Centro

Etapa II: Roteiro Teórico do Projeto de Aprendizagem “Saltos e Corridas”

Resultados do Experimento e Conclusões

Prof. Sérgio Lima

Componentes:

Clara Loureiro Gadelha de Azedias

Gerson Faustino Ribeiro da Silva

Lucas Barcellos Oliveira

Marcelo Henrique da Costa Esteves

Sarah Lopes Salomão

Turma: 1205

2º Ano do Ensino Médio

  • Introdução

Conforme descrevemos no primeiro roteiro teórico deste projeto (disponível em: http://aprendendofisica.net/rede/blog/roteiro-teorico-i-projeto-de-aprendizagem-saltos-e-corridas/), realizamos o experimento para coletar os dados necessários para o cálculo da energia cinética contida em uma corrida de 9m e em um salto.

  • Corrida

Foto 1Aluna corre percurso de 9m enquanto tem sua velocidade aferida pelo radar de velocidade.

Para determinar a energia cinética média de uma corrida, foi necessária medição da massa e da velocidade média dos corredores. As massas, aferidas no dia do experimento, foi:

Aluno 1: 52,9 kg

Aluno 2: 79,8 kg

Cada corredor realizou três corridas de 9m, tentando manter uma aceleração constante, durante todo o percurso. Para cada corrida, aferimos a velocidade média do corredor de duas formas: por radar e por vídeo, e obtivemos a média das duas medições. Então, obtivemos a média das médias das três corridas: esse valor é o valor utilizado no cálculo da energia cinética média.

 

Para a medição da velocidade por meio do vídeo, registramos o tempo decorrido entre o quadro que registra o início do movimento da corrida até o quadro em que o corredor atravessa a marca no chão que demarcar 9m. A velocidade média dessa passagem é dada pelo tempo transcorrido, em segundos, dividido por 9m, a distância percorrida.

Para a obtenção da velocidade média através do radar, utilizamos um método diferente: podemos considerar a velocidade do corredor uma função afim, que possui como representação gráfica uma reta. Isso se deve ao fato de, teoricamente, a aceleração do corredor ter sido constante durante todo o trajeto. A velocidade média, portanto, pode ser dada pela velocidade instantânea na exata metade do percurso da corrida. Essa foi a velocidade utilizada no cálculo utilizando o radar.

Velocidade do radarObservando o gráfico acima vemos que. a velocidade instântanea (que é medida pelo radar) no instante que representa a metade da corrida é igual a velocidade média do corredor ao longo de todo o trajeto

 No dia do experimento, ocorreu a filmagem de todas as corridas, filmadas de um ângulo de 90º em relação ao trajeto retilíneo da corrida e filmadas capturando o visor do radar. Então, foi observado o movimento de corrida, quadro a quadro, em um editor de vídeo. Graças a esse software, registramos o tempo de corrida em centésimos de segundo. Abaixo seguem os valores obtidos após o experimento e suas médias.Dados - Corrida

Dados - Corrida

 Dados coletados após análise do vídeo e do radar

  • Salto

Foto 22Foto 32Aluna antes do salto e no instante em que alcança sua altura máxima

(o marcador rosa em sua testa marca o ponto usado para medir seu deslocamento)

Na medição dos saltos, cada aluno saltou diante da câmera três vezes. Obtivemos a média dos três saltos para cada aluno para utilizar no cálculo.

Os saltos foram realizados com os braços relaxados nas laterais do corpo, pois, seja com os braços levantados ou não, o centro de massa se desloca a mesma distância. Levando sempre em consideração que o aluno realizou o mesmo esforço para saltar em abos os casos, o salto com braços levantados alcança uma maior altura pois o centro de massa parte de uma posição inicial mais elevada do que com os braços relaxados. Como a distância que o centro de massa translada é a mesma, altura do salto será maior. No entanto, para determinar a energia cinética média do salto, é necessário saber o deslocamento do centro de massa no salto, ou seja, o salto poderia ter sido realizado em qualquer disposição dos membros.

 Dados - SaltoDados coletados após análise do vídeo

  •  Cálculos

Para obter os valores de energia cinética e enegia potencial gravitacional, utilizaremos os modelos matemáticos abaixo:

Equaçõesonde m é a massa do aluno, v é sua velocidade (como queremos obter a energia cinética média, utilizaremos a velocidade média), g é a aceleração da gravidade (considere g=9,78m/s²) e h é a altura alcançada pelo centro de massa (como queremo a energia potencial gravitacional máxima, utilizaremos a altura máxima alcançada).

Substituindo os dados obtidos das tabelas acima nas respectivas equações, temos que:

Aluno 1

Aluno 1s

Aluno 2

Aluno 2s

  • Conclusão

Percebe-se que o valor da energia potencial gravitacional é menor que o valor da energia cinética em ambos alunos. Já que dois alunos, com massas corporais diferentes e com condicionamentos físicos diferentes, podemos assegurar que essa provavelmente não foi uma exceção. Em geral, a energia potencial gravitacional de um salto é menor que a energia cinética de uma corrida. No entanto, veremos agora como esse resultado pode variar.

A equação que nos fornece o valor da energia potencial gravitacional máxima possui a variável h, que representa a altura máxima do salto. Lembre-se, porém, que podemos encontrar o valor da altura máxima de um salto, atráves da equação de Torricelli: a altura máxima será alcançada quando a velocidade final for igual a 0. Podemos, portanto, escrever a altura máxima de outra forma:

altura

Substituindo h, em função da velocidade inicial do salto, na equação da energia potencial gravitacional máxima:

Substituição

Podemos observar que, na realidade, a equação para determinar a energia cinética média de uma corrida é idêntica à equação da energia potencial gravitacional máxima, com exceção que na primeira a velocidade utilizada é a velocidade média da corrida e na segunda a velocidade é a velocidade inicial do salto. Isso é provado algébricamente, como fizemos acima, e conceitualmente. Em um salto, a energia cinética é gradualmente convertida em energia potencial gravitacional. No ponto máximo do salto, toda a energia cinétical foi convertida para energia potencial gravitacional.

EnergiasNo gráfico acima está representada, em verde, a energia potencial gravitacional e, em azul, a enrgia cinética, ao longo de um salto.

Caso a velocidade inicial do salto fosse igual à velocidade média da corrida, os dois valores de energia que obtivemos na seção “Cálculo”. No entanto, em nosso experimento, vimos que, em geral, energia potencial gravitacional máxima foi menor que a energia cinética média da corrida. Podemos concluir que a velocidade inicial do salto foi menor que a velocidade média da corrida.

Isso ocorreu por que para ganhar mais velocidade, o aluno precisa fazer mais força contra o solo, e, portanto, esforçar-se mais, no caso do salto. No salto, a força que impulsiona o aluno para cima é perpendicular ao solo. Já na corrida, a força faz um ângulo agudo com o chão, empregando uma parte em fazer o aluno movimentar-se para frente. Essa diferença angular faz com que o aluno precise fazer mais força ao saltar para obter a mesma velocidade que na corrida.

 

OBS: Foi determinado, por consenso, arredondar para três casas decimais os dados obtidos no editor de vídeo. Para números “terminados” na segunda casa decimal, foi adicionado um zero à esquerda do número, conhecido como algarismo representativo. Esse algarismo mostra que não houve um arredondamento para a segunda casa decimal. No caso do salto, tivemos que arredondar os valores para a segunda casa decimal, pois a trena utilizada na medição utilizava valores com até duas casas decimais.

 

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Publicado em 1205, 2-ano, Projetos-Aprendizagem | Deixe um comentário

Fase Teórica II

Colégio Pedro Segundo- Campus Centro
Trabalho de Física
Alunos:
Beatriz Bravo nº 05
Filipe Salgado nº 11
Manuela Araujo nº 23
Rodrigo Reis nº 29
Turma: 1207
Tabela de dados:
Aluno utilizado como atleta: Rodrigo Reis
Altura: 1,74 m
Peso: 88 kg
Distância percorrida: 4,5 m
Tempo: 1,75 s
Utilizamos a comparação de três pulos diferentes para que fosse analisada a energia potencial gravitacional de cada um em relação a energia cinética. Foram eles:
pulo normal, pulo com um braço levantado (formando um angulo de 90°) e pulo com dois braços levantados (formando um angulo de 180°).
1- PULO NORMAL: h=5cm=0,05m
2- PULO COM UM BRAÇO LEVANTADO: h=14cm=0,14m
3-PULO COM OS DOIS BRAÇOS LEVANTADOS: h=20cm=0,2m
Para saber qual foi a velocidade média realizada pelo nosso atleta, utilizamos a fórmula:
Vm= Sf-Si/tf-ti= 4,5/1,75 = 2,6 m/s
Na próxima etapa, a velocidade média será utilizada para calcular a energia cinética do movimento.
Ec= mv²/2= 88X(2,6)²/2= 297,44 J
A partir de agora, com os resultados da velocidade média e energia cinética, calcularemos a energia potencial gravitacional (que é a energia relacionada a posição em relação a um referencial) de cada pulo. Utilizamos g=10
Ep1=mgh=88X10X0,05=44
Ep2=mgh=88X10X0,14=123,2
Ep3=mgh=88X10X0,2=176
Diante dos dados recolhidos com os diferentes tipos de saltos, percebe-se uma mudança marcante das energias potenciais dos saltos em relação a energia cinética já que a altura interfere na energia potencial gravitacional e ela é mudada em cada salto distinto.
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Parte Teórica II está licenciado sob uma licença Creative Commons Atribuição-SemDerivados 3.0 Brasil.

Publicado em 1207, 2-ano, 2013, Atividade-Alunos, CP2, Experimentos, Física, Projetos, Projetos-Aprendizagem | Deixe um comentário